quarta-feira, 16 de março de 2011

Câmaras ‘rasgam’ acordos da Educação


Um terço das autarquias do País aceitaram novas competências mas agora ameaçam rasgar contratos...

 
O vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Fernando Campos, garantiu ontem na Assembleia da República que muitas autarquias preparam-se para ‘rasgar’ os contratos de transferência de competências assinados com o Ministério da Educação, por não suportarem os custos.
"Das 112 autarquias que assinaram, entre 70 a 75 por cento estiveram numa reunião, na quinta-feira, onde um número muito significativo disse que vai denunciar os contratos se não houver evolução", afirmou o também presidente da Câmara de Boticas (PSD), numa conferência na Comissão Parlamentar de Educação. 

A posição de Fernando Campos foi, contudo, contestada pelos vereadores da Educação de Matosinhos, António Pinto, e de Évora, Cláudia Pereira. Os dois autarcas socialistas estiveram na referida reunião e garantem que nenhum dos presentes manifestou o propósito de denunciar os contratos.
Segundo Fernando Campos, a tutela atribuiu "meios financeiros insuficientes para fazer face às novas responsabilidades", em especial na "gestão do parque escolar". O dirigente referiu "grandes constrangimentos na gestão do pessoal não docente" devido à "inadequação da fórmula para calcular o rácio". O dirigente frisou que o Governo já admitiu a dívida de 35 milhões de euros às autarquias e lamentou que a ministra Isabel Alçada não estivesse presente para se retractar, depois de ter acusado a ANMP de mentir.

Diversos autarcas referiram que não pode haver um modelo de transferência de competências único, porque as realidades são diversas. O responsável da ANMP frisou que há "muitas zonas cinzentas" que levam "a situações caricatas". A transferência prevê que as autarquias passem a gerir pessoal não docente do básico e pré-escolar, o parque escolar nos 2º e 3º ciclos, as actividades de enriquecimento no 1º ciclo, a Acção Social Escolar nos 2º e 3º ciclos e o transporte no 3º ciclo. 


Uma geração enrascada

Decorria o ano de 1994 quando Vicente Jorge Silva, então diretor do jornal Público, publicava um editorial sobre a “geração rasca”. Os jovens manifestavam-se nas ruas contra as políticas educativas e contra o pagamento de propinas no ensino superior público. Na base do editorial do jornalista estava o célebre episódio em que quatro estudantes mostraram o rabo ao então ministro da Educação, Couto dos Santos, – e onde se podia ler as palavras “Não pago”. Outros repetiram o gesto durante uma manifestação em frente à Assembleia da República.
Apesar dos protestos, a luta acabou por sair gorada, uma vez que o valor das propinas acabou mesmo por subir nos anos seguintes. Em 1994, frequentar uma universidade custava ao bolso dos estudantes 80 mil escudos. Hoje, em Portugal, a quase totalidade das universidades e politécnicos públicos aplica a propina máxima de 986,88 euros.
Ainda assim, o número de alunos nas instituições não deixou de crescer: há 17 anos havia 269.982 pessoas matriculadas no ensino superior. Hoje são 383.627.

Milhares nas ruas

A “geração rasca” de Vicente Jorge Silva assiste, agora, ao descontentamento de uma outra, mais nova, responsável por uma das maiores manifestações dos últimos anos em Portugal.
A tarefa dos mais novos é hercúlea: além de enfrentar um futuro instável, veem-se confrontados com o défice público, com o fim de algumas reformas e regalias sociais e com elevadas taxas de desemprego: se em 1994, 10.500 pessoas com ensino superior estavam desempregadas, hoje, e segundo dados da Base de Dados de Portugal Contemporâneo Pordata, esse número disparou para os 63,800. Seis vezes mais do que há 17 anos.

“Quinhentoseuristas” e outros mal remunerados

Os jovens “retribuíram” com o epíteto “geração à rasca”. Foi na rede social que o apelo foi lançado. E, no último sábado, milhares saíram à rua: os “desempregados, quinhentoseuristas e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal”.
Muitos são hoje vítimas de esquemas de trabalho temporário, de falsos prestadores de serviços. Rapazes e raparigas que oscilam entre estágios não remunerados e o desespero de conseguir o primeiro contrato. Jovens de uma geração deserdada que os deixou “à rasca”. Mas que não os calou.

Fonte: as beiras

 

Visitas de estudo dos alunos de 8º e 9º ano


Os 8º e 9º anos da escola da Vidigueira, no âmbito das disciplinas de Ciências Físico-químicas, Ciências Naturais, Geografia e Informática, visitaram a Central Fotovoltaica de Amareleja e a Central Hidroeléctrica da Barragem de Alqueva. 

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Embora permitam produzir energia eléctrica sem emissões de CO2, as suas infraestruturas têm impacto sobre o ambiente. É neste constante balanço entre impactos negativos / positivos que se move o desenvolvimento.

No Centro de Informação da EDIA, os 8ºs ano conheceram as medidas de minimização e de compensação que foram aplicadas, obrigatoriamente, a fim de compensar o impacto da barragem, da área inundada e das transferências de água entre diferentes barragens e rios. Assim a destruição de habitats com prejuízo para várias espécies prioritárias obrigou à translocação de espécies, à construção de uma gruta artificial para morcegos, à montagem de elevador para peixes migradores, à segregação de águas de diferentes bacias hidrográficas, à colocação de barreiras aquáticas acústicas... um esforço que está longe de abarcar o leque de perturbações nos ecossistemas que resultarão da agricultura intensiva que a água permitirá...

Fonte: eco-escola

dois prémios no concurso de ideias do "Ciência na Escola"

A escola da Vidigueira recebeu dois prémios no concurso de ideias do "Ciência na Escola" - Fundação Ilídio Pinho / BES / Ministério da Educação.

terça-feira, 15 de março de 2011

Pais não aceitam greve aos exames

Não agrada às associações de pais a decisão dos sindicatos de professores de avançarem com protestos no final do terceiro período deste ano lectivo. E agrada menos ainda no caso de esses protestos, decididos no plenário nacional realizado no sábado, em Lisboa, passarem por uma greve às avaliações e aos exames, tal como é ponderado pelos sindicatos de docentes.
Não agrada às associações de pais a decisão dos sindicatos de professores de avançarem com protestos no final do terceiro período deste ano lectivo. E agrada menos ainda no caso de esses protestos, decididos no plenário nacional realizado no sábado, em Lisboa, passarem por uma greve às avaliações e aos exames, tal como é ponderado pelos sindicatos de docentes.

"Esperamos que não tenha passado de uma euforia típica das manifestações, pois até agora a luta dos professores tem passado sempre por não prejudicar os alunos", refere Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap).
Para o dirigente associativo, a desestabilização nas escolas no final do último período lectivo deve ser evitada. "É uma altura em que os alunos e as famílias estão a fazer um esforço para consolidar os resultados escolares, e qualquer foco de instabilidade é prejudicial. Se isso acontecer, vamos até às últimas consequências para defender o interesse das famílias e dos alunos", garante Albino Almeida.
No sábado, mais de nove mil professores reuniram-se em plenário em Lisboa, tendo decidido manter a greve às horas extraordinárias e a realização de debates nas duas primeiras semanas do 3º período para decidir as "acções de luta" futuras. A greve às horas extraordinárias, iniciada no dia 1 de Março, tem incidido na componente não lectiva. "Não tem havido preocupações, pois não está a afectar o trabalho com os alunos", reconhece Albino Almeida.
Os professores contestam o modelo de avaliação de desempenho, os cortes salariais e a eventualidade de desemprego para 30 mil docentes a partir de Setembro.
A criação dos mega-agrupamentos escolares também é contestada pelas estruturas sindicais, que temem a "degradação pedagógica" em escolas com três ou quatro mil alunos de vários níveis de ensino.

Fonte: Correio da Manhã

Condições de funcionamento do estudo acompanhado publicadas em Diário da República

O Ministério da Educação (ME) divulga em decreto-lei, publicado hoje no Diário da República, as condições de funcionamento do estudo acompanhado para os alunos com "efectivas necessidades de apoio", principalmente nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.
“O estudo acompanhado é frequentado pelos alunos que revelem dificuldades de aprendizagem e é obrigatório sempre que os resultados escolares nas disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática o justifiquem, bem como para os alunos que sigam planos de recuperação ou planos individuais de trabalho”, refere o diploma, que entra em vigor a 1 de Setembro.

A portaria hoje publicada em Diário da República decorre de um diploma que já não existe legalmente, uma vez que a cessação da sua vigência foi aprovada na semana passada pelo Parlamento. Isto significa que esta portaria também não terá seguimento.

Este decreto de lei (n.º 18/2011 de 2 de Fevereiro) vem alterar o decreto-lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro, relativamente aos princípios orientadores da organização e da gestão curricular do ensino básico, conferindo uma “nova ênfase ao estudo acompanhado no objectivo da promoção da autonomia da aprendizagem e melhoria dos resultados escolares”. “Na verdade, sem descurar todas as outras disciplinas do currículo, [o ME] estabeleceu uma estratégia de reforço ao apoio nas disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática e procurou centrar-se nos alunos com efectivas necessidades de aprendizagem”, lê-se no diploma.

Desta forma, os alunos que revelem dificuldades de aprendizagem associadas a insuficiências de métodos de organização do trabalho e de estudo têm a orientação e o apoio que lhes permitam superar essas dificuldades e adoptar as metodologias de estudo que favoreçam a autonomia na realização das aprendizagens e o consequente sucesso escolar. Os alunos a frequentar o estudo acompanhado são indicados pelo professor titular de turma no 1.º ciclo do ensino básico ou pelo conselho de turma nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.

Podem ser dispensados da frequência do estudo acompanhado, a qualquer momento, os alunos que revelem que ultrapassaram as dificuldades, obtenham resultados escolares considerados, de forma sustentada, positivos ou situações em que os encarregados de educação assumam o compromisso escrito de que o acompanhamento ao estudo será assegurado fora da escola. A inscrição dos alunos no estudo acompanhado é feita em cada período lectivo e é organizado semanalmente, em dois tempos de quarenta e cinco minutos por turma, no final do horário lectivo diário dos alunos.

“De acordo com a organização do agrupamento de escolas e de forma a rentabilizar espaços físicos e recursos humanos, o estudo acompanhado pode englobar alunos de uma só turma ou de várias turmas”, adianta o diploma. A frequência é obrigatória para os alunos inscritos, aplicando-se o regime de faltas consignado no Estatuto do Aluno. A avaliação do estudo acompanhado, em cada turma, consiste exclusivamente na verificação dos progressos dos resultados dos alunos em cada uma das disciplinas em que se diagnosticarem insuficiências de aprendizagem.

Além da avaliação a nível de cada turma nas reuniões de avaliação intercalar e de final de período, o conselho pedagógico deve avaliar os efeitos positivos do estudo acompanhado, nomeadamente no que respeita aos resultados obtidos pelos alunos que o frequentaram.

fonte: http://www.publico.pt/

domingo, 13 de março de 2011

A arte de negociar

Negociar é uma arte que os pais (e os filhos) devem aprender. Quando a criança cresce, e principalmente quando chega à adolescência, a negociação adquire um papel muito importante na educação e no estabelecimento da disciplina. Pode ser utilizada em qualquer idade, mas é desejável que antes dos 12 anos seja pontual e depois dessa idade tenha uma importância crescente.

É claro que algumas coisas não são negociáveis. Em cada casa e em cada família algumas regras não podem estar constantemente ou mesmo pontualmente a ser alteradas de acordo com as necessidades de momento. Não bater, não gritar, não roubar, não mentir ou não dizer palavrões são exemplos de normas que não devem ser negociáveis. Mas aparte estas poucas excepções, muito pode ser negociado, incluindo outras regras, horários a cumprir ou as consequências da quebra de algumas normas. Para tudo isto a negociação deve ser encorajada, o que pode ter duas consequências desejáveis. Por um lado a criança treina as suas competências na diplomacia, em fazer ver os seus pontos de vista e em tentar convencer os outros (neste caso os seus pais) da justeza dos seus argumentos. Não poderia existir melhor ambiente que o familiar para um jovem treinar esta competência que tão útil lhe poderá ser mais tarde com amigos, colegas de emprego, professores ou patrões. Por outro lado, ao sentir que os pais estão dispostos a negociar, e que a sua opinião foi tida em conta antes de tomada a decisão, os filhos mostram-se naturalmente mais dispostos a cooperar, mesmo quando o resultado final não foi aquele que desejavam.

Especialista Pediatria por Paulo Oom, Publicado em 10 de Março de 2011 em ionline.pt  

quinta-feira, 3 de março de 2011

Rastreios dentários gratuitos em março

A SPEMD (Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária) e a Colgate vão promover a 12ª edição do “Mês da Saúde Oral da Colgate e SPEMD” em março.

“Durante esse período, médicos dentistas e estomatologistas de todo o país, incluindo Madeira e Açores, farão rastreios dentários gratuitos (sem tratamentos ou radiografias) à população, visando sensibilizar os portugueses para a importância da higiene e saúde oral”, informa a organização, que adianta: “os objetivos da campanha centram-se em prevenir doenças da boca, como as cáries, a sensibilidade dentária ou a gengivite, e aferir o estado da saúde oral em Portugal”.
Só no ano passado, no âmbito da edição anterior do mesmo rastreio, apurou-se que 66% da população portuguesa tem cárie dentária em pelo menos um dente. A organização destinou uma linha azul para quem quiser obter informações acerca das clínicas aderentes ao projeto: 808 305 306.

Por Hugo Mamede, 21 de Fev. 2011
 Link da notícia

Pagar ou não pagar...

Há algum tempo, um casal confessou-me que a única forma de conseguir que o seu filho, já adolescente, fizesse a cama todas as manhãs, era pagando para que a fizesse. Pareceu-me, de imediato, uma aberração. Não faz qualquer sentido pagar a uma criança ou a um jovem para que ele faça algo que é suposto fazer. Isso apenas lhe ensina que tudo pode ser resolvido financeiramente e, obviamente, que a execução da tarefa é sempre opcional (o pagamento pode ser recusado) e que quanto maior o esforço maior deverá ser a recompensa. Se a criança é paga para agir de forma correcta, isso apenas significa que ela consegue ser subornada.

Penso que o raciocínio deverá ser exactamente o oposto. Desde cedo a criança deve receber uma semanada ou mesada. Nada de extravagante, apenas simbólica e capaz de satisfazer alguns pequenos caprichos à medida da criança. Esse dinheiro deve ser entendido pela criança como útil para a sua independência (poderá comprar com ela o que quiser, desde que não vá contra as regras estipuladas pelos pais) mas também como retribuição pelo seu trabalho familiar, nas pequenas tarefas que lhe são devidas, como fazer a cama, arrumar o quarto, ajudar a pôr a louça na máquina, a estender a roupa ou a tomar conta dos irmãos mais novos. O que pode ser feito é retirar à criança parte da mesada se determinada tarefa, considerada de rotina (fazer a cama, por exemplo), for constantemente ignorada. A mesada nunca deve ser entendida pela criança como dado adquirido mas como algo que tem de ser merecido. Pediatra 

por Paulo Oom, Publicado em 03 de Março de 2011 em ionline.pt


terça-feira, 1 de março de 2011

Concurso "O teu filme pode mudar o mundo"

 No âmbito do concurso "O teu filme pode mudar o mundo", os alunos do 7.º ano em Área de Projecto, elaboraram uns filmes que se encontram agora para votação, até dia 11 de Março, nos seguintes sítios da internet:
Para votar é muito simples, basta acederem aos respectivos endereços e clicarem, com o rato, em cima das estrelinhas. Quanto mais estrelinhas, melhor ;)
Obrigada a todos. Espero que gostem :)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Cada um para seu lado. Eles e elas aprendem melhor assim

 Os colégios Fomento são os únicos a separar rapazes e raparigas. Lá fora há 200 mil escolas a fazer o mesmo

É preciso assumir as diferenças. Elas gostam de comandar e eles ao pé delas têm poucas hipóteses de assumir o controlo. Eles são mais barulhentos e elas mais sossegadas. Elas crescem mais depressa e acham que eles são infantis. Elas fazem duas e três tarefas ao mesmo tempo e eles uma de cada vez. Os colégios Fomento, em parceria com o Opus Dei, são os únicos em Portugal a assumir essas diferenças nas salas de aulas. Os rapazes estudam no Planalto (Lisboa) e no Cedros (Gaia) e as raparigas no Mira Rio (Lisboa) e no Horizonte (Porto). Longe uns dos outros para não atrapalharem ninguém.

Não se trata de nenhuma cruzada contra os movimentos feministas nem sequer é uma campanha para acentuar os estereótipos entre os sexos. O ensino diferenciado é uma escolha suportada por factos científicos, assegura o presidente dos colégios Fomento, Jorge Maciel: "A maturidade intelectual e emocional das raparigas acontece mais cedo, logo reagem de forma distinta dos rapazes." Ambos aprendem as mesmas disciplinas e os mesmos conceitos. As estratégias é que são diferentes.

Aulas para raparigas Nem tudo precisa de estar tão organizado. Basta saber que há um grupo de exercícios para completar. Qual das tarefas será feita em primeiro é uma opção em aberto: "É possível dar maior autonomia às raparigas para serem elas a gerir o seu próprio tempo." Usar as emoções como motivação é um trunfo que só resulta entre elas: "Quando estão tristes, é impossível ignorar isso, sob pena de não se conseguir fazer mais nada durante a aula." A mesma estratégia para os rapazes é um erro fatal, alerta o presidente dos colégios Fomento: "Regra geral, fazer perguntas sobre assuntos do coração aos rapazes é uma intromissão na sua privacidade."

Pôr ordem na sala de aula é mais fácil entre turmas só com alunas. Basta subir o tom de voz para o silêncio encher a sala: "Elas, sendo mais sensíveis às frequências altas, têm tendência a interpretar uma chamada de atenção como um grito e calam-se facilmente." Detalhes, por outro lado, é o ponto forte das raparigas. Conseguem concentrar-se nas pequenas coisas e aguentam mais tempo a ouvir a professora.

Aulas para rapazes Turmas só de rapazes são mais barulhentas. O sistema nervoso não é igual ao das raparigas e por isso eles são inquietos dentro e fora da escola. "São mais agitados, e nós por outro lado, temos mais trabalho para manter o controlo da aula", conta António Lopes, professor de História do Colégio Planalto. Pô-los a competir uns com os outros costuma resultar: "Jogos de estratégia, com um chefe, um objectivo e um vencedor final", explica Jorge Maciel. Ou então perguntas directas e respostas vindas de cada um e cada um na sua vez, acrescenta António Lopes.

E aulas sempre bem estruturadas. "Cada tarefa terá de ser cumprida no tempo, na duração e com objectivos previamente estabelecidos", diz Jorge Maciel. Trabalho em equipa, tarefas práticas e rápidas para não perder a atenção deles. "Os resultados são melhores do que no ensino misto", garante o professor, que dá aulas nos colégios que ocupam os lugares de topo no ranking nacional de escolas básicas e secundárias.

Rapazes e Raparigas No 3.o ciclo, com 14 ou 15 anos, a distância entre eles e elas é ainda maior, avisa António Lopes: "Os rapazes são mais imaturos e sabem disso." Numa turma mista, essa percepção acaba por definhar boa parte das suas potencialidades: "Muitas vezes, eles não tomam iniciativa com medo de serem considerados infantis pelas raparigas."

Quando elas não estão no caminho é mais fácil. Nada melhor do que um exemplo concreto para as diferenças se tornarem claras. "A peça de teatro que as turmas do 7.o ano do Planalto estão a ensaiar para as jornadas culturais seria um espectáculo mais difícil de encenar com miúdas por perto. "Numa turma mista eles ficariam na retaguarda", diz o professor de História. Mas como é entre eles, assumem sem medo os papéis principais. Não se trata de desenvolver o lado feminino e masculino de raparigas e rapazes, esclarece o professor: "Trata-se, sim, de trabalhar aptidões que não se desenvolveriam se as turmas fossem mistas."

Mundos separados? Resta saber por fim se alunos e alunas dos colégios Fomento estão condenados a conviver longe uns dos outros até concluírem o secundário. Madalena Rendeiro Santos saiu do Mira Rio, no Restelo, há quase 11 anos e conta que enquanto lá esteve nunca viveu num "mundo à parte dos rapazes". Combinava encontros e sessões de cinema com as amigas do colégio que levavam os irmãos do Planalto. E lá em casa ainda havia seis irmãos que estudavam no Planalto, que levavam outros colegas do colégio. Os rapazes sempre estiveram perto de Madalena.

E mesmo que assim não fosse, caberia aos pais facilitar essa tarefa, defendem Lúcia e Leal Vasco, casal com dois filhos a estudar no Planalto e ainda três filhas a frequentar o Mira Rio: "Os colégios não são o único espaço de convívio para eles, que ainda andam na natação e aprendem música no ensino público", conta Lúcia Vasco.
 Publicado em ionline.pt 25 de Fevereiro de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Rádio Vidigueira cria programa para jovens

A Rádio Vidigueira criou um espaço inteiramente dedicado aos jovens do concelho chamado Overground. É transmitido duas vezes por mês durante o programa Renascer, às quintas feiras, das 10h às 11h.
Segundo Ana Coutinho e David Borges, este espaço servirá para "destapar" os problemas com que os jovens do concelho se deparam e discuti-los abertamente com alguns convidados. Os temas serão variados, nomeadamente, saúde, educação, formação, emprego, empreendedorismo e iniciativas variadas. Desta forma, pretende-se debater a evolução da Geração Rasca e Underground (debaixo do solo) para a nova geração à Rasca que quer estar Overground (em cima do solo).
Na emissão de hoje a convidada Patrícia Pires falou sobre a sua experiência educativa no concelho. A falta de acompanhamento da comunidade educativa nas escolhas para o ensino superior, a necessidade de sair de "casa" para realizar um curso superior e a falta de apoio na universidade para a empregabilidade foram experiências relatadas. Assim como o David e a Ana compararam as ofertas do ensino profissional do concelho com o secundário "normal" do distrito em relação à aquisição de competências e, à utilidade das mesmas na vida académica. Constatou-se que, para eles, existiu falta de acompanhamento psicológico durante todo o processo educativo dentro do concelho visto terem tido imaturidade na tomada de decisões importantes para a sua vida académica e, por sinal, terão repercussões na vida profissional. A falta de um conhecimentos mais profundo das opções disponíveis, também os fez divergir dos seus sonhos e ambições. Estas e outras incertezas na oferta educativa e profissional é, sem dúvida,  um problema que abrange todos os jovens do concelho.
Aguardamos o desenrolar deste programa na próxima edição de dia 10 de Março.

Serviços da Educação barram campanha "ideológica" contra a homofobia nas escolas - Sociedade - PUBLICO.PT

Serviços da Educação barram campanha "ideológica" contra a homofobia nas escolas - Sociedade - PUBLICO.PT
 

Confederações com "reticências" e "dúvidas" na eventual aplicação de coimas aos pais

As confederações nacionais de associações de pais e encarregados de educação manifestaram hoje "muitas reticências" e "dúvidas" quanto à anunciada intenção do Governo Regional dos Açores em aplicar coimas aos pais que não se envolverem na educação dos filhos.
A posição do executivo açoriano foi anunciada na terça-feira no plenário da Assembleia Legislativa Regional, onde a secretária regional da Educação, Cláudia Cardoso, admitiu a aplicação de "coimas" e "perda de direitos sociais" a quem não esteja interessado no sucesso escolar dos educandos.
Contactado pela agência Lusa, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, sustentou que a questão levanta, desde logo, "muitas dúvidas", considerando ainda "bizarro" o conceito de aplicar coimas aos pais.
"O que pergunto é se o Governo Regional quer penalizar os pais que não se envolvam nas questões educativas em sentido mais lato, como por exemplo participarem em reuniões de conselhos locais de educação ou associações de pais. Coisa diferente é penalizar os pais que não respondam quando solicitados" pela comunidade educativa, disse Albino Almeida.
Segundo o presidente da Confap, "se o propósito é penalizar os pais que não se envolvam na educação dos filhos, então trata-se de um forma bizarra de promover o envolvimento parental", admitindo ter ficado "surpreendido" com a possibilidade já que o arquipélago dos Açores em matéria de educação tem sido motivo de "referência" no país.
"É o mesmo que decretar multas a quem não se envolva na cidadania", frisou Albino Almeida, acrescentando ainda que "no caso dos deveres inerentes à responsabilidade parental as penalizações não devem ser colocadas ao nível da escola", mas alertando as instituições.

por Lusa 23-02-2011

Multas para pais que não se envolvam na educação dos filhos

Medida deverá entrar em vigor nos Açores.

A nova secretária regional da Educação do Governo Regional dos Açores, Cláudia Cardoso, pretende dar mais autoridade aos professores para que possam aplicar coimas aos pais que não se envolvam na educação dos filhos.

A decisão foi avançada no plenário da Assembleia Legislativa Regional durante a questão do Governo sobre educação promovida por Paulo Estêvão, deputado regional do Partido Popular Monárquico (PPM) de forma a debater os problemas escolares nos Açores, refere a Lusa.
Cláudia Cardoso frisou que é necessário um «reforço urgente da autoridade do pessoal docente, dentro e fora da sala de aulas» e é importante que se dê aos professores o estatuto de «autoridade pública». A secretária afirma ainda que «as situações de agressões» devem ser consideradas «como situações de crime público».
A secretária que pretende criminalizar os maus comportamentos escolares através de «profundas alterações» no Estatuto do Aluno, no Regulamento de Gestão Administrativa e Pedagógica dos Alunos e no Regulamento de Autonomia e Gestão das Escolas pretende também que os pais sejam mais assíduos no acompanhamento dos alunos, e admite que sejam aplicadas «coimas» e «perda de direitos sociais» aos pais não interessados.
O líder parlamentar do CDS/PP, Artur Lima, disse à Lusa que a proposta apresentada já tinha sido defendida por sindicatos de alguns paridos da oposição e considerou que se trata de uma «viragem no discurso da Educação nos Açores».
Paulo Estêvão impôs a «suspensão imediata» do sistema de avaliação dos docentes por ter entendido que seria uma perda de tempo para os professores e por não discriminar os bons dos maus. O deputado criticou ainda o método de avaliação dos professores existente que classifica todos com nota de «bom».
Cláudia Cardoso recusou a exigência de Paulo Estêvão, recordando que a indicação que o executivo tem é que este modelo, além de estar devidamente integrado, já é «compreendido» e «aceite» pelos docentes.

 Fonte: iol.pt 22-02-2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Como estudar melhor

Algumas sugestões que podem ser úteis para este ano lectivo
14 de Set de 2010



" Não há regras rígidas para um estudo com sucesso. Sozinho ou acompanhado, em casa ou na rua, com ou sem música, são variáveis que deves experimentar e perceber o que resulta melhor contigo.
" É necessário estudar todos os dias pelo menos uma hora.
" Prepara a tua mochila de véspera para não te esqueceres de nada;
" Toma sempre o pequeno-almoço antes de ires para a escola. Estar alimentado ajuda o nosso cérebro a concentrar-se nas matérias que queremos aprender e não na fome que temos;
" Tem sempre o material ao teu alcance para não perderes a concentração à procura de um lápis, uma borracha, um livro...
" De acordo com o ambiente que está à nossa volta, o cérebro prepara-se para determinada tarefa. Por isso, deves estudar num local arejado e com boa iluminação
" Se leres deitado, de costas, provavelmente ficarás com sono, e de barriga para baixo estarás a forçar a coluna vertebral, os músculos dos braços e o pescoço. O corpo e o cérebro funcionam melhor se estudares sentado. No entanto, de vez em quando deves mudar de postura. Podes, por exemplo, levantar-te e ler em voz alta
" Não memorizes o que não entendeste pois irás esquecer-te disso facilmente. Toma nota da dúvida para a esclareceres com o professor na próxima aula
" Se não estiveres com vontade de estudar e sentires que não estás a ter resultados, não insistas. Pára para ires apanhar um bocado de ar, comer qualquer coisa, conversar com um amigo...
" Termina sempre o estudo com uma atitude positiva. Verifica o que já aprendeste em vez de veres o que ainda te falta. Assim, estarás motivado para aprender cada vez mais;
" Um bom descanso é fundamental para o sucesso nos estudos. Podes beber um copo de leite antes de te deitares. O leite possui triptofano que é uma substância indutora do sono;
Na sala de aulas:
Tira apontamentos enquanto o professor dá a matéria. Ajudar-te-á a estar concentrado;
Não escrevas tudo tal e qual o professor disse. Apenas as definições, nomes, datas e fórmulas devem ser reproduzidas totalmente. Tal como quando vais a um pomar e escolhes apenas a fruta madura, na aula deves seleccionar a informação que convém reter e registar;
Não basta ouvir para aprender. Deves relacionar o que estás a ouvir com aquilo que já sabes e formular opiniões sobre os assuntos;
Bons apontamentos
Faz resumos. Resumir significa transformar um texto com muitas palavras noutro com menos palavras que contenha a ideia principal. Não há resumos certos nem errados desde que não alteres as ideias do texto, apenas as sintetizes;
Sublinha o que é mais importante. Os sublinhados ajudam-nos a reler rapidamente o essencial de um texto sem termos de o ler todo de novo;
Escreve os apontamentos com a melhor letra que conseguires fazer. Quanto mais agradáveis forem os apontamentos, mais atractivos e mais fáceis de estudar se tornam.

As recompensas também educam

Recompensar a criança por aquilo que fez bem é um acto natural e desejável. A criança, para além da satisfação própria do dever cumprido, tem a gratificação adicional de um prémio oferecido pelos pais, em sinal do seu apreço pelo cumprimento de determinado objectivo. O problema está na forma e no conteúdo desse prémio.

A principal recompensa que uma criança pode ter é a atenção, o encorajamento e o elogio dos pais. Nada é tão forte e tão estimulante a curto, médio e longo prazo, como a aprovação das suas atitudes pelos pais. Esta é a recompensa que deve ser usada com maior frequência, superando qualquer outra.

No entanto, existem, claro, outras formas de recompensar a criança pelos seus esforços de corresponder às expectativas dos pais. Uma delas é a recompensa social que envolve, para além da atenção e dos estímulos verbais, como o encorajamento e o elogio, o contacto físico (quem não gosta de um abraço, um beijo ou uma carícia?) ou o envolvimento em actividades que são do gosto da criança após um comportamento adequado, como um jogo, ler uma história, fazer um passeio a pé ou de bicicleta, desenhar ou fazer construções em barro ou plasticina.

As recompensas deste tipo são muito gratificantes para as crianças e também para os pais, pois, além de cumprirem o seu objectivo, de premiar um comportamento adequado, estreitam a relação entre pais e filhos ao estimular a brincadeira em conjunto.

Pediatra
por Paulo Oom, Publicado em 17 de Fevereiro de 2011, via ionline.pt

Sem desporto escolar alunos podem engordar quatro quilos por ano

Fenprof acusa Governo de querer acabar com mil horários de desporto no próximo ano lectiv.

A eliminação do desporto escolar pode levar cada aluno a ganhar quatro quilos num só ano lectivo A agência Lusa foi ouvir um especialista em obesidade infantil que critica a medida «economicista» do Governo. O apertar do cinto na educação vai levar, segundo a Fenprof, ao corte nos horários do desporto escolar.

Para António Palmeira, investigador da Universidade Lusófona, o fim do desporto escolar terá consequências a longo prazo na saúde dos jovens, já que «as pessoas que não fazem desporto nestas idades muito dificilmente o farão na idade adulta e 80 por cento dos que são obesos nesta altura serão obesos na idade adulta».

Segundo as contas do especialista, duas sessões de desporto escolar por semana representam o consumo de mil calorias, o que corresponde a 30 mil calorias por ano, ou seja, são «quatro quilos a mais no jovem se mantiver o mesmo regime alimentar num ano lectivo, só por não terem desporto escolar».

A Fenprof acusou, na segunda-feira, o Ministério da Educação de querer «impor, sem negociar», um plano de organização do próximo ano escolar que poderá eliminar «cerca de 10 mil horários de trabalho», entre os quais se incluem os cerca de mil horários para o desporto escolar.

 Fonte: tvi24

Censos 2011

O Instituto Nacional de Estatística convida toda a população a participar activamente na realização dos Censos 2011 — o XV Recenseamento Geral da População e o V Recenseamento Geral da Habitação — e a responder com rigor aos seus questionários. 

21 de Março é dia dos Censos 2011 (também chamado Momento Censitário). Nesse dia inicia-se o período de resposta, a ele devendo referir-se as informações a prestar. Todos os alojamentos vão ser contactados pelos Recenseadores do INE, devidamente identificados e que, porta a porta, vão percorrer o país para entrega dos questionários em papel e dos códigos necessários para resposta pela Internet. 

Pela primeira vez, em Portugal, vai poder responder aos Censos também pela Internet: é cómodo, é fácil e é seguro! Pode fazê-lo entre 21 de Março e 10 de Abril em www.censos2011.ine.pt.

Para o sucesso da operação é indispensável que cada um de nós reconheça a relevância da sua resposta e colabore com o recenseador! Recorde-se que ao responder aos Censos está a exercer simultaneamente um direito e um dever de cidadania. Ao responder aos Censos, cada cidadão está a “contar” para a “fotografia” da população e do parque habitacional. Essa fotografia só terá qualidade se reflectir a realidade de todos e de cada um. Ao não responder, estará a impedir a nitidez e o rigor do retrato do país e das medidas que, a partir dele, vierem a ser tomadas. 

Ao INE coube, ao longo dos últimos 5 anos, a responsabilidade de montar esta grande operação. A partir de 21 de Março o sucesso definitivo dos Censos 2011 passa a estar verdadeira e inquestionavelmente nas mãos de todos e de cada um! Portugal conta connosco. Nós contamos consigo! 

Censos vão às escolas
 
A realização das operações censitárias só é possível através da colaboração empenhada da população pelo que irá ser feita uma forte campanha publicitária com o objectivo de apelar a essa colaboração. 

A população escolar dos ensinos básicos e secundário deverá constituir um agente importante para dinamizar as respostas aos Censos 2011, tanto pela compreensão da sua importância, como pela influência positiva que pode exercer sobre os pais e encarregados de educação, transmitindo-lhes essa mesma ideia de importância. 

Para sensibilizar os alunos, é indispensável a colaboração dos professores. Para o efeito, em colaboração com a Equipa do ALEA (Acção Local de Estatística Aplicada — projecto conjunto da Escola Secundaria Tomaz Pelayo, da Direcção Regional de Educação do Norte e do Instituto Nacional de Estatística), foram concebidos três tipos de aulas destinadas a cada um dos grupos de população a abranger (1º ciclo do ensino básico, 2º e 3º ciclos do ensino básico, ensino secundário), sobre o tema “Os Censos vão às Escolas” com informação sobre “o que são, para que servem e como se fazem os Censos 2011”.No final de cada aula, estão previstas pequenas tarefas que ajudam a compreender a consolidar melhor algumas das matérias tratadas. 

O Ministério da Educação foi previamente consultado sobre este processo, tendo-lhe dado o seu total apoio por Despacho de Sua Excelência o Secretário de Estado da Educação.

Escolas cortam nas visitas de estudo por falta de verbas - Educação - PUBLICO.PT

Escolas cortam nas visitas de estudo por falta de verbas - Educação - PUBLICO.PT

Carta de Princípios da Educação Rodoviária no Sistema Educativo

Importante para todos nós que andamos na rua com outras pessoas, onde circulam carros também. Comecemos por conhecer a Carta dos Princípios da Educação Rodoviária do Sistema Educativo:

Artigo 1º- À criança e ao jovem deverá ser garantida a educação rodoviária.
Artigo 2º- A educação rodoviária deverá ser assumida como parte indissociável(1) da formação global do cidadão.
Artigo 3º- A educação rodoviária deverá ter por finalidade a criação de uma cultura em que a segurança rodoviária seja encarada pela sociedade coo um valor a preservar e a desenvolver.
Artigo 4º- A educação rodoviária deverá proporcionar experiências que favoreçam a maturidade cívica e sócio-afectiva da criança e do jovem, desenvolvendo atitudes e comportamentos adequados para uma inserção segura em ambiente rodoviário.
Artigo 5º- A educação rodoviária deverá fazer parte integrante do sistema educativo, constituindo-se como matéria curricular nos diferentes níveis de educação/ensino.
Artigo 6º- A Escola deverá constituir o ambiente privilegiado para a exploração pedagógica da educação rodoviária, enquanto espaço estruturado nos diferentes domínios do conhecimento nos quais a educação rodoviária se poderá, eficazmente, corporizar, em termos de continuidade, sistematização e progressão pedagógica.
Artigo 7º- Aos docentes deverá ser atribuído um papel fulcral como agentes activos da educação rodoviária, o que pressupõe uma adequada formação inicial e continua que os habilite a uma eficaz intervenção educativa.
Artigo 8º- À família cabe assumir, no seu papel educativo, uma acção determinante na interiorização de atitudes e no desenvolvimento de comportamentos adequados, em material de segurança e educação rodoviárias.
Artigo 9º- Às autarquias deverá caber um papel primordial, enquanto entidades promotoras e dinamizadoras da educação rodoviária, na gestão de equipamentos e infraestruturas logísticas e ambientais orientadas para a melhoria das condições de segurança da criança e do jovem.
Artigo 10º- A educação rodoviária deverá constituir tarefa de todos os agentes educativos, co-responsabilizando igualmente entidades públicas e privadas que possam transmitir à criança e ao jovem valores sócio-educativos, na perspectiva de uma formação ao longo da vida.

Edição e produção:
Departamento da Educação Básica e do Ensino Secundário do Ministério da Educação, Direcção Geral de Viação e Prevenção Rodoviária Portuguesa.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Novas regras fiscais

 O Orçamento do Estado para 2011 introduz alterações significativas em matéria fiscal, não só no IRS e IRC, mas também nos documentos de despesas com saúde, educação, formação, etc
 
Veja AQUI

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Parabéns Eco-Escola!

Foram aprovados para desenvolvimento os dois projectos apresentados pela escola de Vidigueira ao Prémio "Ciência na Escola", promovido pela Fundação Ilídio Pinho em parceria com o Ministério da Educação e o Banco Espírito Santo.
Sendo eles:
- Monitorização de Ninhos artificiais para Aves insectívoras (2º Escalão)
- Indicadores biológicos da qualidade da água - Os Macroinvertebrados da Ribeira do Freixo (3º Escalão)

http://fundacaoip.locais.net/media/uploads/site/PFIP_9Ed_2010-2011_listas.pdf

Dos 701 projectos apresentados, o Júri Nacional aprovou para desenvolvimento 351 projectos.
 

Síte excepcional

 "O seguinte link é talvez um dos mais completos trabalhos...
É extraordinário, porque nos leva ao mundo dos museus mundiais, à
pintura, escultura, pinoteca, slides, músicas e muito mais...


Saber mais sobre Cultura

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Aprenda a limitar o tempo

ionline.pt
por Paulo Oom, Publicado em 03 de Fevereiro de 2011


Muitas vezes é mais fácil conseguir que a criança faça o que pretendemos se estabelecermos um tempo limite para a realização de uma tarefa.

Esta forma de incentivo é mais fácil se a tarefa for transformada numa brincadeira ou num desafio. Quando um dos meus filhos não queria ir para a escola de manhã, havia sempre algo que resultava: uma corrida até ao portão de entrada. A excitação do desafio e da brincadeira sobrepunham-se sempre à falta de vontade para entrar na creche. E todos os dias lá íamos nós em correria desde que fechávamos a porta do carro até ao portão da escola. Se ele ganhava (o que acontecia com muita frequência), o prazer era ainda maior e tudo o resto era esquecido.

Outra forma de jogar com o tempo é conseguida através da utilização de um cronómetro. Não precisa de ser nenhum aparelho de última geração. O relógio do forno ou um despertador servem perfeitamente.

Pode ser usado, por exemplo, durante as refeições, quando a criança parece que até a água mastiga. Usar um cronómetro é uma forma inteligente de marcar um tempo sem nos envolvermos emocionalmente na contagem. Quando somos nós a contar podemos ter tendência para contar mais rápido (se estamos sem paciência) ou mais lento (se queremos desculpar a criança) e estamos sempre sujeitos ao "só mais um bocadinho" ou ao "está quase". Pelo contrário, um cronómetro ou um despertador não podem ser emocionalmente manipulados pela criança.

Conheça os novos megagrupamentos de escolas

ionline.pt
por Kátia Catulo , Publicado em 02 de Fevereiro de 2011  

Novo modelo é ainda um quebra-cabeças para as direcções que dirigem agrupamentos com o triplo da dimensão

Os agrupamentos que neste ano lectivo fundiram as escolas do pré-escolar ao secundário ganharam uma escala tão grande que, por vezes, se tornam ingovernáveis. As direcções ainda estão a aprender a lidar com a frustração dos professores que perderam autonomia e agora se sentem ignorados. Cinco meses depois de as comissões administrativas provisórias (CAP) assumirem a gestão deste novo modelo, há ainda carências de meios ou de docentes que se tornaram mais evidentes após a fusão. "A sobrecarga burocrática aumentou uma vez que as escolas estão distantes umas das outras. As rotinas de trabalho também são outras com implicações na qualidade dos serviços prestados, o que tem gerado um clima de escola agastado e desgastado", conta Ana Clara Almeida, que dirige o agrupamento de Penacova

Em boa parte dos casos, as escolas não conseguem funcionar em pleno porque agora é mais difícil fazer chegar a informação do topo até à base da pirâmide, sem se perder pelo caminho. Nos agrupamentos de escolas de Condeixa, de Vila Real de Santo António, Penacova, Arganil ou de Ana Castro Osório (Mangualde), as direcções enfrentam todos os dias a resistência de dezenas de professores avessos às mudanças. Os cinco novos agrupamentos procuram ainda o melhor caminho para eliminar o excesso de burocracias, encontrar as estratégias para reorganizar um quadro de docentes que triplicou ou descobrir novas rotinas para uniformizar as práticas de escolas até há pouco tempo habituadas a trabalhar com autonomia.

Há um longo percurso pela frente nestes agrupamentos, os primeiros a inaugurar um modelo de gestão que em Setembro do ano passado deu origem a 84 novas unidades que ficaram conhecidas como mega-agrupamentos. E, entretanto, o governo já avisou - as fusões de escolas são para continuar no próximo ano lectivo. Juntar todos os graus de escolaridade numa gestão única é o padrão que o Ministério da Educação quer estender a todo o ensino público. Os agrupamentos de Arganil, Condeixa ou de Penacova são os pioneiros e estão entre os poucos que podem partilhar com as próximas escolas a serem fundidas o que correu mal num processo feito contra o tempo e que está ainda longe do sucesso.

A maior fusão De um mês para o outro, a comissão administrativa provisória das escolas de Ana Castro Osório passou a dirigir um agrupamento com 2800 alunos e 340 professores. É a maior fusão até agora e, gerir um quadro de funcionários e docentes três vezes maior, tornou-se numa tarefa muito mais complicada. Reuniões gerais com todos os professores deixaram de acontecer: "Precisaria de um estádio para conseguir juntar todos os professores que agora integram o corpo docente", conta ao i António Agnelo Figueiredo, presidente da CAP.

O grande obstáculo é agora conseguir que as orientações da direcção cheguem intactas no final da corrente de transmissão: "Pôr toda a gente a trabalhar junta é o nosso principal desafio, sobretudo porque é imprescindível uniformizar as práticas de escolas que antes tinham métodos de trabalho distintos." Legislar por "despacho" passou a ser o caminho mais rápido e fácil. Os professores tiveram de se habituar às "ordens de serviço" que, em muitos casos, substituíram o debate e a partilha de decisões. A internet entrou no quotidiano das escolas pois é a única ferramenta que permite manter a comunicação com o mínimo de falhas: "Passámos a usar um portal que está em actualização permanente."

MegaReuniões Nas escolas de Penacova, que juntou 1568 alunos de dois agrupamentos extintos, as reuniões também passaram a ter "um número elevado de participantes", conta a presidente da CAP Ana Clara Almeida: "Isso tem dificultado o cumprimento da ordem de trabalhos, a circulação de informação e a tomada de decisões." Para facilitar a comunicação, a comissão criou a figura de representante da disciplina dentro dos novos departamentos que agora incluem várias disciplinas. Depararam-se com novo constrangimento. Dada a redução do crédito global de horas do corpo docente, consequência ligada à fusão, os professores estão ainda mais limitados no tempo disponível para reuniões de planeamento ou de avaliações: "A manutenção do regime de horário de trabalho dos professores, nas circunstâncias actuais, exigindo-se imenso sem contrapartidas, tem sido um quebra-cabeças para a CAP."

Os obstáculos nas escolas de Condeixa não são muito diferentes. O agrupamento juntou 1600 alunos e 210 professores e a recente dimensão do corpo docente "coloca sérias dificuldades ao nível da organização de reuniões, sendo agora mais difícil conseguir "gerir modos de trabalhar distintos", diz a dirigente da CAP Anabela Lemos. De resto, as dificuldades repartiram-se por todos os sectores, mas a pior fase aconteceu na preparação do arranque do ano lectivo. A fusão das várias bases de dados (alunos, professores e funcionários) foi a prioridade, uma vez que foi necessário processar vencimentos, uniformizar documentos contabilísticos, turmas e listagens várias de alunos. Foi portanto preciso reforçar a assistência técnica, o que a Direcção Regional de Educação do Centro não conseguiu prestar, critica a presidente.

Comunicações interrompidas No agrupamento de escolas de Arganil ainda hoje há processos que ficaram incompletos: "A transmissão de tarefas ou de orientações continua a ser um problema, uma vez que ainda não temos um servidor que nos permita comunicar informaticamente com as escolas básicas do 2.o e 3.o ciclos e a secundária onde está a base de dados de alunos, professores e funcionários", conta o dirigente da comissão Fernando Antunes. Cristina Silveira, do Agrupamento de Vila Real de Santo António, não ficou muito surpreendida com as dificuldades que encontrou quando em Agosto assumiu a CAP: "Cada uma das escolas tinha a sua organização própria e a fusão implicou alterar normas e hábitos administrativos ou relacionais." O primeiro puzzle passou por construir horários com professores que dão aulas em duas escolas diferentes.

A diminuição de horas de crédito também aqui não facilitou a distribuição dos cargos nem dos projectos aprovados em cada uma das cinco escolas reagrupadas. Foi preciso ainda importar os processos dos alunos, usando programas informáticos diferentes, reorganizar serviços e processos administrativos e departamentos curriculares tendo em conta a distância entre as escolas. Tudo feito contra a vontade da comunidade, mas que teve de ser feito "porque tem de ser".

Menos horas. Escolas vão despedir um quarto dos professores

ionline.pt
por Kátia Catulo e Marta F. Reis, Publicado em 03 de Fevereiro de 2011

O horário no currículo do ensino básico vai sofrer em média uma redução de 10%. A partir de Setembro, a carga horária semanal dos alunos do ensino básico vai ter entre menos 4h30 e 1h30. A redução dos tempos lectivos é para todas crianças do 5.o ao 9.o ano, mas enquanto os bons alunos terão de ficar em média menos 3 horas e meia (13%) na escola, os que têm dificuldades de aprendizagem perdem apenas 1h50 minutos (6,9%). No final de um ano lectivo com o calendário semelhante ao de 2010/11 (37 semanas de aulas), a redução representa uma diferença de 53 horas de aulas entre os alunos bons e os fracos.

O corte resulta da eliminação de duas disciplinas e da reestruturação de outra: a Área de Projecto e a oferta de escola - uma cadeira ou ateliê que cada estabelecimento de ensino oferece aos alunos - desaparecem e o Estudo Acompanhado será só para os alunos com dificuldades de aprendizagem. Para as escolas, contudo, essa redução vai implicar até 13 horas retiradas aos horários dos professores. Se um agrupamanto tiver, por exemplo, 10 turmas, essa diminuição poderá atingir as 150 horas.

Esta é apenas uma das alterações curriculares que consta do decreto-lei publicado ontem em Diário da República e que atribuiu também às escolas a responsabilidade de organizar as disciplinas em tempos lectivos de 45 ou 90 minutos. No total e incluindo a redução em cerca de 70% do crédito de horas previsto na reorganização do próximo ano lectivo, as escolas poderão perder em média cerca de um quarto dos professores que leccionam actualmente. Os cálculos são da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), que teme não conseguir manter os alunos a tempo inteiro nas escolas. "A diminuição da carga horária coloca--nos um sério problema - os alunos terão mais tempos livres e as escolas menos recursos para mantê-los ocupados", alerta o presidente da ANDE, Manuel Pereira.

Das duas uma - ou os alunos ficam nos ATL, no caso das escolas conseguirem aumentar a oferta, ou então "vão para casa", adverte o director do Agrupamento Ferreira de Castro (Sintra), António Castel-Branco.

Há ainda uma terceira via que só os mais optimistas conseguem equacionar. "Quero acreditar que o Ministério da Educação vai voltar atrás e perceber que será preciso dar o mínimo para cumprirmos a nossa função de assegurar a escola a tempo inteiro", acrescenta o dirigente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

No próximo ano lectivo, a redução da carga horária para os alunos do básico vai variar de acordo com o rendimento escolar de cada um. Significa que os que tem dificuldades de aprendizagem vão ficar mais tempo na escola - entre 24 e 26 horas semanais - uma vez que terão de frequentar a disciplina de Estudo Acompanhado. Em contrapartida, os bons alunos passam a ter um horário entre as 21 e as 24 horas e 45 minutos.

E serão os conselhos de turma de cada escola a decidir quais os alunos que vão precisar do Estudo Acompanhado, uma disciplina não curricular dirigida aos alunos que precisam de apoio para melhorar os seus resultados, sobretudo nas disciplinas de Português e Matemática.

Escolas vão poder organizar aulas de 45 ou 90 minutos no próximo ano lectivo

por Agência Lusa, Publicado em 02 de Fevereiro de 2011


As escolas vão poder organizar, a partir de 01 de setembro, as disciplinas dos 2.º e 3.º ciclos em aulas de 45 ou 90 minutos, exceto Educação Física, segundo um diploma publicado hoje em Diário da República (DR).
O decreto-lei permite que "as escolas, no âmbito da respetiva autonomia, expressa no seu projeto curricular de escola e de turma, possam organizar os tempos letivos em períodos de 45 ou 90 minutos".
Por outro lado, procede ainda à reorganização dos desenhos curriculares dos 2.º e 3.º ciclos. "Procura-se, deste modo, a otimização dos recursos, e simultaneamente a diminuição da carga horária letiva semanal dos alunos", refere o diploma.
As opções devem ser discutidas com os professores, pais e alunos, através do Conselho Geral e do Conselho Pedagógico, onde estão reunidos os seus representantes.
Também a partir do próximo ano letivo, será eliminada a disciplina de Área de Projeto. Esta disciplina servia para o aluno aprender a organizar-se, a trabalhar sozinho e em grupo. A eliminação desta disciplina permite reduzir a carga horária semanal dos alunos.
Por outro lado, mantém-se a disciplina não curricular de Estudo Acompanhado, dirigida aos alunos que precisam de apoio para melhorar os seus resultados, sobretudo nas disciplinas de Português e Matemática.
Estes alunos são indicados pelo professor responsável pela turma ou pelo Conselho de Turma (formado por todos os professores da turma).
A 20 de dezembro, o Conselho Nacional de Educação (CNE) manifestou-se "contra as alterações pontuais" que o Governo pretendia introduzir na organização curricular do ensino básico, criticando medidas em "sequência direta de restrições orçamentais".
"Trata-se de uma alteração curricular que, na sua essência, é determinada por critérios económicos e não por questões educativas e pedagógicas", afirmava o CNE num parecer a que a agência Lusa teve acesso.
No documento, este órgão consultivo criticava a ausência no projeto do Governo dos motivos da eliminação da Área de Projeto e da limitação do Estudo Acompanhado aos alunos com dificuldades de aprendizagem, instando a tutela a tomar medidas "devidamente sustentadas por estudos de avaliação das práticas de decisão curricular".
Manifestando-se "contra as alterações pontuais na organização curricular do ensino básico", o CNE considera que a supressão da Área de Projeto não deveria ser materializada sem que as suas valências sejam desenvolvidas noutros espaços escolares.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Bullying: Diploma foi votado no Parlamento

A violência escolar passa a ser crime público. A proposta de lei do Governo para criminalização da violência nas escolas foi ontem aprovada com os votos do PS, a abstenção do PSD e do CDS e com os Verdes, Bloco de Esquerda e PCP a votarem contra.
Os deputados Vera Jardim e Sérgio Sousa Pinto votaram contra a proposta do executivo socialista. Este último, na véspera da votação em plenário, chegou mesmo a apelidar o diploma de "absolutamente desnecessário", considerando que "faz tanta falta às escolas como uma gaita num funeral". Os deputados que quebraram a disciplina de voto não serão penalizados, segundo o líder parlamentar do PS, Francisco Assis.
Mais de uma dezena de socialistas, co-mo Filipe Neto Brandão, Maria Antónia Almeida Santos, Maria José Gamboa, Anabela Freitas, Isabel Oneto, Marques Júnior, Odete João e José Miguel Medeiros, apresentaram declarações de voto. Exemplo que também foi seguido por alguns deputados sociais-democratas. Com a definição deste crime, os jovens dos 12 aos 16 anos, inimputáveis para efeitos da lei penal, podem ser penalizados com a aplicação de medidas tutelares educativas e os mais velhos podem sofrer, em caso de morte da vítima, prisão até dez anos. O diploma vai ser discutido na Comissão de Assuntos Constitucionais.
Já a proposta do CDS, que também consagrava o crime da violência escolar, foi rejeitada. Porém, as recomendações ao Governo para reforçar os meios da ‘Escola Segura' e apresentar no Parlamento relatórios semestrais sobre segurança e violência escolar foram aprovados.

22 Janeiro 2011 
Ana Carvalho Vacas

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Como sei que o meu filho está a ser vítima de maus-tratos psicológicos?

Sempre que notar alterações no humor do seu filho, abatimento físico e psicológico, sem paciência para nada, mais alheado da família do que de costume, mais introspectivo, com piores resultados na escola, com queixas físicas permanentes (dor de cabeça, de estômago, fadiga), irritabilidade extrema, inércia. Se bem que muitos destes sintomas possam ser confundidos com a adolescência, é necessária uma atenção redobrada…

Sinais de alerta da violência infantil
:


Ira intensa

Ataques de fúria
Irritabilidade extrema
Frustrar-se com frequência
Impulsividade
Auto-agressão
Poucos amigos
Dificuldade para prestar atenção
Inquietude física

Para mais informações, consulte o Portal do Bullying em : http://www.portalbullying.com.pt/

Sítio da Biblioteca Escolar

 No link abaixo pode ter acesso ao sítio da Biblioteca Escolar e ter acesso a toda a informação sobre a Biblioteca do seu educando.  Lá, poderá encontrar sugestões de leitura em família, jogos e até o top de leitores. Informe-se, actualize-se e colabore na educação do seu educando.

Biblioteca Escolar

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Agrupamento adere à campanha Geração Depositrão 2011

Deu-se inicio à recolha de pequenos electrodomésticos para o concurso Geração Depositrão 2011 a nível nacional que irá Decorrer até 15 de Junho  de 2011.

Aceitam-se:
Resíduos eléctricos e electrónicos da categoria pequenos domésticos
(Ex: Pequenos REEE= secadores de cabelo, brinquedos, máquinas de café, ferros de engomar, telefones/telemóveis, torradeiras/tostadeiras, facas eléctricas, varinhas mágicas, relógios, balanças, máquinas fotográficas, televisões, computadores, monitores, impressoras, rádios ou consolas)
E Resíduos de Pilhas e Aculmuladores: Ex. Pilhas e baterias de diferentes tipos

 
Estes materiais deverão ser depositados no Depositrão situado no átrio da nova escola de Vidigueira.

A avaliação desta actividade será efectuada em função do peso  de REEE e RP&A recolhidos por cada escola, sendo premiadas as 10 escolas que a nível nacional apresentarem maior peso de recolha (Kg /aluno) .

Ajude e colabore com os seus educandos a participar nesta campanha.

Lutar pelo Sucesso Escolar do seu filho

Uma das principais preocupações da maioria dos Pais, é a possibilidade da vida escolar dos seus filhos não tomar os contornos desejados. Com a impressionante taxa de insucesso escolar com que Portugal conta, é indispensável que os Pais redobrem a importância com que encaram o sucesso escolar dos seus filhos, de forma a evitar que estes venham a fazer parte do crescente grupo de jovens que se revela incapaz de atingir um bom nível aproveitamento escolar.
Infelizmente, uma grande percentagem dos Pais não faz ideia de qual possa ser a melhor forma de lidar com os problemas escolares apresentados pelos seus filhos, acabando, assim, presenciando o fracasso dos mesmos na escola e, consequentemente, na vida.
De seguida, serão apresentadas 4 dicas que, quando bem interpretadas, poderão ajudá-lo a lutar eficazmente pelo sucesso escolar do seu filho:

1- Torne-se num encarregado de educação mais activo

Não deixe o dia-a-dia escolar do seu filho passar como se nada fosse: desenvolva um papel o mais activo possível na sua rotina escolar. Este é um ponto em que muitos Pais falham, ao sucumbirem à comodidade de um papel mais passivo na vida dos seus filhos. Um bom exemplo de um Pai activo nos assuntos escolares do seu filho é aquele que procura, com frequência, obter informação junto dos professores, a respeito do desempenho do seu filho. Ao manter-se bem informada poderá, de forma mais eficaz, antecipar possíveis dificuldades que o seu filho possa encontrar-se prestes a demonstrar.

2- Aceite ajuda exterior

Deixe de lado o estigma de que só você sabe o que é melhor para o seu filho, e que mais ninguém tem o direito de lhe dizer como o educar. Os Pais, por mais amor que sintam pelo seus filhos, não se encontram, na grande maioria das vezes, preparados para lidar com os factores comportamentais associados ao desenvolvimento do seu  filho, acabando, por vezes, por tomar decisões contraproducentes e insensatas, que nada farão para ajudar a ultrapassar os problemas que possam vir a experienciar.
Por ajuda exterior, podemos entender, não só o parecer dos profissionais encarregados pela formação escolar do seu filho, como também, caso se justifique, a ajuda de um profissional habilitado a lidar com esses géneros de situações, como é o caso de um psicólogo. Quanto mais realistas e receptíveis as ajudas exteriores aos Pais forem, mais aptos se encontrarão a lidar com problemas que os seus educandos possam vir a apresentar.

3- Aprenda a conversar com o seu filho

Não deixe que o seu filho olhe para si como uma entidade autoritária, a quem apenas deve satisfações e agrado. É importante que eles compreendam que, um comportamento adequado, dentro do ambiente escolar, não deve ser adoptado em prol da satisfação dos Pais, mas sim do seu futuro. A maioria das crianças tenta ter boas notas, não por consciência de que tal é de vital importância para o seu futuro, mas sim para evitar desagradar os Pais, e com isso ser castigado. Desta forma, é importante que tente, com a maior frequência possível, dialogar com ele sobre os diferentes aspectos inerentes à importância da sua dedicação escolar, de forma a conseguir desenvolver nele uma consciência própria da relevância que tal poderá vir ter na sua vida.

4- Crie regras e acompanhe o cumprimento das mesmas

Faça com que o cumprimento das obrigações escolares se torne parte integrante da sua rotina, mesmo fora da escola. Crie horários de estudo, e certifique-se que os mesmos serão, a qualquer custo, cumpridos. Faça-o compreender que a dedicação e o sentido de responsabilidade compensam, ao recompensá-lo aquando o cumprimento das regras, e castigando-o, caso as mesmas não sejam cumpridas. Por castigo, não se deve entender violência, nem física nem verbal, mas sim impedimento de acesso a determinadas coisas que o possam cativar, como é o caso de jogos, televisão, brinquedos, ou saída com os amigos. Ensine-o a reconhecer a importância da recompensa advinda do esforço, e verá que conseguirá encaminhá-lo na direcção mais correcta.

Fonte: Sítio da Mulher, 26 de Abril de 2010

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Programa visa melhor alimentação nas escolas

Fonte: iol.pt 18/01/2011

As escolas portuguesas podem a partir de hoje aderir a um programa de planeamento das ementas escolares e formação de cozinheiros que visa melhorar a alimentação nos estabelecimentos de ensino, noticia a Lusa.


«A ideia é ajudar a melhorar a alimentação escolar em Portugal e combater a obesidade infantil», resumiu em declarações à agência Lusa Domingos Lopes, responsável do «Programa 100%», lançado por uma empresa e que conta com o apoio dos ministérios da Educação e da Saúde.

O projecto está focado, numa fase inicial, para as escolas básicas de segundo e terceiro ciclo que tenham confecção de refeições própria e não recorram a empresas externas.
As escolas podem inscrever-se no site http://www.programa100porcento.com/  e os responsáveis garantem que não haverá qualquer custo para os estabelecimentos de ensino.

«Foi criado um receituário a nível nacional e todas as receitas têm os valores nutricionais», explicou Domingos Lopes, adiantando que haverá cozinheiros profissionais a dar formação a quem trabalha nas cantinas. Para isso, a Associação de Cozinheiros Profissionais de Portugal associou-se ao programa e pretende transmitir aos funcionários das cantinas pequenos truques para melhorar a qualidade nutricional das ementas e para evitar desperdícios. «A associação vai tentar passar para as cozinheiras e cozinheiros tecnologias e confecções diferentes a que estão habituados. Muitas destas pessoas não tiveram formação. Vamos explicar-lhes coisas pequenas para que abordem os produtos de maneira diferente», afirmou à Lusa Paulo Pinto, vice-presidente da associação.

Outra das vertentes é o «combate ao desperdício»: «Há várias formas de aproveitar melhor os alimentos, como usar as cascas dos legumes para fazer um caldo, evitando colocar tanto sal, por exemplo».

O «Programa 100%» conta ainda com o apoio da Plataforma Contra a Obesidade, que ajudou no planeamento das ementas a nível nutricional. «Analisámos a composição das ementas, para que sejam saudáveis, seguras e completas», declarou Anabela Lopes, da Plataforma Contra a Obesidade. A responsável lembrou ainda a importância da «atractividade dos alimentos»: «O aspecto, a cor e a aparência também contam. Os olhos também comem e nas crianças isso funciona lindamente».

Inauguração da nova escola




A nova Escola Básica Integrada Frei António das Chagas de Vidigueira vai ser hoje inaugurada pela Ministra da Educação, Dra. Isabel Alçada. 


  slideshow

A maravilha da Net...

Através do blogue anexado, pode conhecer melhor as actividades desenvolvidas pela turma E do 2º ano, da escola de Vidigueira. Vasculhe e conheça melhor os trabalhos dos seus filho/as e o empenho da Professora Lurdes Féria.

Blogue do 2ºano Turma E da Escola de Vidigueira

Contributo Voluntário do Encarregado de Educação Jorge Vieira

Por motivos alheios à APEE, têm-se verificado algumas dificuldades no alargamento do projecto eco-escolas às escolas das freguesias do agrupamento, principalmente à escola do Pedrógão.

Como tal, o Encarregado de Educação Jorge Vieira decidiu comprar e oferecer alguns sacos para eco-pontos à escola de Pedrógão, contribuindo assim voluntariamente para uma melhor eficiência na separação do lixo produzido naquela escola, facilitando o seu encaminhamento para a reciclagem. Muito obrigado!

São atitudes como esta que resolvem pequenos problemas no funcionamento das escolas. Inspire-se nesta contribuição voluntária e faça também algo de construtivo na escola do/a seu/ua educando/a.