segunda-feira, 4 de julho de 2011
Legislação AEC's - Despacho 14460/2008
Foi publicado, em Diário da República, o Despacho nº 8683/2011, de 28 de Junho, que procede à primeira alteração ao Despacho 14460/2008, de 26 de Maio, que define as normas a observar no período de funcionamento dos estabelecimentos de ensino na oferta das actividades de enriquecimento curricular e de animação e de apoio à família.
Despachon.º 8683/2011. D.R. n.º 122, Série II de 2011-06-28, do Ministério da Educação- Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação
Altera o despacho n.º 14460/2008, de 26 de Maio, que define as normas aobservar no período de funcionamento dos estabelecimentos de ensino, na ofertadas actividades de enriquecimento curricular e de animação e de apoio à família
Despachon.º 8683/2011. D.R. n.º 122, Série II de 2011-06-28, do Ministério da Educação- Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação
Altera o despacho n.º 14460/2008, de 26 de Maio, que define as normas aobservar no período de funcionamento dos estabelecimentos de ensino, na ofertadas actividades de enriquecimento curricular e de animação e de apoio à família
Calendário Escolar 2011 - 2012
As aulas começam entre 08 e 15 de Setembro, devendo terminar em todos os ciclos antes do período de exames e provas de final do ano, segundo o calendário escolar para o ano lectivo 2011-2012.
O despacho, assinado pelo novo ministro, Nuno Crato, foi já publicado no sítio da Internet do Ministério da Educação e Ciência.
Para a educação pré-escolar, está previsto o termo das actividades a 06 de Julho de 2012.
As interrupções das actividades educativas nestes estabelecimentos para a Páscoa e o Natal correspondem a cinco dias úteis seguidos ou não, entre 19 e 30 de Dezembro e 28 de Março e 09 de Abril, respectivamente.
No período do Carnaval, haverá uma pausa entre 20 e 22 de Fevereiro, inclusive.
Para o ensino básico e secundário, o despacho continua a fazer referência a provas de aferição, estabelecendo que as escolas devem adoptar medidas organizativas ajustadas para os anos de escolaridade não sujeitos a estes testes, de modo a garantir o máximo de dias efectivos de actividades escolares e o cumprimento integral dos programas nas diferentes disciplinas e áreas curriculares'.
O primeiro período termina a 16 de Dezembro. As aulas recomeçam no dia 03 de Janeiro e voltam a terminar a 23 de Março para as férias da Páscoa.
Os alunos regressam a 10 de Abril para o último período e a 08 de Junho terminam as aulas para o 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos.
A 15 de Junho, entram de férias os alunos dos restantes anos de escolaridade.
O novo calendário altera ainda a data do Dia do Diploma, de modo a que ocorra quando as actividades lectivas já estiverem a decorrer. Para além da entrega dos certificados e diplomas aos alunos que tenham terminado o ensino secundário no ano anterior, será desenvolvido um conjunto de actividades a valorizar o sucesso escolar e o conhecimento.
Link http://min-edu.pt/data/comunicados/calendario_escola_2011_2012.pdf
Fonte: Lusa/TSF e ME
O despacho, assinado pelo novo ministro, Nuno Crato, foi já publicado no sítio da Internet do Ministério da Educação e Ciência.
Para a educação pré-escolar, está previsto o termo das actividades a 06 de Julho de 2012.
As interrupções das actividades educativas nestes estabelecimentos para a Páscoa e o Natal correspondem a cinco dias úteis seguidos ou não, entre 19 e 30 de Dezembro e 28 de Março e 09 de Abril, respectivamente.
No período do Carnaval, haverá uma pausa entre 20 e 22 de Fevereiro, inclusive.
Para o ensino básico e secundário, o despacho continua a fazer referência a provas de aferição, estabelecendo que as escolas devem adoptar medidas organizativas ajustadas para os anos de escolaridade não sujeitos a estes testes, de modo a garantir o máximo de dias efectivos de actividades escolares e o cumprimento integral dos programas nas diferentes disciplinas e áreas curriculares'.
O primeiro período termina a 16 de Dezembro. As aulas recomeçam no dia 03 de Janeiro e voltam a terminar a 23 de Março para as férias da Páscoa.
Os alunos regressam a 10 de Abril para o último período e a 08 de Junho terminam as aulas para o 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos.
A 15 de Junho, entram de férias os alunos dos restantes anos de escolaridade.
O novo calendário altera ainda a data do Dia do Diploma, de modo a que ocorra quando as actividades lectivas já estiverem a decorrer. Para além da entrega dos certificados e diplomas aos alunos que tenham terminado o ensino secundário no ano anterior, será desenvolvido um conjunto de actividades a valorizar o sucesso escolar e o conhecimento.
Link http://min-edu.pt/data/comunicados/calendario_escola_2011_2012.pdf
Fonte: Lusa/TSF e ME
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Matemática: critérios de classificação da prova do 9.º ano
Consulte aqui os critérios de classificação do Gabinete de Avaliação Educacional (Gave) da provas de Matemática do 9.º, realizada no dia 22 de Junho 2011.
domingo, 19 de junho de 2011
Novo Acordo Ortográfico já é aceite nos exames nacionais
O novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa só entra oficialmente na rotina das escolas a partir do próximo ano letivo, mas a nova grafia já é aceite nos exames nacionais que começam na segunda-feira.
A Associação de Professores de Português encara a mudança com naturalidade, mas admite que para os colegas de outras disciplinas haja dificuldades acrescidas.
Na dúvida sobre o que está escrito, os professores deixam passar porque a partir de setembro "deixa de ser erro", diz à agência Lusa o presidente da Associação Nacional de Professores, João Grancho, antevendo problemas nos primeiros anos de aplicação do acordo nas escolas, dada a "insuficiente informação" prestada aos docentes.
“Pensou-se que o Acordo Ortográfico era algo simples e que qualquer professor, lendo o documento, poderia daí retirar as consequências, mas não é assim”, garante.
O docente afirma que o acordo envolve “alguma complexidade” e carecia de uma formação mais sustentada, o que “não aconteceu”.
Para os próximos anos, a começar em setembro, prevê “alguns problemas” na aplicação do acordo, por dificuldades inerentes às mudanças, mas também por “ausência de informação mais sustentada, mais continuada” e mais generalizada.
“Isto é óbvio e acho que é incontornável, embora tenha havido um esforço até das próprias editoras, das escolas, de proporcionar formação nesse sentido”, assume.
A presidente da Associação de Professores de Português, Edviges Antunes Ferreira, desdramatiza e diz que já no ano passado, os professores receberam indicações para aceitarem as duas grafias nos exames.
“Penso que os professores terão de ler o acordo para perceber as alterações”, refere, acrescentando que há na Internet “muitas informações”.
Considera que o professor tem de se preparar por si: “Não há uma formação oficial. Era capaz de ser conveniente, mas também temos a visão de que o professor deve ser um investigador”.
Por outro lado, indica, “a comunicação social já está quase toda a usar a nova ortografia”, o que “irá facilitar”.
A docente acredita que é preciso encarar “com calma” a mudança e perceber que o próximo ano será de adaptação. “Se houver dificuldades é sempre possível pedir orientações”.
De acordo com a informação disponibilizada pelo Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE), responsável pela elaboração dos exames, devem ser aceites as duas formas de escrita, uma vez que o novo acordo está ratificado por Portugal, desde 2008, e existe um período de adaptação em que qualquer cidadão pode optar por usar a nova grafia.
O Ministério da Educação (ME) estabeleceu o ano letivo 2011/2012 para a entrada em vigor do acordo nas escolas, havendo estabelecimentos em que os alunos “já contactam com as novas regras”.
Ambas as grafias, segundo o GAVE, “são consideradas corretas na codificação das provas de aferição e na classificação das provas de exame nacional”.
Para esclarecimento de dúvidas relativas à nova ortografia, os serviços do ME recomendam o Portal da Língua Portuguesa, onde se encontra o vocabulário e o conversor Lince.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Fonte: ionline
A Associação de Professores de Português encara a mudança com naturalidade, mas admite que para os colegas de outras disciplinas haja dificuldades acrescidas.
Na dúvida sobre o que está escrito, os professores deixam passar porque a partir de setembro "deixa de ser erro", diz à agência Lusa o presidente da Associação Nacional de Professores, João Grancho, antevendo problemas nos primeiros anos de aplicação do acordo nas escolas, dada a "insuficiente informação" prestada aos docentes.
“Pensou-se que o Acordo Ortográfico era algo simples e que qualquer professor, lendo o documento, poderia daí retirar as consequências, mas não é assim”, garante.
O docente afirma que o acordo envolve “alguma complexidade” e carecia de uma formação mais sustentada, o que “não aconteceu”.
Para os próximos anos, a começar em setembro, prevê “alguns problemas” na aplicação do acordo, por dificuldades inerentes às mudanças, mas também por “ausência de informação mais sustentada, mais continuada” e mais generalizada.
“Isto é óbvio e acho que é incontornável, embora tenha havido um esforço até das próprias editoras, das escolas, de proporcionar formação nesse sentido”, assume.
A presidente da Associação de Professores de Português, Edviges Antunes Ferreira, desdramatiza e diz que já no ano passado, os professores receberam indicações para aceitarem as duas grafias nos exames.
“Penso que os professores terão de ler o acordo para perceber as alterações”, refere, acrescentando que há na Internet “muitas informações”.
Considera que o professor tem de se preparar por si: “Não há uma formação oficial. Era capaz de ser conveniente, mas também temos a visão de que o professor deve ser um investigador”.
Por outro lado, indica, “a comunicação social já está quase toda a usar a nova ortografia”, o que “irá facilitar”.
A docente acredita que é preciso encarar “com calma” a mudança e perceber que o próximo ano será de adaptação. “Se houver dificuldades é sempre possível pedir orientações”.
De acordo com a informação disponibilizada pelo Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE), responsável pela elaboração dos exames, devem ser aceites as duas formas de escrita, uma vez que o novo acordo está ratificado por Portugal, desde 2008, e existe um período de adaptação em que qualquer cidadão pode optar por usar a nova grafia.
O Ministério da Educação (ME) estabeleceu o ano letivo 2011/2012 para a entrada em vigor do acordo nas escolas, havendo estabelecimentos em que os alunos “já contactam com as novas regras”.
Ambas as grafias, segundo o GAVE, “são consideradas corretas na codificação das provas de aferição e na classificação das provas de exame nacional”.
Para esclarecimento de dúvidas relativas à nova ortografia, os serviços do ME recomendam o Portal da Língua Portuguesa, onde se encontra o vocabulário e o conversor Lince.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Fonte: ionline
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Convocatória para a Assembleia Geral Extraordinária
Nos termos do artigo 14º dos Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Vidigueira, convocamos a Assembleia Geral, para uma sessão Extraordinária a realizar no dia 16 de Junho pelas 21 horas na Escola de Vidigueira. A ordem de trabalhos é a seguinte:
- Alteração dos Estatutos da Associação;
- Discussão do Plano de Actividades para o ano lectivo 2011/2012;
- Outros assuntos.
A participação de todos os pais e encarregados de educação é fundamental.
- Alteração dos Estatutos da Associação;
- Discussão do Plano de Actividades para o ano lectivo 2011/2012;
- Outros assuntos.
A participação de todos os pais e encarregados de educação é fundamental.
terça-feira, 7 de junho de 2011
“Bullying: punir ou prevenir?”
No Sociedade Civil de 6 de Junho, “Bullying: punir ou prevenir?”
Nunca esteve fora da ordem do dia, mas o tema regressa com o vídeo de uma agressão a uma jovem aluna veiculado nas redes sociais Não é caso isolado. Segundo a Procuradoria Geral da República, desde o inicio do ano foram apresentadas duas queixas-crime por semana relacionadas com violência entre jovens.
Em Novembro de 2010 o bullying passou a ser crime, punível com uma pena de um a cinco anos de prisão. Por que é que o facto de ter passado a crime não inibe comportamentos violentos? Até que ponto escolas, professores e alunos têm difundido esta informação? Promovem o debate? Como lidar com este tipo de comportamento? Como denunciar? Como prevenir? Sociedade Civil chama a sociedade civil a discutir novamente a temática.
Convidados
Melanie Tavares, Responsável Mediação Escolar IAC
Albino Almeida, CONFAP - Confederação Nacional das Associações de Pais
António Ponces de Carvalho, Diretor ESEJD
Henrique Salinas, Prof. Fac. de DireIto UCP
O programa Sociedade Civil é conduzido e apresentado pela jornalista Fernanda Freitas.
Pode rever o programa na RTP Multimédia
Nunca esteve fora da ordem do dia, mas o tema regressa com o vídeo de uma agressão a uma jovem aluna veiculado nas redes sociais Não é caso isolado. Segundo a Procuradoria Geral da República, desde o inicio do ano foram apresentadas duas queixas-crime por semana relacionadas com violência entre jovens.
Em Novembro de 2010 o bullying passou a ser crime, punível com uma pena de um a cinco anos de prisão. Por que é que o facto de ter passado a crime não inibe comportamentos violentos? Até que ponto escolas, professores e alunos têm difundido esta informação? Promovem o debate? Como lidar com este tipo de comportamento? Como denunciar? Como prevenir? Sociedade Civil chama a sociedade civil a discutir novamente a temática.
Convidados
Melanie Tavares, Responsável Mediação Escolar IAC
Albino Almeida, CONFAP - Confederação Nacional das Associações de Pais
António Ponces de Carvalho, Diretor ESEJD
Henrique Salinas, Prof. Fac. de DireIto UCP
O programa Sociedade Civil é conduzido e apresentado pela jornalista Fernanda Freitas.
Pode rever o programa na RTP Multimédia
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Plano de Actividades da APEE para 2011/12
A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Vidigueira já está a planear o Plano de Actividades para o ano de 2011/12. Por conseguinte, vimos por este meio pedir a vossa colaboração e gostaríamos de receber as vossas sugestões de iniciativas a realizar. Caso tenham ideias para as actividades e disponibilidade para realizarem algumas, por favor, deixem aqui as vossas sugestões.
Agradecíamos que nos enviassem as sugestões até dia 15 de Junho para podermos integrar na proposta de Plano de Actividade a debater na Assembleia Geral que está planeada para o dia 16 de Junho.
Como somos uma associação que representa todos os pais e encarregados de educação de todo o agrupamento, precisamos das vossas sugestões! Por favor, colabore porque estamos a contar convosco.
Obrigado
Agradecíamos que nos enviassem as sugestões até dia 15 de Junho para podermos integrar na proposta de Plano de Actividade a debater na Assembleia Geral que está planeada para o dia 16 de Junho.
Como somos uma associação que representa todos os pais e encarregados de educação de todo o agrupamento, precisamos das vossas sugestões! Por favor, colabore porque estamos a contar convosco.
Obrigado
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Qual será a função parental que mal se repara e que tanta falta faz?
Muitos pais ainda ignoram que a criança precisa de ser apoiada para que se consiga descobrir quais são as suas maiores vocações que possam, depois, vir a ser desenvolvidas à medida que vai crescendo. Há crianças que já nascem com mais capacidades para umas coisas do que para outras.
Outras, pelo contrário, e constituem a grande maioria, têm necessidade ao longo da infância, e muita das vezes até mesmo durante a adolescência, de experimentar várias actividades até conseguirem familiarizar-se com aquelas para as quais sentem realmente mais vocação. Os pais não devem encarar este período de auto-pesquisa como uma mera perda de tempo ou que isso se deve ao facto de a criança nunca saber o que quer. E o que é ainda pior, é quererem impor-lhe o que acham que faz mais sentido para o seu futuro. Claro que, como pais, podem e devem dar a sua opinião mas não com o intuito de ser uma obrigação a ser seguida.
Para melhor ilustrar esta situação sugeria que vissem o documentário com um extracto da entrevista da cantora Shakira, concedida a um programa musical italiano, onde ela revela que quando o seu pai, desde muito cedo, se apercebeu que ela tinha jeito para dançar e para cantar, teve o cuidado de a apoiar no aperfeiçoamento destas capacidades. Shakira, como a nossa Amália, são cantoras que se foram construindo ao longo da respectiva infância sempre apoiadas ou pelos pais ou pelas pessoas amigas que reconheciam, de facto as suas potencialidades para essa actividade, e note-se, a situação social ou financeira nada tem a ver com isto, mas sim o apoio que foram sendo alvo desde pequeninas.
Como é óbvio, não se pretende transmitir a ideia de que todas as crianças tenham que vir a ser grandes cantoras, ou grandes nomes nas actividades artistas ou noutras. Não! O que realmente se pretende realçar é a preocupação que os pais devem ter sobre os talentos que os filhos apresentam para que se desenvolvam essas suas potencialidades, essas suas competências e orientá-los nesse caminho, e resistirem à tentação “normal” de querem impor-lhes o que gostariam que eles fossem.
Este procedimento de observar e de saber quais as aptidões para onde a criança está mais vocacionada vai trazer-lhe grandes vantagens, como, por exemplo: proporciona-lhe um sentido existencial à sua vida, sentir-se valorizada, sentir que é aceite tal como é, respeitada na sua individualidade, fomenta a necessidade de atenção dos pais, permite-lhe uma certa liberdade de escolha e com o decorrer do tempo, com os seus fracassos e sucessos, alimentar a sua auto-confiança e a sua auto-estima. Desta forma, a criança terá muito facilmente reunidas as condições para desenvolver, levar a bom porto, o seu potencial humano com sentido de responsabilidade e desenvolver a maturação suficiente para alcançar a sua autonomia.
Na adolescência, há muitos jovens que ainda não sabem bem o que devem escolher como futuro profissional, e não é alarmante que isto possa acontecer, cabendo então aos pais tentar orientá-los, uma vez que tendo convivido com os filhos é pressuposto saberem para onde se sentem mais vocacionados, mas sempre sem impor. A finalidade é não os deixar entregues a si próprios, mas permitir-lhes experimentar várias actividades para que se apercebam nas quais se sentem mais à vontade, das quais gostam mais.
Este apoio dado às crianças e aos jovens também faz parte das funções parentais. É uma função que passa muitas vezes “ao lado” dos pais. Enquanto pais, é verdade que não é fácil renunciar às nossas expectativas, às nossas tentativas de prender os filhos ao que nos agrada, ao que achamos ser bom para eles. Todavia, alimentar neles expectativas irrealistas, ou inadequadas, apenas vai gerar desapontamentos. Ser capaz de ver os filhos como eles realmente são, aceitando as suas limitações e estimulando as suas competências mais naturais, respeitando o direito de escolherem o seu caminho, é a melhor forma para se sentirem bem com eles próprios e para manterem uma boa relação com os pais na idade adulta.
Atenção às personalidades narcísicas! Ainda existem muitas pessoas com estas personalidades que nos fazem sofrer!
Porque é que há pessoas que manifestam ideias de grandeza, de poder e de omnipotência ao ponto de perderem o contacto com a realidade?
Como é possível que haja tantas pessoas com este perfil psicológico narcísico no topo da escala social?
Porque é que elas estão tão presentes nos eleitos para cargos importantes, nos ídolos desportivos, nos “show” mediáticos e, forçosamente, no seio de algumas famílias?
Porque dirigem elas muitas empresas e guiam muitos fiéis?
Porque estas pessoas com uma personalidade narcísica, infelizmente, fascinam e atraem as pessoas com outro perfil psicológico que vivem num vazio existencial e que não são nada poucas como se pode imaginar. Há algo que lhes falta na vida delas, são pessoas que possuem alguma carência afectiva ou têm ainda algumas mágoas das quais não conseguiram ainda libertar-se. Uma pessoa atraída, seduzida, por uma personalidade narcísica tem a sensação de que esta lhe vai colmatar esse vazio ou preencher essas carências. Lamentavelmente, e de forma muito subtil, sem se aperceber, deixa-se iludir, deixa-se arrastar e acaba por ser explorada insidiosamente, tornando-se numa “presa” ou num “joguete” ideal nas mãos destas pessoas com este perfil narcísico e pouco escrupulosas.
Porque estas pessoas com uma personalidade narcísica transmitem-nos uma espécie de confiança poderosa, mas que, no fundo, é artificial. Apresentam-nos um mundo ilusório que nos fascina, como se retrocedêssemos ao mundo mágico, confortável e protegido da nossa infância onde tudo era ainda possível, mas que nos vai afastar da realidade.
Porque o objectivo destas pessoas narcísicas é o de dominar os outros a todo o custo. Elas precisam de se sentir admiradas, “glorificadas” pelos outros. Exigem obediência. São capazes de recorrer a todas as formas desonestas, as mais indignas possíveis, sem limites para alcançarem o seu fim (incluindo a corrupção, a exploração desenfreada, a apresentação de ideias de grandeza, entre outras subtilezas devastadoras). Não desenvolveram uma estrutura mental suficiente para alcançar a ética na sua essência, a não ser para a utilizar a seu modo para manipular os demais.
O mais extraordinário é que uma pessoa com uma personalidade narcísica pode ter uma boa aparência, ser inteligente, bem-falante, divertida, muitas das vezes até mesmo simpática. Porém, ela desconhece os seus limites e age como se o outro fosse um prolongamento dela própria, um mero objecto descartável quando já não lhe serve, quando já não pode tirar mais dela para seu benefício. Não conseguem manifestar respeito pela individualidade do outro. É impossível haver uma relação de reciprocidade, em que cada um expresse as suas necessidades e desejos, sem que seja desvalorizado ou mesmo “agredido” pelo outro. Não há compromissos exequíveis que tenham em conta o ponto de vista do outro, a menos que anteveja nesse outro algo que possa aproveitar para seu mero interesse pessoal. Uma vez as rédeas do poder alcançadas, a arrogância vem ao de cima ou manifesta-se o desprezo quando a situação não lhe agrada.
Torna-se muito complicado e doloroso ser-se confrontado com este tipo de pessoas, pessoas estas que desenvolveram, desde tenra idade, todo um conjunto de estratégias para dominar, para manipular, para evitar a realidade que desde a infância lhe foi sempre insuportável, levando-as a afastar tudo o que lhe possa suscitar a vergonha, a imperfeição, o confronto com a realidade que lhe foi sempre penosa. É um verdadeiro especialista nisto. Estas pessoas quando se encontram num beco sem saída fazem-se de vítimas, culpabilizam os outros e projectam nesses aquilo que não querem reconhecer ou sentir neles próprios (por exemplo: inveja, desonestidade, incompetência, estupidez).
Mais uma vez, uma das formas para se evitar futuras pessoas com este tipo de personalidade, tanto capazes de arrastarem multidões para o sofrimento como o de serem uma preza fácil, é o de investir na educação dos nossos filhos.
Fonte: Criar outra Escola
domingo, 22 de maio de 2011
No Condado dos Gamas
A Rota “No Condado dos Gamas” consiste numa visita guiada e comentada ao património histórico e cultural das terras de Vasco da Gama, que actualmente abrangem a extensão das freguesias de Vidigueira e de Vila de Frades.
Por carta régia de 29 de Dezembro de 1519, o rei D. Manuel concedeu a Vasco da Gama o título de Conde da Vidigueira, tendo o Almirante residido nesta vila com a família durante alguns anos e deixado aqui testemunhos da sua passagem e permanência.
A visita, que terá a duração de 1 dia, realizar-se-á no primeiro sábado de cada mês, durante todo o ano. Tendo como ponto de partida o Museu Municipal de Vidigueira, incluirá os vários monumentos ligados à memória de Vasco da Gama e seus descendentes, bem como outros locais de interesse. Assim, será obrigatória a passagem pela Ermida de S. Rafael, Quinta do Carmo, Castelo, Torre do Relógio, terminando o período da manhã num almoça típico em que a gastronomia local estará presente.
A tarde será preenchida com uma passagem pelo exterior da casa do escritor Fialho de Almeida, villa romana de S. Cucufate e Museu da Casa do Arco, terminando a visita na Adega Cooperativa de Vidigueira.
Os comentários e dados históricos da visita serão prestados por funcionários do Museu Municipal de Vidigueira, preparados para o evento.
Objectivos gerais
A Rota “No Condado dos Gamas” tem como objectivo principal destacar a figura histórica de Vasco da Gama enquanto Conde da Vidigueira, dando a conhecer ao público os vários locais e monumentos que testemunham a sua permanência nesta vila, bem como dos seus descendentes e herdeiros da Casa da Vidigueira.
É igualmente objectivo do promotor do projecto, a Câmara Municipal de Vidigueira, que a Rota “ No Condado dos Gamas” funcione como um produto turístico atractivo que possibilite o aumento de visitas turísticas ao concelho.
LOCAIS A VISITAR:
Museu Municipal de Vidigueira
Ermida de S. Rafael
Quinta do Carmo – Antigo Convento Carmelita
Torre de Menagem
Torre do Relógio
Casa de Fialho de Almeida (exterior)
Villa Romana de S. Cucufate
Visita a Adegas
NOTA:
Preço por pessoa: 25 €
Almoço e prova de produtos incluídos
Transporte Incluído
A realizar no Primeiro Sábado de cada mês
Marcações com uma semana de antecedência
Mínimo de 8 participantes/marcações
INFORMAÇÕES | MARCAÇÕES
284 437 260 [Museu Municipal]
284 434 492 [Posto de Turismo]
Fonte: Município da Vidigueira
Terras sem Sombra
Integrado no Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo – Terras sem Sombra – vai realizar-se, a 28 de Maio, pelas 21h30, na Igreja Matriz de Vila de Frades, o Concerto Diálogos, com os pianistas Marta Zabaleta e Miguel Borges Coelho.
Uma iniciativa do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja com o apoio da Câmara Municipal de Vidigueira e da Junta de Freguesia de Vila de Frades.
Mais informações:http://www.patrimoniodiocesebeja.com/
Câmara leva o Banco à Escola
No âmbito do Serviço de Apoio e Prevenção ao Endividamento e Sobreendividamento, a Câmara Municipal de Vidigueira organizou, entre 16 e 19 de Maio, em todas as escolas do concelho, a actividade no Banco da Escola.
Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Banco Espírito Santo em parceria com a Sociedade Portuguesa de Matemática, destinada aos alunos dos terceiros e quartos anos do Ensino Básico, com o objectivo de, através de sessões ludico-pedagógicas no âmbito da actividade financeira, formar jovens cada vez mais informados, explicando alguns conceitos fundamentais da sua relação com o dinheiro, bem como a importância e aplicação da matemática no seu dia-a-dia.
Fonte: Município de Vidigueira
Serviço na área Psicosocial criado pela autarquia
A autarquia de Vidigueira criou um serviço na área Psicosocial, destinado a crianças e pais do concelho.
A Câmara Municipal de Vidigueira tem ao dispor dos seus munícipes um Serviço de Apoio Psicossocial, que prevê o aconselhamento, acompanhamento psicológico e/ou encaminhamento, destinado a crianças e pais do concelho.
Este serviço tem como objectivo, de acordo com a vereadora da Câmara de Vidigueira, Helena de Aguilar, “prestar apoio na resolução de problemas de ordem emocional, relacional, de comunicação, apoio parental, entre outros, através de atendimento individualizado”.
Segundo a autarquia o serviço da área Psicossocial, tem dia e horário específicos, em articulação com outras equipas de intervenção, através da sinalização da situação-problema.
SEMANA DA LEITURA : Escola e família na promoção de leitura
No Auditório da Escola Nova de Vidigueira
27 DE MAIO - 16:00 - 18:00
JOSÉ FANHA
(José Manuel Krusse Fanha Vicente)
Nascido em Lisboa a 19/2/51
Pai oficial do exército
Mãe professora de música
É pai de 3 filhos: João (80), Sara (95), Matilde (97)
Estudos liceais no Colégio Militar de Lisboa entre 1961 e 1968.
Frequenta o Curso de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas-Artes em 1968/69.
Entre 69 e 76 tem experiências profissionais como jornalista (Record e Diário de Lisboa – Suplemento “A Mosca” -), desenhador de Arquitectura (Ministério das Obras Públicas, Ateliers dos arquitectos Maurício de Vasconcelos, Frederico Georges, Manuel Vicente) e copy de publicidade.
Licenciado em Arquitectura pela ESBAL (76).
Trabalha brevemente na empresa ESTIL como arquitecto.
É co-autor do projecto de arquitectura do Centro Cultural da Embaixada de Portugal na Guiné-Bissau (1978).
Professor efectivo do Ensino Secundário (78/09), onde leccionou diversas disciplinas, entre as quais "História das Artes Visuais", "História da Arte em Portugal", "Teoria do Design", "Geometria Descritiva", "Técnicas de Expressão e Práticas de Representação”, “Educação Visual”, Atelier de Artes”, “Arte e Design”, etc.
Orientador pedagógico na formação de professores da Área de Estudos Artísticos na Escola Superior de Educação de Lisboa (86/89).
Tem o estatuto de formador de formadores, concedido pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho.
Mestre na área de Educação e Leitura pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (2007).
Doutorando na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa na ária de História da Educação e da Cultura Escrita.
Poeta, divulgador de poesia e declamador. Como tal, desde 69, participou em milhares de sessões de animação cultural, acompanhando o grupo dos chamados baladeiros ou cantores de protesto, entre os quais José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Francisco Fanhais, Manuel Freire, José Jorge Letria, Carlos Alberto Moniz, etc, etc.
Dramaturgo e dramaturgista, autor de letras para canções e textos para rádio, guionista de televisão e cinema.
Participações pontuais como actor em teatro, televisão e cinema.
Sócio da Associação Portuguesa de Escritores e da Sociedade Portuguesa de Autores.
Fonte: http://www.josefanha.com/
BIBLIOTECA ESCOLAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIDIGUEIRA
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Educar sem "palmadinhas" e sem gritar – será possível? Há provas de sucesso?
Actualmente muitos pais sentem-se frustrados porque não recorreram às antigas “palmadinhas” a que estiveram sujeitos … e hoje “perderam” o controlo ou o respeito por parte dos filhos.
O que falhou? Como reagir a estas situações? Será que é possível Educar adequadamente sem recorrer aos métodos à antiga e sem deixar a criança fazer tudo o que quer?
Tenho recebido bastantes emails a questionarem-me sobre quais as técnicas ou acções que utilizo ou preconizo junto dos Pais/Encarregados de Educação, inspiradas nos conhecimentos mais recentes da psicologia, e que estão a contribuir de uma forma notória para que estes exerçam as suas funções parentais de uma maneira muito mais agradável, positiva, eficaz, motivadora, confiante, … , junto dos seus educandos.
Questionam-me também, e com razão, sobre os resultados reais que se obtêm junto dos seus educandos. Será que a metodologia que utilizo no apoio aos Pais/EE os ajuda, efectivamente, a obterem resultados positivos ou surpreendentes juntos dos seus educandos aos níveis do cumprimento de regras, motivação escolar, respeitar a autoridade paterna, aumentar os afectos e melhorar o relacionamento pai-filho, criar mais tranquilidade em casa, …?
Nada melhor para responder a esta pergunta do que o visionamento de um documentário, adaptado por mim, baseado num caso real, onde são utilizadas muitas das mesmas acções que eu defendo nas formações para Pais/Encarregados de Educação na Escola de Pais da COE.
Convido-o, caro leitor, a ver alguns desses resultados, entre muitos outros possíveis, que poderá usufruir com os serviços que realizo através da Escola de Pais do Projecto COE:
Fonte: Criar outra escola
Porque é que os pais precisam, agora mais ainda, de estar mais preparados para lidar com uma criança?
Sem focar os problemas familiares, nem os “enigmas” sociais e as possíveis dificuldades de personalidade de cada pai, pretendo apenas realçar um dos factores, a meu ver, relevante na nossa época: o da criança se desenvolver num mundo saturado de imagens e de valores narcísicos (ser egoísta; não ter a percepção do que o outro poderá estar a sentir) que acabam por desorientar qualquer pai. Quais são as consequências disso?
Inundados, diária e constantemente, por imagens que nos estimulam e que nos seduzem, somos levados a desejar possuir o que vemos. O nosso inconsciente fica sedento, como que imerso na ideia de que se deve angariar “tudo” e que esse tudo é possível adquirir sem limites. Mas, como é que acabamos por viver a vida?
Uma grande parte de nós permanece cansada, stressada, ansiosa, desiludida, preocupada com o futuro ou, e, como defesa, para fugir a tudo isto, procuram acumular riquezas sem limites alimentando a ilusão de que será possível adquirir um dia “este tudo” ou, pelo menos, que esta procura material seja o único caminho para dar um sentido à vida. Indo por este caminho o risco de insatisfação é enorme!
Muitos de nós, passam todo o ano a exercer um trabalho que nem sequer lhes agrada, mas mesmo assim há que estar muito grato por o ter, para a seguir poder-se desfrutar de umas férias que, na melhor das hipóteses, acabam por ser muito curtas ou na pior foram uma desilusão. Sacrificamo-nos pelos nossos filhos, com todas as expectativas possíveis e imaginárias e, muitas das vezes, seguem-se os desapontamentos irremediáveis.
Somos invadidos por especialistas em fabricar imagens que apoiam os poderes políticos, os publicitários, os jornalistas, os meios de comunicação em geral que nos induzem a forjar certos e determinados comportamentos ou opiniões. Mesmo sabendo que somos manipulados, lançamos um olhar desencantado sobre tudo isso, mas no fundo, o espectáculo a que assistimos agrada-nos porque, pelo menos, estimula os nossos sentidos e desencadeiam-nos emoções. Qualquer destas situações é sempre preferível à do vazio insuportável. No entanto, a quantidade de imagens é de tal ordem que não nos deixa espaço nem vontade para procurar o que é realmente verdadeiro.
Esta quantidade de imagens acaba por nos condicionar naquilo que deve ser o belo, o bom, o bem-estar, o maior, o desejável e impõem-nos quase o que deve ter significado para nós. Com toda esta distorção da realidade e com o decorrer do tempo, já nem sabemos em quem acreditar. Começamos a desconfiar de todos, até de nós próprios e sucedem-se os mal-estares sem medida. No contexto económico actual, que nada ajuda, questionamo-nos: o que será que nos espera? Como enfrentar esta realidade?
Para nós adultos, com a nossa personalidade já constituída, é difícil mudarmos. Porém, para os nossos filhos é mais fácil ajudá-los a não ficarem condicionados ou presos neste mundo de manipulação de imagens e de valores narcísicos se nós, pais, estivermos melhor preparados par lidar com uma criança e com um jovem.
Fonte: criar outra escola
quarta-feira, 18 de maio de 2011
A factura da Parque Escolar na Bioesfera...
Todas as escolas reabilitadas pela Parque Escolar mais do que triplicaram os consumos energéticos. Em declarações ao Biosfera, muitas revelaram temer não ter dinheiro para manter os sistemas de ar condicionado e ventilação mecânica a funcionar. Se tal vier a acontecer, a qualidade do ar interior pode ficar pior do que estava antes das obras. Tudo por culpa de um conceito de escola em função dos sistemas mecânicos e de leis desajustadas à realidade.
Fonte: Bioesfera - Video
Fonte: Bioesfera - Video
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