segunda-feira, 16 de maio de 2011

Palestra para os Pais “Educar a criança no século XXI”


Data: 18 Maio
Horário: 18:00 às 19:30
Local: Anfiteatro Escola Martim Fernandes (Albufeira, Algarve)
Para mais informações ou inscrições consulte a nossa página do nosso site em http://criaroutraescola.com/2011/05/11/palestra-para-os-pais-educar-a-crianca-no-seculo-xxi/
Atenciosamente,
--
Marta Gonçalves
Secretariado do COE
Site/Blog: www.criaroutraescola.com
Youtube: projectocoe
 
Projecto COE - Soluções concretas ... para uma Educação Motivante!
"Não partilhamos só ideias … proporcionamos resultados!"

CRIAR OUTRA ESCOLA


A/C da Associação/Federação de Pais,
  
Nós, Projecto Criar Outra Escola® (COE), já nosso 5º ano de existência, somos um grupo de diversos profissionais descontentes com o sistema tradicional de Educação e de Ensino nas Escolas e nas Famílias.
Existimos porque estamos profundamente motivados em dar o nosso contributo para gerar mudanças positivas
QUAIS AS PRINCIPAIS DIFICULDADES OU PROBLEMAS QUE OS PAIS SE CONFRONTAM HOJE EM DIA? 
Nas famílias cada vez mais os pais têm dificuldade em lidar com as crianças e com os jovens de forma adequada relativamente à idade, às mentiras, às frustrações, aos medos, à sexualidade, ao insucesso e ao desinteresse escolar, às birras/oposições, aos conflitos diversos, aos desafios, às manipulações, ao desrespeito, aos interesses, entre outros…
QUAL A NOSSO CONTRIBUTO JUNTO DAS FAMÍLIAS?
O nosso contributo para com as famílias assenta em apoiar os pais, através do desenvolvimento ou melhoramento de competências parentais, no processo educativo dos seus educandos. E porquê?
Porque o mundo da criança é, como todos nós sabemos, complexo, existindo numerosas situações que poderão parecer muito complicadas para qualquer pai…
Para dificultar mais a situação acrescentam-se, ainda, as mudanças que ocorreram na sociedade e na família… e que nada ajudam!
DE QUE FORMA PRESTAMOS O NOSSO CONTRIBUTO JUNTO DOS PAIS/FAMÍLIAS?
Apoiamos os pais e as famílias com diversos serviços: consultadoria, acompanhamento, coaching, conferências, sessões de informações e esclarecimento e cursos/workshops.
Para mais informações sobre os nossos serviços (objectivos, conteúdos, resultados esperados, metodologias, …) convidamo-lo a consultar o nosso site, especialmente as seguintes páginas:
Neste sentido, vimos dar-lhe conhecimento do próximo Workshop para Pais, previsto para dia 21 de Maio e 4 de Junho, que terá lugar no Hotel Riviera, em Carcavelos (a 20 kms de Lisboa). Para mais informações consulte o nosso site em http://criaroutraescola.com/2011/04/04/workshop-coaching-para-pais-como-educar-a-crianca-no-seculo-xxi-lisboa/
Se desejar mais informações ou solicitar os nossos serviços (conferências, cursos/workshops, sessões de esclarecimento, …) não hesite em contactar-nos.
Atenciosamente,

--
Psicólogo Clínico do COE
António Valentim

Site/Blog COE: http://www.criaroutraescola.com
Blog pessoal: http://criancasepais.blogspot.com/

Youtube: projectocoe
Facebook: antonio.valentim
T: (+351) 962 464 056


Projecto COE - Soluções concretas ... para uma Educação Motivante!
"Não partilhamos só ideias … proporcionamos resultados!"

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Pais deveriam poder ir à escola dos filhos sem serem penalizados no trabalho - Sociedade - Sol

Pais deveriam poder ir à escola dos filhos sem serem penalizados no trabalho - Sociedade - Sol

"Pais pouco exigem dos filhos e da escola"


Os portugueses não são exigentes, os pais não exigem das escolas nem dos filhos e os estudantes não exigem de si próprios nem dos estabelecimentos de ensino, defendeu, esta terça-feira, o ex-ministro da Educação Eduardo Marçal Grilo.
O ex-ministro da Educação, que falava no seminário "Participação dos Pais na Escola", a decorrer, esta terça-feira, no Conselho Nacional de Educação (CNE), em Lisboa, afirmou que o povo português "protesta, mas não é verdadeiramente exigente nos locais próprios".
"Os pais não são exigentes em relação aos filhos, os pais e filhos não são exigentes em relação à escola e não há exigência dos estudantes em relação a si próprios", disse o actual administrador da Fundação Calouste Gulbenkian. Marçal Grilo, como outros especialistas que participam no seminário, salientou a importância e necessidade de envolver os pais na vida da escola e dos alunos.
Apesar de reconhecer "a vida infernal de muitos pais", Marçal Grilo não deixou de referir que "há muitos que não têm problemas de horários e não estão disponíveis" e, neste contexto, a escola "tem um papel importante na mobilização dos pais".
E, quando existem problemas, o diálogo continuado entre pais e professores é fundamental para enfrentar as situações, apontou. Para o ex-ministro, "os exemplos têm de vir de cima e pais e professores devem ser referência" para os mais jovens. "Os professores têm de assumir-se como referência" para os alunos, disse ainda o especialista.

Fonte: Jornal de Notícias

Escolas portuguesas ainda não sabem comunicar com os pais

Estudo europeu mostra que em Portugal os pais têm dificuldade em entender o jargão usado pelos professores.

Entender o que os professores ou directores dizem sobre os seus filhos é a principal dificuldade dos encarregados de educação nas escolas portuguesas. Esta é uma das conclusões do estudo europeu denominado Indicadores de Participação dos Pais na Escola, ontem apresentado no auditório do Conselho Nacional de Educação, em Lisboa. O relatório avaliou o papel dos pais nas escolas de 12 países ou regiões e, quando se tratou de medir o direito dos encarregados de educação a serem bem informados, Portugal ficou nos últimos lugares.

Ao nosso lado, com 75 pontos (numa escala de zero a 100), encontram-se também a Espanha, a Itália e a Roménia. Abaixo dos portugueses, apenas a região francófona da Bélgica (70 pontos) e o cantão suíço de Vaud (60). Portugal está a cinco pontos de distância da média e isso acontece sobretudo porque as escolas ainda não sabem traduzir a informação para que possa ser correctamente entendida pelos pais, defende Conceição Reis, do Conselho Nacional de Educação (CNE), um dos parceiros portugueses do estudo, juntamente com a Fundação Pro Dignitate.

"Embora os direitos estejam globalmente assegurados e as estruturas de comunicação existam, a linguagem, os códigos, o jargão utilizados nas escolas não são acessíveis a uma boa parte dos encarregados de educação, principalmente quando estamos perante uma população imigrante", defende a especialista do CNE, alertando igualmente para a necessidade de se adequar a legislação para permitir a participação dos pais na actividade da escola sem penalizações profissionais.

Neste indicador, Portugal é o país que mais se afasta da pontuação máxima segundo os resultados dos relatórios nacionais. Por outro lado, o País de Gales, a Inglaterra e os cinco cantões suíços são os únicos casos em que a informação é "unicamente adaptada" às características dos pais. Escolher a escola do seu filho é igualmente um direito limitado entre os pais portugueses, também quase no fundo desta tabela, ao lado dos italianos e dos suíços de Berna (60 pontos) e acima de Genebra, que ocupa a última posição, com 50 pontos. Optar pelo ensino privado ainda é "muito condicionado" pelos apoios que o Estado dá às famílias e às escolas, esclarece Carmo Gregório, do CNE, defendendo mais medidas fiscais e meios financeiros para facilitar o acesso às escolas particulares dos alunos com recursos económicos baixos.

A liberdade de escolher a escola que consideram mais adequada para os seus filhos para além do ensino público é aliás uma das recomendações do estudo europeu. O relatório mostra, porém, que apenas na Inglaterra, na região francófona da Bélgica e no País de Gales, a frequência no ensino privado não implica despesa suplementar para as famílias. Nos outros países ou regiões, as propinas têm de ser asseguradas pelos pais e pelos estados.

É no direito dos pais de recorrer contra as decisões da escola que Portugal assume o melhor desempenho, igualando os outros oito países ou regiões. Neste capítulo, Genebra, Zurique (Suíça) e Roménia são os únicos a não atingir a pontuação máxima, fixando-se nos 80 pontos. No que toca à participação nos órgãos da escola, os pais portugueses estão bem posicionados. Embora a pontuação não ultrapasse os 50 pontos, Portugal encontra-se entre os três melhores classificados, apesar da distância que regista em relação ao País de Gales e à Inglaterra, com 73 pontos. São aliás estes últimos dois indicadores que fazem aproximar a média global portuguesa (71) da média europeia (72 pontos).

fonte: Ionline

Pais devem poder escolher escola além do público

É o que defende um estudo desenvolvido em vários países europeus.

 Os pais devem poder escolher a escola que consideram mais adequada para os seus filhos para além do sistema público, defende um estudo europeu apresentado esta terça-feira, que aponta igualmente a «efectiva gratuitidade» do ensino obrigatório.

O projecto Indicadores de Participação dos Pais na Escola (IPPE), desenvolvido em vários países europeus, reflecte uma imagem que «não é negativa» para Portugal, já que os resultados colocam o país na média europeia.

O objectivo do projecto era avaliar a participação dos pais na vida escolar e Portugal obteve 71 pontos (num total de 100) quando a média europeia é de 72 pontos.

O projecto está a ser apresentado e debatido num seminário organizado em Lisboa pelo Conselho Nacional de Educação, que desenvolveu o trabalho em Portugal em parceria com a Fundação Pró-Dignitate.

A presidente do Conselho Nacional de Educação, Ana Maria Bettencourt, disse à agência Lusa que este trabalho «abre caminho para algumas reflexões pertinentes» relacionadas com a gestão das escolas e a participação dos pais na vida escolar dos seus filhos. Aponta ainda áreas em que é necessário melhorar, como a forma de informar os pais, que muitas vezes não é a mais adequada.

No indicador global, Portugal obteve a mesma pontuação que Espanha, muito perto da média europeia, tendo sido ultrapassado pela Bélgica, Inglaterra e País de Gales.

Portugal ficou acima da média europeia no indicador relativo ao direito de participação, tendo-se situado abaixo da média europeia nas restantes questões, relativas ao direito de escolha do estabelecimento de ensino e ao direito à informação.

Portugal obteve uma boa pontuação no que respeita ao direito de recurso dos pais face a decisões dos estabelecimentos de ensino. 


Fonte: TVI24

segunda-feira, 9 de maio de 2011

“ Um Leitor é um Sonhador” - VENCEDORES DA 2ª ELIMINATÓRIA


 









Já temos os representantes do Agrupamento para o concurso “Um leitor é um sonhador”. Consulte aqui a grelha com os nomes dos vencedores.

Ano
Aluno

Livro
1º ano (vencedor)

Carolina Tanguenho
A designar
1º ano (suplente)

Clara Martins Parreira




2º ano (vencedor)

Ana França
“Rimas perfeitas, imperfeitas e mais que perfeitas”
2º ano (suplente)

Inês Janeiro




3º ano (vencedor)

Cristiana Romano
A designar
3º ano (suplente)


Matilde Sardinha




4º ano (vencedor)


Diogo Galinha
“Uma aventura no palácio da pena”



4º ano (suplente)


Beatriz Apolónia


5º ano vencedor)

Carlos Palma
“Primeiro livro de poesia”
5º ano (suplente)

Beatriz Carrujo





6º ano (vencedor)

Luís Raposo

“Primeiro livro de poesia”

6º ano (suplente)
Catarina Coelho


 
Os alunos do 1º, 2º e 3º anos irão à final, no auditório da Direcção Regional de Educação do Alentejo, em Évora, no dia 10 de Maio; e os alunos do 4º, 5º e 6º anos no dia 19 de Maio.

Parabéns a todos os alunos que integraram a 2ª eliminatória. A vossa prestação foi fantástica.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

22 de Abril, Dia da Terra


Quercus considera que Portugal e o mundo ainda não souberam mudar de paradigma rumo a um Planeta Sustentável
O Dia da Terra foi celebrado pela primeira vez a 22 de Abril de 1970, associado ao lançamento do movimento ambientalista moderno, realçando os seus propósitos de acção nas diferentes áreas de promoção de um desenvolvimento sustentável. A Quercus aproveita esta data para lembrar a importância da cidadania e de toda a sociedade em assumirem comportamentos e políticas que assegurem uma cada vez melhor qualidade de vida das populações, sem prejuízos agravados para as futuras gerações, preservando e inclusive reabilitando os valores naturais.
Por uma economia verde com um novo paradigma
Infelizmente, para além da insustentabilidade financeira de muitos dos projectos desenvolvidos em Portugal nos últimos anos, os custos ambientais e para a conservação da natureza têm sido enormes: quer autoestradas com pouco tráfego atravessando áreas sensíveis, quer vias que estimularam o uso do automóvel com consequente poluição; barragens com um rendimento muito limitado mas que destruíram património único; urbanizações e empreendimentos turísticos em zonas de solos produtivos ou ecologicamente relevantes.
À escala do país e no mundo, o paradigma para se ultrapassar a crise mantém-se: estimular a produção e o consumo, sabendo-se que os recursos materiais são finitos e escassos, e os consumos energéticos devem ser limitados no caminho para uma transição onde predomine a utilização de energia renovável.
O consumo actual de recursos naturais ultrapassa em 50% a capacidade do planeta suportar e regenerar esses recursos, uma tendência que tem mantido uma trajectória de crescimento contínuo. A pegada ecológica do planeta duplicou desde 1966, porque a pegada de carbono (uma das suas componentes) aumentou 11 vezes desde 1961. Contudo, existem grandes diferenças entre os países do mundo relativamente à pegada ecológica, devido ao seu nível de desenvolvimento económico e social (WWF, 2010). Cerca de um sexto da população mundial é responsável por quase 80% do consumo mundial em termos de bens e serviços. Actualmente, 75% das pessoas à escala mundial consome um décimo em comparação com um cidadão europeu médio (Worldwatch Institute, 2010).
É necessária uma mudança radical no modo como as empresas desenvolvem os seus negócios. As bases dos lucros e perdas, do progresso e da criação de valor têm de ser redefinidas para considerar os impactes ambientais a longo prazo e o bem-estar pessoal e social. Os preços deverão reflectir todas as externalidades de produtos e serviços (custos e benefícios) e as empresas têm de procurar uma maior eficiência na aquisição de materiais, concepção de produtos, produção, marketing e distribuição (o que tem benefícios ambientais e reduz custos). A economia tem de criar emprego suficiente, aumentando ao mesmo tempo, a produtividade do trabalho.

A criação de sistemas de produção de bens em circuito fechado e em rede têm de impulsionar a indústria e reduzir a necessidade de extracção de recursos primários. Os sistemas em circuito fechado deverão passar a utilizar os resíduos como recursos, eliminando a sua deposição no solo, no ar ou na água. Para os mercados globais, a sustentabilidade passará pela atribuição do valor real às externalidades associadas (como os impactes ambientais dos seus produtos e serviços e o benefício dos serviços prestados pelos ecossistemas naturais), a valorização das boas práticas ambientais pelas empresas (que reduzem impactes e custos) e a preferência dos consumidores por bens e serviços com menores impactes ambientais e maior valor acrescentado. Por outro lado, a aposta num desenvolvimento local, com aposta em (novos) produtos e serviços próprios (nomeadamente com espécies autóctones) é também um investimento necessário ao nível global. Neste quadro, é essencial que, ao nível do sistema financeiro, os bancos invistam nestas vertentes.
Um milhar de milhões de acções verdes -  a caminho da Cimeira Rio+20
O tema do Dia da Terra em 2011 é a mobilização através de todo um conjunto de pequenas acções que cada um de nós pode tomar para reduzir a sua pegada ecológica. Em causa está uma redução do uso dos materiais, da água em particular, da energia, das emissões de carbono causadoras das alterações climáticas, de resíduos. Todas essas contribuições deverão fazer parte de um caminho para uma mobilização que é urgente acontecer e cuja oportunidade existe através do trabalho e com o apelo das populações de todo o mundo, conjugada com a presença (e espera-se, decisões) dos chefes de Estado e de Governo de todos os países na Cimeira que terá lugar no próximo ano no Rio de Janeiro, com igual propósito que a ECO/92, que teve um enorme efeito na mobilização e actuação em prol de um desenvolvimento sustentável há quase 20 anos atrás.

Lisboa, 21 de Abril de 2011
A Direcção Nacional da
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

terça-feira, 19 de abril de 2011

Dislexia

Dislexia é uma incapacidade específica de aprendizagem, de origem neurobiológica. É caracterizada por dificuldades na correcção e/ou fluência na leitura de palavras e por baixa competência leitora e ortográfica.

Estas dificuldades resultam de um défice fonológico, inesperado, em relação às outras capacidades cognitivas e às condições educativas. Secundariamente podem surgir dificuldades de compreensão leitora, experiência de leitura reduzida que pode impedir o desenvolvimento do vocabulário e dos conhecimentos gerais».

Esta definição de dislexia, adoptada em 2003 pela Associação Internacional de Dislexia é actualmente aceite pela grande maioria da comunidade científica.

Fonte: APMCG

Segundo o Portal da Dislexia, 'a dislexia caracteriza-se por uma dificuldade na aprendizagem e automatização das competências de leitura e escrita, em crianças inteligentes, sendo a sua origem neurobiológica.
As crianças com dislexia revelam muitas dificuldades em adquirir e desenvolver o mecanismo da leitura e da escrita. Apresentam uma leitura muito lenta, com diversas incorrecções, erros e trocas de letras e sílabas, e dificuldades na compreensão da informação lida. A sua escrita surge com muitos erros ortográficos, as frases e os textos que escreve são confusos em termos de conteúdo, com pouca riqueza no vocabulário, podendo a qualidade da sua letra ser igualmente má e irregular.
Apesar destas dificuldades, as crianças disléxicas apresentam uma capacidade intelectual normal ou superior à média, podendo evidenciar capacidades acima da média em áreas que não dependam directamente da leitura e escrita (arte, desporto, música, etc.)'.
Os Principais Sintomas
Sinais de Alerta
    Durante a Infância
    Na Idade Escolar
Critérios de Diagnóstico
Principais manifestações da dislexia nas competências de leitura e escrita

Artigos e Intervenções : aqui

terça-feira, 12 de abril de 2011

Jardim Público de Beja reabre ao público


Depois de profundas obras de remodelação e requalificação, o espaço vai foi reaberto ao público pela Câmara Municipal no Dia Mundial da Árvore.

  
  

Fluviário de Mora convida os mais novos para as Férias da Páscoa


foto de arquivo
O Fluviário de Mora promove umas férias de Páscoa diferentes para os mais novos. À visita habitual a este que é o primeiro grande aquário europeu de água doce, as crianças estão convidadas a participar em actividades preparadas especialmente para celebrar o renascer da flora e fauna nesta Primavera e a época pascal.

Com o programa de actividades “Do Ovo e Semente até à Flor e Gente”, o Fluviário sensibiliza os participantes para a importância de Semear Cheirinhos, lembrando que essa vida frágil começa invariavelmente num punhado de terra fofa. Também na sala de aula/laboratório do Fluviário, vai ser recordado, com alguns ciclos de vida, que Assim nasceram os Peixes…a partir do ovo, esse símbolo indissociável da vida nova e, claro está, da Páscoa.

Por falar em vida nova, ao visitante que levar uma fotografia do último peixe que nasceu em sua casa receberá uma lembrança.

Além do programa de época específica, é possível optar por outras actividades patentes no Fluviário: Dormindo com Lontras; Lusco-fusco no Fluviário ou até ousar ser Aquarista por uma Hora.

Ninguém fica indiferente à chegada das andorinhas, aos cantos das rãs e às flores vistosas que começam a revestir os campos deste concelho alentejano, numa autêntica profusão de cores perfumadas que abraçam o Fluviário!

Com mais de 500 peixes de 55 espécies diferentes de todo o mundo em habitats naturais, aquáticos e terrestres, num percurso entre a nascente e a foz de um rio, o Fluviário de Mora já recebeu, desde Março de 2007 mais de 500 mil visitantes.

Escolas vão dar refeições nas férias da Páscoa - Educação - PUBLICO.PT

Escolas vão dar refeições nas férias da Páscoa - Educação - PUBLICO.PT

Férias da Páscoa com actividades para os mais novos, em Alvito

A Câmara Municipal de Alvito organizou um conjunto de actividades para ocupação dos tempos livres de crianças e jovens do concelho nas férias da Páscoa. As iniciativas têm início hoje com uma caminhada pela Rota de Sant\'Águeda. As actividades prosseguem na sexta-feira com campeonatos de jogos tradicionais e de mesa onde a autarquia pretende promover o relacionamento entre gerações, uma vez que nos campeonatos podem participar pessoas entre os 6 e os 90 anos.
No dia 21 de Abril está agendada uma prova de duatlo e orientação na barragem de Odivelas.

Educação sexual embaraça pais e professores


A escolha da linguagem mais adequada à educação sexual dos jovens é uma «angústia permanente» que embaraça pais e professores, foi hoje realçado em Coimbra num seminário sobre a matéria.



«A questão da linguagem a adoptar, por exemplo o nome dos órgãos genitais, é uma angústia permanente dos pais», disse Sónia Araújo, uma técnica da Associação para o Planeamento da Família (APF) que participou nos trabalhos. Também o director executivo da APF, Duarte Vilar, defendeu que «a questão da linguagem é um problema fundamental, não só para os pais, mas também para os professores».

«A educação sexual lá em casa» foi o tema do seminário, uma iniciativa conjunta da APF e da Confederação Nacional de Associações de Pais (CONFAP), que decorreu no auditório do Conservatório de Música de Coimbra.
O sociólogo Duarte Vilar corroborou a opinião de Sónia Araújo para dizer que importa saber «como falar» com os jovens de educação sexual, em casa e na escola, abordando com clareza temas como relações sexuais, homossexualidade, menstruação ou doenças sexualmente transmissíveis, entre outros.
«Qual o quadro de valores pelo qual se rege a educação sexual nas escolas?», afirmou, ao salientar a importância da informação e preconizando que «não é preciso um momento especial para falar disto».
Duarte Vilar sublinhou que, dois anos após a entrada em vigor da lei da educação sexual nas escolas, persistem ainda na sociedade portuguesa diversas «dúvidas e inseguranças nesta matéria».
«Como falar, o que dizer, quando e como?» são algumas das interrogações mais frequentes, designadamente entre pais e docentes, disse.
Segundo um estudo da APF, realizado em 2009 e discutido na sessão, «hoje em dia, os pais estão mais envolvidos na educação sexual dos filhos».
«O estudo revela que pais e mães estão, de facto, envolvidos na educação sexual dos filhos e sempre com grande grau de informalidade», adiantou o mesmo responsável.
Intitulado Ditos e não ditos - Educação sexual e parentalidade , o estudo foi apresentado pela psicóloga Vanda Beja.
O presidente da CONFAP, Albino Almeida, falou dos Mitos, tabus e constrangimentos neste domínio.
«Os constrangimentos são aqueles que decorrem do acertar daquilo que os filhos querem saber», declarou Albino Almeida.
Um dos actuais desafios consiste em «perceber, à luz do conhecimento científico, como podemos melhorar a nossa atitude», referiu, preconizando uma maior aposta na formação dos pais nesta área.

Fonte: Sol