terça-feira, 1 de março de 2011

Concurso "O teu filme pode mudar o mundo"

 No âmbito do concurso "O teu filme pode mudar o mundo", os alunos do 7.º ano em Área de Projecto, elaboraram uns filmes que se encontram agora para votação, até dia 11 de Março, nos seguintes sítios da internet:
Para votar é muito simples, basta acederem aos respectivos endereços e clicarem, com o rato, em cima das estrelinhas. Quanto mais estrelinhas, melhor ;)
Obrigada a todos. Espero que gostem :)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Cada um para seu lado. Eles e elas aprendem melhor assim

 Os colégios Fomento são os únicos a separar rapazes e raparigas. Lá fora há 200 mil escolas a fazer o mesmo

É preciso assumir as diferenças. Elas gostam de comandar e eles ao pé delas têm poucas hipóteses de assumir o controlo. Eles são mais barulhentos e elas mais sossegadas. Elas crescem mais depressa e acham que eles são infantis. Elas fazem duas e três tarefas ao mesmo tempo e eles uma de cada vez. Os colégios Fomento, em parceria com o Opus Dei, são os únicos em Portugal a assumir essas diferenças nas salas de aulas. Os rapazes estudam no Planalto (Lisboa) e no Cedros (Gaia) e as raparigas no Mira Rio (Lisboa) e no Horizonte (Porto). Longe uns dos outros para não atrapalharem ninguém.

Não se trata de nenhuma cruzada contra os movimentos feministas nem sequer é uma campanha para acentuar os estereótipos entre os sexos. O ensino diferenciado é uma escolha suportada por factos científicos, assegura o presidente dos colégios Fomento, Jorge Maciel: "A maturidade intelectual e emocional das raparigas acontece mais cedo, logo reagem de forma distinta dos rapazes." Ambos aprendem as mesmas disciplinas e os mesmos conceitos. As estratégias é que são diferentes.

Aulas para raparigas Nem tudo precisa de estar tão organizado. Basta saber que há um grupo de exercícios para completar. Qual das tarefas será feita em primeiro é uma opção em aberto: "É possível dar maior autonomia às raparigas para serem elas a gerir o seu próprio tempo." Usar as emoções como motivação é um trunfo que só resulta entre elas: "Quando estão tristes, é impossível ignorar isso, sob pena de não se conseguir fazer mais nada durante a aula." A mesma estratégia para os rapazes é um erro fatal, alerta o presidente dos colégios Fomento: "Regra geral, fazer perguntas sobre assuntos do coração aos rapazes é uma intromissão na sua privacidade."

Pôr ordem na sala de aula é mais fácil entre turmas só com alunas. Basta subir o tom de voz para o silêncio encher a sala: "Elas, sendo mais sensíveis às frequências altas, têm tendência a interpretar uma chamada de atenção como um grito e calam-se facilmente." Detalhes, por outro lado, é o ponto forte das raparigas. Conseguem concentrar-se nas pequenas coisas e aguentam mais tempo a ouvir a professora.

Aulas para rapazes Turmas só de rapazes são mais barulhentas. O sistema nervoso não é igual ao das raparigas e por isso eles são inquietos dentro e fora da escola. "São mais agitados, e nós por outro lado, temos mais trabalho para manter o controlo da aula", conta António Lopes, professor de História do Colégio Planalto. Pô-los a competir uns com os outros costuma resultar: "Jogos de estratégia, com um chefe, um objectivo e um vencedor final", explica Jorge Maciel. Ou então perguntas directas e respostas vindas de cada um e cada um na sua vez, acrescenta António Lopes.

E aulas sempre bem estruturadas. "Cada tarefa terá de ser cumprida no tempo, na duração e com objectivos previamente estabelecidos", diz Jorge Maciel. Trabalho em equipa, tarefas práticas e rápidas para não perder a atenção deles. "Os resultados são melhores do que no ensino misto", garante o professor, que dá aulas nos colégios que ocupam os lugares de topo no ranking nacional de escolas básicas e secundárias.

Rapazes e Raparigas No 3.o ciclo, com 14 ou 15 anos, a distância entre eles e elas é ainda maior, avisa António Lopes: "Os rapazes são mais imaturos e sabem disso." Numa turma mista, essa percepção acaba por definhar boa parte das suas potencialidades: "Muitas vezes, eles não tomam iniciativa com medo de serem considerados infantis pelas raparigas."

Quando elas não estão no caminho é mais fácil. Nada melhor do que um exemplo concreto para as diferenças se tornarem claras. "A peça de teatro que as turmas do 7.o ano do Planalto estão a ensaiar para as jornadas culturais seria um espectáculo mais difícil de encenar com miúdas por perto. "Numa turma mista eles ficariam na retaguarda", diz o professor de História. Mas como é entre eles, assumem sem medo os papéis principais. Não se trata de desenvolver o lado feminino e masculino de raparigas e rapazes, esclarece o professor: "Trata-se, sim, de trabalhar aptidões que não se desenvolveriam se as turmas fossem mistas."

Mundos separados? Resta saber por fim se alunos e alunas dos colégios Fomento estão condenados a conviver longe uns dos outros até concluírem o secundário. Madalena Rendeiro Santos saiu do Mira Rio, no Restelo, há quase 11 anos e conta que enquanto lá esteve nunca viveu num "mundo à parte dos rapazes". Combinava encontros e sessões de cinema com as amigas do colégio que levavam os irmãos do Planalto. E lá em casa ainda havia seis irmãos que estudavam no Planalto, que levavam outros colegas do colégio. Os rapazes sempre estiveram perto de Madalena.

E mesmo que assim não fosse, caberia aos pais facilitar essa tarefa, defendem Lúcia e Leal Vasco, casal com dois filhos a estudar no Planalto e ainda três filhas a frequentar o Mira Rio: "Os colégios não são o único espaço de convívio para eles, que ainda andam na natação e aprendem música no ensino público", conta Lúcia Vasco.
 Publicado em ionline.pt 25 de Fevereiro de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Rádio Vidigueira cria programa para jovens

A Rádio Vidigueira criou um espaço inteiramente dedicado aos jovens do concelho chamado Overground. É transmitido duas vezes por mês durante o programa Renascer, às quintas feiras, das 10h às 11h.
Segundo Ana Coutinho e David Borges, este espaço servirá para "destapar" os problemas com que os jovens do concelho se deparam e discuti-los abertamente com alguns convidados. Os temas serão variados, nomeadamente, saúde, educação, formação, emprego, empreendedorismo e iniciativas variadas. Desta forma, pretende-se debater a evolução da Geração Rasca e Underground (debaixo do solo) para a nova geração à Rasca que quer estar Overground (em cima do solo).
Na emissão de hoje a convidada Patrícia Pires falou sobre a sua experiência educativa no concelho. A falta de acompanhamento da comunidade educativa nas escolhas para o ensino superior, a necessidade de sair de "casa" para realizar um curso superior e a falta de apoio na universidade para a empregabilidade foram experiências relatadas. Assim como o David e a Ana compararam as ofertas do ensino profissional do concelho com o secundário "normal" do distrito em relação à aquisição de competências e, à utilidade das mesmas na vida académica. Constatou-se que, para eles, existiu falta de acompanhamento psicológico durante todo o processo educativo dentro do concelho visto terem tido imaturidade na tomada de decisões importantes para a sua vida académica e, por sinal, terão repercussões na vida profissional. A falta de um conhecimentos mais profundo das opções disponíveis, também os fez divergir dos seus sonhos e ambições. Estas e outras incertezas na oferta educativa e profissional é, sem dúvida,  um problema que abrange todos os jovens do concelho.
Aguardamos o desenrolar deste programa na próxima edição de dia 10 de Março.

Serviços da Educação barram campanha "ideológica" contra a homofobia nas escolas - Sociedade - PUBLICO.PT

Serviços da Educação barram campanha "ideológica" contra a homofobia nas escolas - Sociedade - PUBLICO.PT
 

Confederações com "reticências" e "dúvidas" na eventual aplicação de coimas aos pais

As confederações nacionais de associações de pais e encarregados de educação manifestaram hoje "muitas reticências" e "dúvidas" quanto à anunciada intenção do Governo Regional dos Açores em aplicar coimas aos pais que não se envolverem na educação dos filhos.
A posição do executivo açoriano foi anunciada na terça-feira no plenário da Assembleia Legislativa Regional, onde a secretária regional da Educação, Cláudia Cardoso, admitiu a aplicação de "coimas" e "perda de direitos sociais" a quem não esteja interessado no sucesso escolar dos educandos.
Contactado pela agência Lusa, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, sustentou que a questão levanta, desde logo, "muitas dúvidas", considerando ainda "bizarro" o conceito de aplicar coimas aos pais.
"O que pergunto é se o Governo Regional quer penalizar os pais que não se envolvam nas questões educativas em sentido mais lato, como por exemplo participarem em reuniões de conselhos locais de educação ou associações de pais. Coisa diferente é penalizar os pais que não respondam quando solicitados" pela comunidade educativa, disse Albino Almeida.
Segundo o presidente da Confap, "se o propósito é penalizar os pais que não se envolvam na educação dos filhos, então trata-se de um forma bizarra de promover o envolvimento parental", admitindo ter ficado "surpreendido" com a possibilidade já que o arquipélago dos Açores em matéria de educação tem sido motivo de "referência" no país.
"É o mesmo que decretar multas a quem não se envolva na cidadania", frisou Albino Almeida, acrescentando ainda que "no caso dos deveres inerentes à responsabilidade parental as penalizações não devem ser colocadas ao nível da escola", mas alertando as instituições.

por Lusa 23-02-2011

Multas para pais que não se envolvam na educação dos filhos

Medida deverá entrar em vigor nos Açores.

A nova secretária regional da Educação do Governo Regional dos Açores, Cláudia Cardoso, pretende dar mais autoridade aos professores para que possam aplicar coimas aos pais que não se envolvam na educação dos filhos.

A decisão foi avançada no plenário da Assembleia Legislativa Regional durante a questão do Governo sobre educação promovida por Paulo Estêvão, deputado regional do Partido Popular Monárquico (PPM) de forma a debater os problemas escolares nos Açores, refere a Lusa.
Cláudia Cardoso frisou que é necessário um «reforço urgente da autoridade do pessoal docente, dentro e fora da sala de aulas» e é importante que se dê aos professores o estatuto de «autoridade pública». A secretária afirma ainda que «as situações de agressões» devem ser consideradas «como situações de crime público».
A secretária que pretende criminalizar os maus comportamentos escolares através de «profundas alterações» no Estatuto do Aluno, no Regulamento de Gestão Administrativa e Pedagógica dos Alunos e no Regulamento de Autonomia e Gestão das Escolas pretende também que os pais sejam mais assíduos no acompanhamento dos alunos, e admite que sejam aplicadas «coimas» e «perda de direitos sociais» aos pais não interessados.
O líder parlamentar do CDS/PP, Artur Lima, disse à Lusa que a proposta apresentada já tinha sido defendida por sindicatos de alguns paridos da oposição e considerou que se trata de uma «viragem no discurso da Educação nos Açores».
Paulo Estêvão impôs a «suspensão imediata» do sistema de avaliação dos docentes por ter entendido que seria uma perda de tempo para os professores e por não discriminar os bons dos maus. O deputado criticou ainda o método de avaliação dos professores existente que classifica todos com nota de «bom».
Cláudia Cardoso recusou a exigência de Paulo Estêvão, recordando que a indicação que o executivo tem é que este modelo, além de estar devidamente integrado, já é «compreendido» e «aceite» pelos docentes.

 Fonte: iol.pt 22-02-2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Como estudar melhor

Algumas sugestões que podem ser úteis para este ano lectivo
14 de Set de 2010



" Não há regras rígidas para um estudo com sucesso. Sozinho ou acompanhado, em casa ou na rua, com ou sem música, são variáveis que deves experimentar e perceber o que resulta melhor contigo.
" É necessário estudar todos os dias pelo menos uma hora.
" Prepara a tua mochila de véspera para não te esqueceres de nada;
" Toma sempre o pequeno-almoço antes de ires para a escola. Estar alimentado ajuda o nosso cérebro a concentrar-se nas matérias que queremos aprender e não na fome que temos;
" Tem sempre o material ao teu alcance para não perderes a concentração à procura de um lápis, uma borracha, um livro...
" De acordo com o ambiente que está à nossa volta, o cérebro prepara-se para determinada tarefa. Por isso, deves estudar num local arejado e com boa iluminação
" Se leres deitado, de costas, provavelmente ficarás com sono, e de barriga para baixo estarás a forçar a coluna vertebral, os músculos dos braços e o pescoço. O corpo e o cérebro funcionam melhor se estudares sentado. No entanto, de vez em quando deves mudar de postura. Podes, por exemplo, levantar-te e ler em voz alta
" Não memorizes o que não entendeste pois irás esquecer-te disso facilmente. Toma nota da dúvida para a esclareceres com o professor na próxima aula
" Se não estiveres com vontade de estudar e sentires que não estás a ter resultados, não insistas. Pára para ires apanhar um bocado de ar, comer qualquer coisa, conversar com um amigo...
" Termina sempre o estudo com uma atitude positiva. Verifica o que já aprendeste em vez de veres o que ainda te falta. Assim, estarás motivado para aprender cada vez mais;
" Um bom descanso é fundamental para o sucesso nos estudos. Podes beber um copo de leite antes de te deitares. O leite possui triptofano que é uma substância indutora do sono;
Na sala de aulas:
Tira apontamentos enquanto o professor dá a matéria. Ajudar-te-á a estar concentrado;
Não escrevas tudo tal e qual o professor disse. Apenas as definições, nomes, datas e fórmulas devem ser reproduzidas totalmente. Tal como quando vais a um pomar e escolhes apenas a fruta madura, na aula deves seleccionar a informação que convém reter e registar;
Não basta ouvir para aprender. Deves relacionar o que estás a ouvir com aquilo que já sabes e formular opiniões sobre os assuntos;
Bons apontamentos
Faz resumos. Resumir significa transformar um texto com muitas palavras noutro com menos palavras que contenha a ideia principal. Não há resumos certos nem errados desde que não alteres as ideias do texto, apenas as sintetizes;
Sublinha o que é mais importante. Os sublinhados ajudam-nos a reler rapidamente o essencial de um texto sem termos de o ler todo de novo;
Escreve os apontamentos com a melhor letra que conseguires fazer. Quanto mais agradáveis forem os apontamentos, mais atractivos e mais fáceis de estudar se tornam.

As recompensas também educam

Recompensar a criança por aquilo que fez bem é um acto natural e desejável. A criança, para além da satisfação própria do dever cumprido, tem a gratificação adicional de um prémio oferecido pelos pais, em sinal do seu apreço pelo cumprimento de determinado objectivo. O problema está na forma e no conteúdo desse prémio.

A principal recompensa que uma criança pode ter é a atenção, o encorajamento e o elogio dos pais. Nada é tão forte e tão estimulante a curto, médio e longo prazo, como a aprovação das suas atitudes pelos pais. Esta é a recompensa que deve ser usada com maior frequência, superando qualquer outra.

No entanto, existem, claro, outras formas de recompensar a criança pelos seus esforços de corresponder às expectativas dos pais. Uma delas é a recompensa social que envolve, para além da atenção e dos estímulos verbais, como o encorajamento e o elogio, o contacto físico (quem não gosta de um abraço, um beijo ou uma carícia?) ou o envolvimento em actividades que são do gosto da criança após um comportamento adequado, como um jogo, ler uma história, fazer um passeio a pé ou de bicicleta, desenhar ou fazer construções em barro ou plasticina.

As recompensas deste tipo são muito gratificantes para as crianças e também para os pais, pois, além de cumprirem o seu objectivo, de premiar um comportamento adequado, estreitam a relação entre pais e filhos ao estimular a brincadeira em conjunto.

Pediatra
por Paulo Oom, Publicado em 17 de Fevereiro de 2011, via ionline.pt

Sem desporto escolar alunos podem engordar quatro quilos por ano

Fenprof acusa Governo de querer acabar com mil horários de desporto no próximo ano lectiv.

A eliminação do desporto escolar pode levar cada aluno a ganhar quatro quilos num só ano lectivo A agência Lusa foi ouvir um especialista em obesidade infantil que critica a medida «economicista» do Governo. O apertar do cinto na educação vai levar, segundo a Fenprof, ao corte nos horários do desporto escolar.

Para António Palmeira, investigador da Universidade Lusófona, o fim do desporto escolar terá consequências a longo prazo na saúde dos jovens, já que «as pessoas que não fazem desporto nestas idades muito dificilmente o farão na idade adulta e 80 por cento dos que são obesos nesta altura serão obesos na idade adulta».

Segundo as contas do especialista, duas sessões de desporto escolar por semana representam o consumo de mil calorias, o que corresponde a 30 mil calorias por ano, ou seja, são «quatro quilos a mais no jovem se mantiver o mesmo regime alimentar num ano lectivo, só por não terem desporto escolar».

A Fenprof acusou, na segunda-feira, o Ministério da Educação de querer «impor, sem negociar», um plano de organização do próximo ano escolar que poderá eliminar «cerca de 10 mil horários de trabalho», entre os quais se incluem os cerca de mil horários para o desporto escolar.

 Fonte: tvi24

Censos 2011

O Instituto Nacional de Estatística convida toda a população a participar activamente na realização dos Censos 2011 — o XV Recenseamento Geral da População e o V Recenseamento Geral da Habitação — e a responder com rigor aos seus questionários. 

21 de Março é dia dos Censos 2011 (também chamado Momento Censitário). Nesse dia inicia-se o período de resposta, a ele devendo referir-se as informações a prestar. Todos os alojamentos vão ser contactados pelos Recenseadores do INE, devidamente identificados e que, porta a porta, vão percorrer o país para entrega dos questionários em papel e dos códigos necessários para resposta pela Internet. 

Pela primeira vez, em Portugal, vai poder responder aos Censos também pela Internet: é cómodo, é fácil e é seguro! Pode fazê-lo entre 21 de Março e 10 de Abril em www.censos2011.ine.pt.

Para o sucesso da operação é indispensável que cada um de nós reconheça a relevância da sua resposta e colabore com o recenseador! Recorde-se que ao responder aos Censos está a exercer simultaneamente um direito e um dever de cidadania. Ao responder aos Censos, cada cidadão está a “contar” para a “fotografia” da população e do parque habitacional. Essa fotografia só terá qualidade se reflectir a realidade de todos e de cada um. Ao não responder, estará a impedir a nitidez e o rigor do retrato do país e das medidas que, a partir dele, vierem a ser tomadas. 

Ao INE coube, ao longo dos últimos 5 anos, a responsabilidade de montar esta grande operação. A partir de 21 de Março o sucesso definitivo dos Censos 2011 passa a estar verdadeira e inquestionavelmente nas mãos de todos e de cada um! Portugal conta connosco. Nós contamos consigo! 

Censos vão às escolas
 
A realização das operações censitárias só é possível através da colaboração empenhada da população pelo que irá ser feita uma forte campanha publicitária com o objectivo de apelar a essa colaboração. 

A população escolar dos ensinos básicos e secundário deverá constituir um agente importante para dinamizar as respostas aos Censos 2011, tanto pela compreensão da sua importância, como pela influência positiva que pode exercer sobre os pais e encarregados de educação, transmitindo-lhes essa mesma ideia de importância. 

Para sensibilizar os alunos, é indispensável a colaboração dos professores. Para o efeito, em colaboração com a Equipa do ALEA (Acção Local de Estatística Aplicada — projecto conjunto da Escola Secundaria Tomaz Pelayo, da Direcção Regional de Educação do Norte e do Instituto Nacional de Estatística), foram concebidos três tipos de aulas destinadas a cada um dos grupos de população a abranger (1º ciclo do ensino básico, 2º e 3º ciclos do ensino básico, ensino secundário), sobre o tema “Os Censos vão às Escolas” com informação sobre “o que são, para que servem e como se fazem os Censos 2011”.No final de cada aula, estão previstas pequenas tarefas que ajudam a compreender a consolidar melhor algumas das matérias tratadas. 

O Ministério da Educação foi previamente consultado sobre este processo, tendo-lhe dado o seu total apoio por Despacho de Sua Excelência o Secretário de Estado da Educação.

Escolas cortam nas visitas de estudo por falta de verbas - Educação - PUBLICO.PT

Escolas cortam nas visitas de estudo por falta de verbas - Educação - PUBLICO.PT

Carta de Princípios da Educação Rodoviária no Sistema Educativo

Importante para todos nós que andamos na rua com outras pessoas, onde circulam carros também. Comecemos por conhecer a Carta dos Princípios da Educação Rodoviária do Sistema Educativo:

Artigo 1º- À criança e ao jovem deverá ser garantida a educação rodoviária.
Artigo 2º- A educação rodoviária deverá ser assumida como parte indissociável(1) da formação global do cidadão.
Artigo 3º- A educação rodoviária deverá ter por finalidade a criação de uma cultura em que a segurança rodoviária seja encarada pela sociedade coo um valor a preservar e a desenvolver.
Artigo 4º- A educação rodoviária deverá proporcionar experiências que favoreçam a maturidade cívica e sócio-afectiva da criança e do jovem, desenvolvendo atitudes e comportamentos adequados para uma inserção segura em ambiente rodoviário.
Artigo 5º- A educação rodoviária deverá fazer parte integrante do sistema educativo, constituindo-se como matéria curricular nos diferentes níveis de educação/ensino.
Artigo 6º- A Escola deverá constituir o ambiente privilegiado para a exploração pedagógica da educação rodoviária, enquanto espaço estruturado nos diferentes domínios do conhecimento nos quais a educação rodoviária se poderá, eficazmente, corporizar, em termos de continuidade, sistematização e progressão pedagógica.
Artigo 7º- Aos docentes deverá ser atribuído um papel fulcral como agentes activos da educação rodoviária, o que pressupõe uma adequada formação inicial e continua que os habilite a uma eficaz intervenção educativa.
Artigo 8º- À família cabe assumir, no seu papel educativo, uma acção determinante na interiorização de atitudes e no desenvolvimento de comportamentos adequados, em material de segurança e educação rodoviárias.
Artigo 9º- Às autarquias deverá caber um papel primordial, enquanto entidades promotoras e dinamizadoras da educação rodoviária, na gestão de equipamentos e infraestruturas logísticas e ambientais orientadas para a melhoria das condições de segurança da criança e do jovem.
Artigo 10º- A educação rodoviária deverá constituir tarefa de todos os agentes educativos, co-responsabilizando igualmente entidades públicas e privadas que possam transmitir à criança e ao jovem valores sócio-educativos, na perspectiva de uma formação ao longo da vida.

Edição e produção:
Departamento da Educação Básica e do Ensino Secundário do Ministério da Educação, Direcção Geral de Viação e Prevenção Rodoviária Portuguesa.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Novas regras fiscais

 O Orçamento do Estado para 2011 introduz alterações significativas em matéria fiscal, não só no IRS e IRC, mas também nos documentos de despesas com saúde, educação, formação, etc
 
Veja AQUI

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Parabéns Eco-Escola!

Foram aprovados para desenvolvimento os dois projectos apresentados pela escola de Vidigueira ao Prémio "Ciência na Escola", promovido pela Fundação Ilídio Pinho em parceria com o Ministério da Educação e o Banco Espírito Santo.
Sendo eles:
- Monitorização de Ninhos artificiais para Aves insectívoras (2º Escalão)
- Indicadores biológicos da qualidade da água - Os Macroinvertebrados da Ribeira do Freixo (3º Escalão)

http://fundacaoip.locais.net/media/uploads/site/PFIP_9Ed_2010-2011_listas.pdf

Dos 701 projectos apresentados, o Júri Nacional aprovou para desenvolvimento 351 projectos.
 

Síte excepcional

 "O seguinte link é talvez um dos mais completos trabalhos...
É extraordinário, porque nos leva ao mundo dos museus mundiais, à
pintura, escultura, pinoteca, slides, músicas e muito mais...


Saber mais sobre Cultura