A Rádio Vidigueira criou um espaço inteiramente dedicado aos jovens do concelho chamado Overground. É transmitido duas vezes por mês durante o programa Renascer, às quintas feiras, das 10h às 11h.
Segundo Ana Coutinho e David Borges, este espaço servirá para "destapar" os problemas com que os jovens do concelho se deparam e discuti-los abertamente com alguns convidados. Os temas serão variados, nomeadamente, saúde, educação, formação, emprego, empreendedorismo e iniciativas variadas. Desta forma, pretende-se debater a evolução da Geração Rasca e Underground (debaixo do solo) para a nova geração à Rasca que quer estar Overground (em cima do solo).
Na emissão de hoje a convidada Patrícia Pires falou sobre a sua experiência educativa no concelho. A falta de acompanhamento da comunidade educativa nas escolhas para o ensino superior, a necessidade de sair de "casa" para realizar um curso superior e a falta de apoio na universidade para a empregabilidade foram experiências relatadas. Assim como o David e a Ana compararam as ofertas do ensino profissional do concelho com o secundário "normal" do distrito em relação à aquisição de competências e, à utilidade das mesmas na vida académica. Constatou-se que, para eles, existiu falta de acompanhamento psicológico durante todo o processo educativo dentro do concelho visto terem tido imaturidade na tomada de decisões importantes para a sua vida académica e, por sinal, terão repercussões na vida profissional. A falta de um conhecimentos mais profundo das opções disponíveis, também os fez divergir dos seus sonhos e ambições. Estas e outras incertezas na oferta educativa e profissional é, sem dúvida, um problema que abrange todos os jovens do concelho.
Aguardamos o desenrolar deste programa na próxima edição de dia 10 de Março.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Confederações com "reticências" e "dúvidas" na eventual aplicação de coimas aos pais
As confederações nacionais de associações de pais e encarregados de educação manifestaram hoje "muitas reticências" e "dúvidas" quanto à anunciada intenção do Governo Regional dos Açores em aplicar coimas aos pais que não se envolverem na educação dos filhos.
A posição do executivo açoriano foi anunciada na terça-feira no plenário da Assembleia Legislativa Regional, onde a secretária regional da Educação, Cláudia Cardoso, admitiu a aplicação de "coimas" e "perda de direitos sociais" a quem não esteja interessado no sucesso escolar dos educandos.
Contactado pela agência Lusa, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, sustentou que a questão levanta, desde logo, "muitas dúvidas", considerando ainda "bizarro" o conceito de aplicar coimas aos pais.
"O que pergunto é se o Governo Regional quer penalizar os pais que não se envolvam nas questões educativas em sentido mais lato, como por exemplo participarem em reuniões de conselhos locais de educação ou associações de pais. Coisa diferente é penalizar os pais que não respondam quando solicitados" pela comunidade educativa, disse Albino Almeida.
Segundo o presidente da Confap, "se o propósito é penalizar os pais que não se envolvam na educação dos filhos, então trata-se de um forma bizarra de promover o envolvimento parental", admitindo ter ficado "surpreendido" com a possibilidade já que o arquipélago dos Açores em matéria de educação tem sido motivo de "referência" no país.
"É o mesmo que decretar multas a quem não se envolva na cidadania", frisou Albino Almeida, acrescentando ainda que "no caso dos deveres inerentes à responsabilidade parental as penalizações não devem ser colocadas ao nível da escola", mas alertando as instituições.
por Lusa 23-02-2011
Multas para pais que não se envolvam na educação dos filhos
Medida deverá entrar em vigor nos Açores.
A nova secretária regional da Educação do Governo Regional dos Açores, Cláudia Cardoso, pretende dar mais autoridade aos professores para que possam aplicar coimas aos pais que não se envolvam na educação dos filhos.
A decisão foi avançada no plenário da Assembleia Legislativa Regional durante a questão do Governo sobre educação promovida por Paulo Estêvão, deputado regional do Partido Popular Monárquico (PPM) de forma a debater os problemas escolares nos Açores, refere a Lusa.
Cláudia Cardoso frisou que é necessário um «reforço urgente da autoridade do pessoal docente, dentro e fora da sala de aulas» e é importante que se dê aos professores o estatuto de «autoridade pública». A secretária afirma ainda que «as situações de agressões» devem ser consideradas «como situações de crime público».
A secretária que pretende criminalizar os maus comportamentos escolares através de «profundas alterações» no Estatuto do Aluno, no Regulamento de Gestão Administrativa e Pedagógica dos Alunos e no Regulamento de Autonomia e Gestão das Escolas pretende também que os pais sejam mais assíduos no acompanhamento dos alunos, e admite que sejam aplicadas «coimas» e «perda de direitos sociais» aos pais não interessados.
O líder parlamentar do CDS/PP, Artur Lima, disse à Lusa que a proposta apresentada já tinha sido defendida por sindicatos de alguns paridos da oposição e considerou que se trata de uma «viragem no discurso da Educação nos Açores».
Paulo Estêvão impôs a «suspensão imediata» do sistema de avaliação dos docentes por ter entendido que seria uma perda de tempo para os professores e por não discriminar os bons dos maus. O deputado criticou ainda o método de avaliação dos professores existente que classifica todos com nota de «bom».
Cláudia Cardoso recusou a exigência de Paulo Estêvão, recordando que a indicação que o executivo tem é que este modelo, além de estar devidamente integrado, já é «compreendido» e «aceite» pelos docentes.
Fonte: iol.pt 22-02-2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Como estudar melhor
Algumas sugestões que podem ser úteis para este ano lectivo
14 de Set de 2010 | |
" Não há regras rígidas para um estudo com sucesso. Sozinho ou acompanhado, em casa ou na rua, com ou sem música, são variáveis que deves experimentar e perceber o que resulta melhor contigo.
" É necessário estudar todos os dias pelo menos uma hora.
" Prepara a tua mochila de véspera para não te esqueceres de nada;
" Toma sempre o pequeno-almoço antes de ires para a escola. Estar alimentado ajuda o nosso cérebro a concentrar-se nas matérias que queremos aprender e não na fome que temos;
" Tem sempre o material ao teu alcance para não perderes a concentração à procura de um lápis, uma borracha, um livro...
" De acordo com o ambiente que está à nossa volta, o cérebro prepara-se para determinada tarefa. Por isso, deves estudar num local arejado e com boa iluminação
" Se leres deitado, de costas, provavelmente ficarás com sono, e de barriga para baixo estarás a forçar a coluna vertebral, os músculos dos braços e o pescoço. O corpo e o cérebro funcionam melhor se estudares sentado. No entanto, de vez em quando deves mudar de postura. Podes, por exemplo, levantar-te e ler em voz alta
" Não memorizes o que não entendeste pois irás esquecer-te disso facilmente. Toma nota da dúvida para a esclareceres com o professor na próxima aula
" Se não estiveres com vontade de estudar e sentires que não estás a ter resultados, não insistas. Pára para ires apanhar um bocado de ar, comer qualquer coisa, conversar com um amigo...
" Termina sempre o estudo com uma atitude positiva. Verifica o que já aprendeste em vez de veres o que ainda te falta. Assim, estarás motivado para aprender cada vez mais;
" Um bom descanso é fundamental para o sucesso nos estudos. Podes beber um copo de leite antes de te deitares. O leite possui triptofano que é uma substância indutora do sono;
Na sala de aulas:
Tira apontamentos enquanto o professor dá a matéria. Ajudar-te-á a estar concentrado;
Não escrevas tudo tal e qual o professor disse. Apenas as definições, nomes, datas e fórmulas devem ser reproduzidas totalmente. Tal como quando vais a um pomar e escolhes apenas a fruta madura, na aula deves seleccionar a informação que convém reter e registar;
Não basta ouvir para aprender. Deves relacionar o que estás a ouvir com aquilo que já sabes e formular opiniões sobre os assuntos;
Bons apontamentos
Faz resumos. Resumir significa transformar um texto com muitas palavras noutro com menos palavras que contenha a ideia principal. Não há resumos certos nem errados desde que não alteres as ideias do texto, apenas as sintetizes;
Sublinha o que é mais importante. Os sublinhados ajudam-nos a reler rapidamente o essencial de um texto sem termos de o ler todo de novo;
Escreve os apontamentos com a melhor letra que conseguires fazer. Quanto mais agradáveis forem os apontamentos, mais atractivos e mais fáceis de estudar se tornam.
As recompensas também educam
Recompensar a criança por aquilo que fez bem é um acto natural e desejável. A criança, para além da satisfação própria do dever cumprido, tem a gratificação adicional de um prémio oferecido pelos pais, em sinal do seu apreço pelo cumprimento de determinado objectivo. O problema está na forma e no conteúdo desse prémio.
A principal recompensa que uma criança pode ter é a atenção, o encorajamento e o elogio dos pais. Nada é tão forte e tão estimulante a curto, médio e longo prazo, como a aprovação das suas atitudes pelos pais. Esta é a recompensa que deve ser usada com maior frequência, superando qualquer outra.
No entanto, existem, claro, outras formas de recompensar a criança pelos seus esforços de corresponder às expectativas dos pais. Uma delas é a recompensa social que envolve, para além da atenção e dos estímulos verbais, como o encorajamento e o elogio, o contacto físico (quem não gosta de um abraço, um beijo ou uma carícia?) ou o envolvimento em actividades que são do gosto da criança após um comportamento adequado, como um jogo, ler uma história, fazer um passeio a pé ou de bicicleta, desenhar ou fazer construções em barro ou plasticina.
As recompensas deste tipo são muito gratificantes para as crianças e também para os pais, pois, além de cumprirem o seu objectivo, de premiar um comportamento adequado, estreitam a relação entre pais e filhos ao estimular a brincadeira em conjunto.
Pediatra
por Paulo Oom, Publicado em 17 de Fevereiro de 2011, via ionline.pt
A principal recompensa que uma criança pode ter é a atenção, o encorajamento e o elogio dos pais. Nada é tão forte e tão estimulante a curto, médio e longo prazo, como a aprovação das suas atitudes pelos pais. Esta é a recompensa que deve ser usada com maior frequência, superando qualquer outra.
No entanto, existem, claro, outras formas de recompensar a criança pelos seus esforços de corresponder às expectativas dos pais. Uma delas é a recompensa social que envolve, para além da atenção e dos estímulos verbais, como o encorajamento e o elogio, o contacto físico (quem não gosta de um abraço, um beijo ou uma carícia?) ou o envolvimento em actividades que são do gosto da criança após um comportamento adequado, como um jogo, ler uma história, fazer um passeio a pé ou de bicicleta, desenhar ou fazer construções em barro ou plasticina.
As recompensas deste tipo são muito gratificantes para as crianças e também para os pais, pois, além de cumprirem o seu objectivo, de premiar um comportamento adequado, estreitam a relação entre pais e filhos ao estimular a brincadeira em conjunto.
Pediatra
por Paulo Oom, Publicado em 17 de Fevereiro de 2011, via ionline.pt
Sem desporto escolar alunos podem engordar quatro quilos por ano
Fenprof acusa Governo de querer acabar com mil horários de desporto no próximo ano lectiv.
A eliminação do desporto escolar pode levar cada aluno a ganhar quatro quilos num só ano lectivo A agência Lusa foi ouvir um especialista em obesidade infantil que critica a medida «economicista» do Governo. O apertar do cinto na educação vai levar, segundo a Fenprof, ao corte nos horários do desporto escolar.
Para António Palmeira, investigador da Universidade Lusófona, o fim do desporto escolar terá consequências a longo prazo na saúde dos jovens, já que «as pessoas que não fazem desporto nestas idades muito dificilmente o farão na idade adulta e 80 por cento dos que são obesos nesta altura serão obesos na idade adulta».
Segundo as contas do especialista, duas sessões de desporto escolar por semana representam o consumo de mil calorias, o que corresponde a 30 mil calorias por ano, ou seja, são «quatro quilos a mais no jovem se mantiver o mesmo regime alimentar num ano lectivo, só por não terem desporto escolar».
A Fenprof acusou, na segunda-feira, o Ministério da Educação de querer «impor, sem negociar», um plano de organização do próximo ano escolar que poderá eliminar «cerca de 10 mil horários de trabalho», entre os quais se incluem os cerca de mil horários para o desporto escolar.
Fonte: tvi24Censos 2011
O Instituto Nacional de Estatística convida toda a população a participar activamente na realização dos Censos 2011 — o XV Recenseamento Geral da População e o V Recenseamento Geral da Habitação — e a responder com rigor aos seus questionários.
21 de Março é dia dos Censos 2011 (também chamado Momento Censitário). Nesse dia inicia-se o período de resposta, a ele devendo referir-se as informações a prestar. Todos os alojamentos vão ser contactados pelos Recenseadores do INE, devidamente identificados e que, porta a porta, vão percorrer o país para entrega dos questionários em papel e dos códigos necessários para resposta pela Internet.
Pela primeira vez, em Portugal, vai poder responder aos Censos também pela Internet: é cómodo, é fácil e é seguro! Pode fazê-lo entre 21 de Março e 10 de Abril em www.censos2011.ine.pt.
Para o sucesso da operação é indispensável que cada um de nós reconheça a relevância da sua resposta e colabore com o recenseador! Recorde-se que ao responder aos Censos está a exercer simultaneamente um direito e um dever de cidadania. Ao responder aos Censos, cada cidadão está a “contar” para a “fotografia” da população e do parque habitacional. Essa fotografia só terá qualidade se reflectir a realidade de todos e de cada um. Ao não responder, estará a impedir a nitidez e o rigor do retrato do país e das medidas que, a partir dele, vierem a ser tomadas.
Ao INE coube, ao longo dos últimos 5 anos, a responsabilidade de montar esta grande operação. A partir de 21 de Março o sucesso definitivo dos Censos 2011 passa a estar verdadeira e inquestionavelmente nas mãos de todos e de cada um! Portugal conta connosco. Nós contamos consigo!
Censos vão às escolas
A realização das operações censitárias só é possível através da colaboração empenhada da população pelo que irá ser feita uma forte campanha publicitária com o objectivo de apelar a essa colaboração.
A população escolar dos ensinos básicos e secundário deverá constituir um agente importante para dinamizar as respostas aos Censos 2011, tanto pela compreensão da sua importância, como pela influência positiva que pode exercer sobre os pais e encarregados de educação, transmitindo-lhes essa mesma ideia de importância.
Para sensibilizar os alunos, é indispensável a colaboração dos professores. Para o efeito, em colaboração com a Equipa do ALEA (Acção Local de Estatística Aplicada — projecto conjunto da Escola Secundaria Tomaz Pelayo, da Direcção Regional de Educação do Norte e do Instituto Nacional de Estatística), foram concebidos três tipos de aulas destinadas a cada um dos grupos de população a abranger (1º ciclo do ensino básico, 2º e 3º ciclos do ensino básico, ensino secundário), sobre o tema “Os Censos vão às Escolas” com informação sobre “o que são, para que servem e como se fazem os Censos 2011”.No final de cada aula, estão previstas pequenas tarefas que ajudam a compreender a consolidar melhor algumas das matérias tratadas.
O Ministério da Educação foi previamente consultado sobre este processo, tendo-lhe dado o seu total apoio por Despacho de Sua Excelência o Secretário de Estado da Educação.
Carta de Princípios da Educação Rodoviária no Sistema Educativo
Importante para todos nós que andamos na rua com outras pessoas, onde circulam carros também. Comecemos por conhecer a Carta dos Princípios da Educação Rodoviária do Sistema Educativo:
Artigo 1º- À criança e ao jovem deverá ser garantida a educação rodoviária.
Artigo 2º- A educação rodoviária deverá ser assumida como parte indissociável(1) da formação global do cidadão.
Artigo 3º- A educação rodoviária deverá ter por finalidade a criação de uma cultura em que a segurança rodoviária seja encarada pela sociedade coo um valor a preservar e a desenvolver.
Artigo 4º- A educação rodoviária deverá proporcionar experiências que favoreçam a maturidade cívica e sócio-afectiva da criança e do jovem, desenvolvendo atitudes e comportamentos adequados para uma inserção segura em ambiente rodoviário.
Artigo 5º- A educação rodoviária deverá fazer parte integrante do sistema educativo, constituindo-se como matéria curricular nos diferentes níveis de educação/ensino.
Artigo 6º- A Escola deverá constituir o ambiente privilegiado para a exploração pedagógica da educação rodoviária, enquanto espaço estruturado nos diferentes domínios do conhecimento nos quais a educação rodoviária se poderá, eficazmente, corporizar, em termos de continuidade, sistematização e progressão pedagógica.
Artigo 6º- A Escola deverá constituir o ambiente privilegiado para a exploração pedagógica da educação rodoviária, enquanto espaço estruturado nos diferentes domínios do conhecimento nos quais a educação rodoviária se poderá, eficazmente, corporizar, em termos de continuidade, sistematização e progressão pedagógica.
Artigo 7º- Aos docentes deverá ser atribuído um papel fulcral como agentes activos da educação rodoviária, o que pressupõe uma adequada formação inicial e continua que os habilite a uma eficaz intervenção educativa.
Artigo 8º- À família cabe assumir, no seu papel educativo, uma acção determinante na interiorização de atitudes e no desenvolvimento de comportamentos adequados, em material de segurança e educação rodoviárias.
Artigo 9º- Às autarquias deverá caber um papel primordial, enquanto entidades promotoras e dinamizadoras da educação rodoviária, na gestão de equipamentos e infraestruturas logísticas e ambientais orientadas para a melhoria das condições de segurança da criança e do jovem.
Artigo 10º- A educação rodoviária deverá constituir tarefa de todos os agentes educativos, co-responsabilizando igualmente entidades públicas e privadas que possam transmitir à criança e ao jovem valores sócio-educativos, na perspectiva de uma formação ao longo da vida.
Edição e produção:
Departamento da Educação Básica e do Ensino Secundário do Ministério da Educação, Direcção Geral de Viação e Prevenção Rodoviária Portuguesa.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Novas regras fiscais
O Orçamento do Estado para 2011 introduz alterações significativas em matéria fiscal, não só no IRS e IRC, mas também nos documentos de despesas com saúde, educação, formação, etc
Veja AQUI
Veja AQUI
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Limpar Portugal 2011 na Escola
Sendo este ano o ano europeu para o voluntariado e ano internacional das florestas, o que acham de fazermos outro limpar portugal com a escola?
Segue mais informação,
Ano Internacional das Florestas 2011
Ano Europeu do Voluntariado 2011
Projecto Limpar Portugal
Segue mais informação,
Ano Internacional das Florestas 2011
Ano Europeu do Voluntariado 2011
Projecto Limpar Portugal
A NOVA GRAFIA DO PORTUGUÊS
Seguem alguns links com informação importantes sobre o novo acordo ortográfico.
Guia pratico para perceber o acordo ortográfico
Portal da língua portuguesa
Guia pratico para perceber o acordo ortográfico
Portal da língua portuguesa
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Parabéns Eco-Escola!
Foram aprovados para desenvolvimento os dois projectos apresentados pela escola de Vidigueira ao Prémio "Ciência na Escola", promovido pela Fundação Ilídio Pinho em parceria com o Ministério da Educação e o Banco Espírito Santo.
Sendo eles:
- Monitorização de Ninhos artificiais para Aves insectívoras (2º Escalão)
- Indicadores biológicos da qualidade da água - Os Macroinvertebrados da Ribeira do Freixo (3º Escalão)
- Monitorização de Ninhos artificiais para Aves insectívoras (2º Escalão)
- Indicadores biológicos da qualidade da água - Os Macroinvertebrados da Ribeira do Freixo (3º Escalão)
http://fundacaoip.locais.net/media/uploads/site/PFIP_9Ed_2010-2011_listas.pdf
Dos 701 projectos apresentados, o Júri Nacional aprovou para desenvolvimento 351 projectos.
Síte excepcional
"O seguinte link é talvez um dos mais completos trabalhos...
É extraordinário, porque nos leva ao mundo dos museus mundiais, à
pintura, escultura, pinoteca, slides, músicas e muito mais...
Saber mais sobre Cultura
É extraordinário, porque nos leva ao mundo dos museus mundiais, à
pintura, escultura, pinoteca, slides, músicas e muito mais...
Saber mais sobre Cultura
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Aprenda a limitar o tempo
ionline.pt
por Paulo Oom, Publicado em 03 de Fevereiro de 2011
Muitas vezes é mais fácil conseguir que a criança faça o que pretendemos se estabelecermos um tempo limite para a realização de uma tarefa.
Esta forma de incentivo é mais fácil se a tarefa for transformada numa brincadeira ou num desafio. Quando um dos meus filhos não queria ir para a escola de manhã, havia sempre algo que resultava: uma corrida até ao portão de entrada. A excitação do desafio e da brincadeira sobrepunham-se sempre à falta de vontade para entrar na creche. E todos os dias lá íamos nós em correria desde que fechávamos a porta do carro até ao portão da escola. Se ele ganhava (o que acontecia com muita frequência), o prazer era ainda maior e tudo o resto era esquecido.
Outra forma de jogar com o tempo é conseguida através da utilização de um cronómetro. Não precisa de ser nenhum aparelho de última geração. O relógio do forno ou um despertador servem perfeitamente.
Pode ser usado, por exemplo, durante as refeições, quando a criança parece que até a água mastiga. Usar um cronómetro é uma forma inteligente de marcar um tempo sem nos envolvermos emocionalmente na contagem. Quando somos nós a contar podemos ter tendência para contar mais rápido (se estamos sem paciência) ou mais lento (se queremos desculpar a criança) e estamos sempre sujeitos ao "só mais um bocadinho" ou ao "está quase". Pelo contrário, um cronómetro ou um despertador não podem ser emocionalmente manipulados pela criança.
por Paulo Oom, Publicado em 03 de Fevereiro de 2011
Muitas vezes é mais fácil conseguir que a criança faça o que pretendemos se estabelecermos um tempo limite para a realização de uma tarefa.
Esta forma de incentivo é mais fácil se a tarefa for transformada numa brincadeira ou num desafio. Quando um dos meus filhos não queria ir para a escola de manhã, havia sempre algo que resultava: uma corrida até ao portão de entrada. A excitação do desafio e da brincadeira sobrepunham-se sempre à falta de vontade para entrar na creche. E todos os dias lá íamos nós em correria desde que fechávamos a porta do carro até ao portão da escola. Se ele ganhava (o que acontecia com muita frequência), o prazer era ainda maior e tudo o resto era esquecido.
Outra forma de jogar com o tempo é conseguida através da utilização de um cronómetro. Não precisa de ser nenhum aparelho de última geração. O relógio do forno ou um despertador servem perfeitamente.
Pode ser usado, por exemplo, durante as refeições, quando a criança parece que até a água mastiga. Usar um cronómetro é uma forma inteligente de marcar um tempo sem nos envolvermos emocionalmente na contagem. Quando somos nós a contar podemos ter tendência para contar mais rápido (se estamos sem paciência) ou mais lento (se queremos desculpar a criança) e estamos sempre sujeitos ao "só mais um bocadinho" ou ao "está quase". Pelo contrário, um cronómetro ou um despertador não podem ser emocionalmente manipulados pela criança.
Conheça os novos megagrupamentos de escolas
ionline.pt
por Kátia Catulo , Publicado em 02 de Fevereiro de 2011
Novo modelo é ainda um quebra-cabeças para as direcções que dirigem agrupamentos com o triplo da dimensão
Os agrupamentos que neste ano lectivo fundiram as escolas do pré-escolar ao secundário ganharam uma escala tão grande que, por vezes, se tornam ingovernáveis. As direcções ainda estão a aprender a lidar com a frustração dos professores que perderam autonomia e agora se sentem ignorados. Cinco meses depois de as comissões administrativas provisórias (CAP) assumirem a gestão deste novo modelo, há ainda carências de meios ou de docentes que se tornaram mais evidentes após a fusão. "A sobrecarga burocrática aumentou uma vez que as escolas estão distantes umas das outras. As rotinas de trabalho também são outras com implicações na qualidade dos serviços prestados, o que tem gerado um clima de escola agastado e desgastado", conta Ana Clara Almeida, que dirige o agrupamento de Penacova
Em boa parte dos casos, as escolas não conseguem funcionar em pleno porque agora é mais difícil fazer chegar a informação do topo até à base da pirâmide, sem se perder pelo caminho. Nos agrupamentos de escolas de Condeixa, de Vila Real de Santo António, Penacova, Arganil ou de Ana Castro Osório (Mangualde), as direcções enfrentam todos os dias a resistência de dezenas de professores avessos às mudanças. Os cinco novos agrupamentos procuram ainda o melhor caminho para eliminar o excesso de burocracias, encontrar as estratégias para reorganizar um quadro de docentes que triplicou ou descobrir novas rotinas para uniformizar as práticas de escolas até há pouco tempo habituadas a trabalhar com autonomia.
Há um longo percurso pela frente nestes agrupamentos, os primeiros a inaugurar um modelo de gestão que em Setembro do ano passado deu origem a 84 novas unidades que ficaram conhecidas como mega-agrupamentos. E, entretanto, o governo já avisou - as fusões de escolas são para continuar no próximo ano lectivo. Juntar todos os graus de escolaridade numa gestão única é o padrão que o Ministério da Educação quer estender a todo o ensino público. Os agrupamentos de Arganil, Condeixa ou de Penacova são os pioneiros e estão entre os poucos que podem partilhar com as próximas escolas a serem fundidas o que correu mal num processo feito contra o tempo e que está ainda longe do sucesso.
A maior fusão De um mês para o outro, a comissão administrativa provisória das escolas de Ana Castro Osório passou a dirigir um agrupamento com 2800 alunos e 340 professores. É a maior fusão até agora e, gerir um quadro de funcionários e docentes três vezes maior, tornou-se numa tarefa muito mais complicada. Reuniões gerais com todos os professores deixaram de acontecer: "Precisaria de um estádio para conseguir juntar todos os professores que agora integram o corpo docente", conta ao i António Agnelo Figueiredo, presidente da CAP.
O grande obstáculo é agora conseguir que as orientações da direcção cheguem intactas no final da corrente de transmissão: "Pôr toda a gente a trabalhar junta é o nosso principal desafio, sobretudo porque é imprescindível uniformizar as práticas de escolas que antes tinham métodos de trabalho distintos." Legislar por "despacho" passou a ser o caminho mais rápido e fácil. Os professores tiveram de se habituar às "ordens de serviço" que, em muitos casos, substituíram o debate e a partilha de decisões. A internet entrou no quotidiano das escolas pois é a única ferramenta que permite manter a comunicação com o mínimo de falhas: "Passámos a usar um portal que está em actualização permanente."
MegaReuniões Nas escolas de Penacova, que juntou 1568 alunos de dois agrupamentos extintos, as reuniões também passaram a ter "um número elevado de participantes", conta a presidente da CAP Ana Clara Almeida: "Isso tem dificultado o cumprimento da ordem de trabalhos, a circulação de informação e a tomada de decisões." Para facilitar a comunicação, a comissão criou a figura de representante da disciplina dentro dos novos departamentos que agora incluem várias disciplinas. Depararam-se com novo constrangimento. Dada a redução do crédito global de horas do corpo docente, consequência ligada à fusão, os professores estão ainda mais limitados no tempo disponível para reuniões de planeamento ou de avaliações: "A manutenção do regime de horário de trabalho dos professores, nas circunstâncias actuais, exigindo-se imenso sem contrapartidas, tem sido um quebra-cabeças para a CAP."
Os obstáculos nas escolas de Condeixa não são muito diferentes. O agrupamento juntou 1600 alunos e 210 professores e a recente dimensão do corpo docente "coloca sérias dificuldades ao nível da organização de reuniões, sendo agora mais difícil conseguir "gerir modos de trabalhar distintos", diz a dirigente da CAP Anabela Lemos. De resto, as dificuldades repartiram-se por todos os sectores, mas a pior fase aconteceu na preparação do arranque do ano lectivo. A fusão das várias bases de dados (alunos, professores e funcionários) foi a prioridade, uma vez que foi necessário processar vencimentos, uniformizar documentos contabilísticos, turmas e listagens várias de alunos. Foi portanto preciso reforçar a assistência técnica, o que a Direcção Regional de Educação do Centro não conseguiu prestar, critica a presidente.
Comunicações interrompidas No agrupamento de escolas de Arganil ainda hoje há processos que ficaram incompletos: "A transmissão de tarefas ou de orientações continua a ser um problema, uma vez que ainda não temos um servidor que nos permita comunicar informaticamente com as escolas básicas do 2.o e 3.o ciclos e a secundária onde está a base de dados de alunos, professores e funcionários", conta o dirigente da comissão Fernando Antunes. Cristina Silveira, do Agrupamento de Vila Real de Santo António, não ficou muito surpreendida com as dificuldades que encontrou quando em Agosto assumiu a CAP: "Cada uma das escolas tinha a sua organização própria e a fusão implicou alterar normas e hábitos administrativos ou relacionais." O primeiro puzzle passou por construir horários com professores que dão aulas em duas escolas diferentes.
A diminuição de horas de crédito também aqui não facilitou a distribuição dos cargos nem dos projectos aprovados em cada uma das cinco escolas reagrupadas. Foi preciso ainda importar os processos dos alunos, usando programas informáticos diferentes, reorganizar serviços e processos administrativos e departamentos curriculares tendo em conta a distância entre as escolas. Tudo feito contra a vontade da comunidade, mas que teve de ser feito "porque tem de ser".
por Kátia Catulo , Publicado em 02 de Fevereiro de 2011
Novo modelo é ainda um quebra-cabeças para as direcções que dirigem agrupamentos com o triplo da dimensão
Os agrupamentos que neste ano lectivo fundiram as escolas do pré-escolar ao secundário ganharam uma escala tão grande que, por vezes, se tornam ingovernáveis. As direcções ainda estão a aprender a lidar com a frustração dos professores que perderam autonomia e agora se sentem ignorados. Cinco meses depois de as comissões administrativas provisórias (CAP) assumirem a gestão deste novo modelo, há ainda carências de meios ou de docentes que se tornaram mais evidentes após a fusão. "A sobrecarga burocrática aumentou uma vez que as escolas estão distantes umas das outras. As rotinas de trabalho também são outras com implicações na qualidade dos serviços prestados, o que tem gerado um clima de escola agastado e desgastado", conta Ana Clara Almeida, que dirige o agrupamento de Penacova
Em boa parte dos casos, as escolas não conseguem funcionar em pleno porque agora é mais difícil fazer chegar a informação do topo até à base da pirâmide, sem se perder pelo caminho. Nos agrupamentos de escolas de Condeixa, de Vila Real de Santo António, Penacova, Arganil ou de Ana Castro Osório (Mangualde), as direcções enfrentam todos os dias a resistência de dezenas de professores avessos às mudanças. Os cinco novos agrupamentos procuram ainda o melhor caminho para eliminar o excesso de burocracias, encontrar as estratégias para reorganizar um quadro de docentes que triplicou ou descobrir novas rotinas para uniformizar as práticas de escolas até há pouco tempo habituadas a trabalhar com autonomia.
Há um longo percurso pela frente nestes agrupamentos, os primeiros a inaugurar um modelo de gestão que em Setembro do ano passado deu origem a 84 novas unidades que ficaram conhecidas como mega-agrupamentos. E, entretanto, o governo já avisou - as fusões de escolas são para continuar no próximo ano lectivo. Juntar todos os graus de escolaridade numa gestão única é o padrão que o Ministério da Educação quer estender a todo o ensino público. Os agrupamentos de Arganil, Condeixa ou de Penacova são os pioneiros e estão entre os poucos que podem partilhar com as próximas escolas a serem fundidas o que correu mal num processo feito contra o tempo e que está ainda longe do sucesso.
A maior fusão De um mês para o outro, a comissão administrativa provisória das escolas de Ana Castro Osório passou a dirigir um agrupamento com 2800 alunos e 340 professores. É a maior fusão até agora e, gerir um quadro de funcionários e docentes três vezes maior, tornou-se numa tarefa muito mais complicada. Reuniões gerais com todos os professores deixaram de acontecer: "Precisaria de um estádio para conseguir juntar todos os professores que agora integram o corpo docente", conta ao i António Agnelo Figueiredo, presidente da CAP.
O grande obstáculo é agora conseguir que as orientações da direcção cheguem intactas no final da corrente de transmissão: "Pôr toda a gente a trabalhar junta é o nosso principal desafio, sobretudo porque é imprescindível uniformizar as práticas de escolas que antes tinham métodos de trabalho distintos." Legislar por "despacho" passou a ser o caminho mais rápido e fácil. Os professores tiveram de se habituar às "ordens de serviço" que, em muitos casos, substituíram o debate e a partilha de decisões. A internet entrou no quotidiano das escolas pois é a única ferramenta que permite manter a comunicação com o mínimo de falhas: "Passámos a usar um portal que está em actualização permanente."
MegaReuniões Nas escolas de Penacova, que juntou 1568 alunos de dois agrupamentos extintos, as reuniões também passaram a ter "um número elevado de participantes", conta a presidente da CAP Ana Clara Almeida: "Isso tem dificultado o cumprimento da ordem de trabalhos, a circulação de informação e a tomada de decisões." Para facilitar a comunicação, a comissão criou a figura de representante da disciplina dentro dos novos departamentos que agora incluem várias disciplinas. Depararam-se com novo constrangimento. Dada a redução do crédito global de horas do corpo docente, consequência ligada à fusão, os professores estão ainda mais limitados no tempo disponível para reuniões de planeamento ou de avaliações: "A manutenção do regime de horário de trabalho dos professores, nas circunstâncias actuais, exigindo-se imenso sem contrapartidas, tem sido um quebra-cabeças para a CAP."
Os obstáculos nas escolas de Condeixa não são muito diferentes. O agrupamento juntou 1600 alunos e 210 professores e a recente dimensão do corpo docente "coloca sérias dificuldades ao nível da organização de reuniões, sendo agora mais difícil conseguir "gerir modos de trabalhar distintos", diz a dirigente da CAP Anabela Lemos. De resto, as dificuldades repartiram-se por todos os sectores, mas a pior fase aconteceu na preparação do arranque do ano lectivo. A fusão das várias bases de dados (alunos, professores e funcionários) foi a prioridade, uma vez que foi necessário processar vencimentos, uniformizar documentos contabilísticos, turmas e listagens várias de alunos. Foi portanto preciso reforçar a assistência técnica, o que a Direcção Regional de Educação do Centro não conseguiu prestar, critica a presidente.
Comunicações interrompidas No agrupamento de escolas de Arganil ainda hoje há processos que ficaram incompletos: "A transmissão de tarefas ou de orientações continua a ser um problema, uma vez que ainda não temos um servidor que nos permita comunicar informaticamente com as escolas básicas do 2.o e 3.o ciclos e a secundária onde está a base de dados de alunos, professores e funcionários", conta o dirigente da comissão Fernando Antunes. Cristina Silveira, do Agrupamento de Vila Real de Santo António, não ficou muito surpreendida com as dificuldades que encontrou quando em Agosto assumiu a CAP: "Cada uma das escolas tinha a sua organização própria e a fusão implicou alterar normas e hábitos administrativos ou relacionais." O primeiro puzzle passou por construir horários com professores que dão aulas em duas escolas diferentes.
A diminuição de horas de crédito também aqui não facilitou a distribuição dos cargos nem dos projectos aprovados em cada uma das cinco escolas reagrupadas. Foi preciso ainda importar os processos dos alunos, usando programas informáticos diferentes, reorganizar serviços e processos administrativos e departamentos curriculares tendo em conta a distância entre as escolas. Tudo feito contra a vontade da comunidade, mas que teve de ser feito "porque tem de ser".
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