quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Aprenda a limitar o tempo

ionline.pt
por Paulo Oom, Publicado em 03 de Fevereiro de 2011


Muitas vezes é mais fácil conseguir que a criança faça o que pretendemos se estabelecermos um tempo limite para a realização de uma tarefa.

Esta forma de incentivo é mais fácil se a tarefa for transformada numa brincadeira ou num desafio. Quando um dos meus filhos não queria ir para a escola de manhã, havia sempre algo que resultava: uma corrida até ao portão de entrada. A excitação do desafio e da brincadeira sobrepunham-se sempre à falta de vontade para entrar na creche. E todos os dias lá íamos nós em correria desde que fechávamos a porta do carro até ao portão da escola. Se ele ganhava (o que acontecia com muita frequência), o prazer era ainda maior e tudo o resto era esquecido.

Outra forma de jogar com o tempo é conseguida através da utilização de um cronómetro. Não precisa de ser nenhum aparelho de última geração. O relógio do forno ou um despertador servem perfeitamente.

Pode ser usado, por exemplo, durante as refeições, quando a criança parece que até a água mastiga. Usar um cronómetro é uma forma inteligente de marcar um tempo sem nos envolvermos emocionalmente na contagem. Quando somos nós a contar podemos ter tendência para contar mais rápido (se estamos sem paciência) ou mais lento (se queremos desculpar a criança) e estamos sempre sujeitos ao "só mais um bocadinho" ou ao "está quase". Pelo contrário, um cronómetro ou um despertador não podem ser emocionalmente manipulados pela criança.

Conheça os novos megagrupamentos de escolas

ionline.pt
por Kátia Catulo , Publicado em 02 de Fevereiro de 2011  

Novo modelo é ainda um quebra-cabeças para as direcções que dirigem agrupamentos com o triplo da dimensão

Os agrupamentos que neste ano lectivo fundiram as escolas do pré-escolar ao secundário ganharam uma escala tão grande que, por vezes, se tornam ingovernáveis. As direcções ainda estão a aprender a lidar com a frustração dos professores que perderam autonomia e agora se sentem ignorados. Cinco meses depois de as comissões administrativas provisórias (CAP) assumirem a gestão deste novo modelo, há ainda carências de meios ou de docentes que se tornaram mais evidentes após a fusão. "A sobrecarga burocrática aumentou uma vez que as escolas estão distantes umas das outras. As rotinas de trabalho também são outras com implicações na qualidade dos serviços prestados, o que tem gerado um clima de escola agastado e desgastado", conta Ana Clara Almeida, que dirige o agrupamento de Penacova

Em boa parte dos casos, as escolas não conseguem funcionar em pleno porque agora é mais difícil fazer chegar a informação do topo até à base da pirâmide, sem se perder pelo caminho. Nos agrupamentos de escolas de Condeixa, de Vila Real de Santo António, Penacova, Arganil ou de Ana Castro Osório (Mangualde), as direcções enfrentam todos os dias a resistência de dezenas de professores avessos às mudanças. Os cinco novos agrupamentos procuram ainda o melhor caminho para eliminar o excesso de burocracias, encontrar as estratégias para reorganizar um quadro de docentes que triplicou ou descobrir novas rotinas para uniformizar as práticas de escolas até há pouco tempo habituadas a trabalhar com autonomia.

Há um longo percurso pela frente nestes agrupamentos, os primeiros a inaugurar um modelo de gestão que em Setembro do ano passado deu origem a 84 novas unidades que ficaram conhecidas como mega-agrupamentos. E, entretanto, o governo já avisou - as fusões de escolas são para continuar no próximo ano lectivo. Juntar todos os graus de escolaridade numa gestão única é o padrão que o Ministério da Educação quer estender a todo o ensino público. Os agrupamentos de Arganil, Condeixa ou de Penacova são os pioneiros e estão entre os poucos que podem partilhar com as próximas escolas a serem fundidas o que correu mal num processo feito contra o tempo e que está ainda longe do sucesso.

A maior fusão De um mês para o outro, a comissão administrativa provisória das escolas de Ana Castro Osório passou a dirigir um agrupamento com 2800 alunos e 340 professores. É a maior fusão até agora e, gerir um quadro de funcionários e docentes três vezes maior, tornou-se numa tarefa muito mais complicada. Reuniões gerais com todos os professores deixaram de acontecer: "Precisaria de um estádio para conseguir juntar todos os professores que agora integram o corpo docente", conta ao i António Agnelo Figueiredo, presidente da CAP.

O grande obstáculo é agora conseguir que as orientações da direcção cheguem intactas no final da corrente de transmissão: "Pôr toda a gente a trabalhar junta é o nosso principal desafio, sobretudo porque é imprescindível uniformizar as práticas de escolas que antes tinham métodos de trabalho distintos." Legislar por "despacho" passou a ser o caminho mais rápido e fácil. Os professores tiveram de se habituar às "ordens de serviço" que, em muitos casos, substituíram o debate e a partilha de decisões. A internet entrou no quotidiano das escolas pois é a única ferramenta que permite manter a comunicação com o mínimo de falhas: "Passámos a usar um portal que está em actualização permanente."

MegaReuniões Nas escolas de Penacova, que juntou 1568 alunos de dois agrupamentos extintos, as reuniões também passaram a ter "um número elevado de participantes", conta a presidente da CAP Ana Clara Almeida: "Isso tem dificultado o cumprimento da ordem de trabalhos, a circulação de informação e a tomada de decisões." Para facilitar a comunicação, a comissão criou a figura de representante da disciplina dentro dos novos departamentos que agora incluem várias disciplinas. Depararam-se com novo constrangimento. Dada a redução do crédito global de horas do corpo docente, consequência ligada à fusão, os professores estão ainda mais limitados no tempo disponível para reuniões de planeamento ou de avaliações: "A manutenção do regime de horário de trabalho dos professores, nas circunstâncias actuais, exigindo-se imenso sem contrapartidas, tem sido um quebra-cabeças para a CAP."

Os obstáculos nas escolas de Condeixa não são muito diferentes. O agrupamento juntou 1600 alunos e 210 professores e a recente dimensão do corpo docente "coloca sérias dificuldades ao nível da organização de reuniões, sendo agora mais difícil conseguir "gerir modos de trabalhar distintos", diz a dirigente da CAP Anabela Lemos. De resto, as dificuldades repartiram-se por todos os sectores, mas a pior fase aconteceu na preparação do arranque do ano lectivo. A fusão das várias bases de dados (alunos, professores e funcionários) foi a prioridade, uma vez que foi necessário processar vencimentos, uniformizar documentos contabilísticos, turmas e listagens várias de alunos. Foi portanto preciso reforçar a assistência técnica, o que a Direcção Regional de Educação do Centro não conseguiu prestar, critica a presidente.

Comunicações interrompidas No agrupamento de escolas de Arganil ainda hoje há processos que ficaram incompletos: "A transmissão de tarefas ou de orientações continua a ser um problema, uma vez que ainda não temos um servidor que nos permita comunicar informaticamente com as escolas básicas do 2.o e 3.o ciclos e a secundária onde está a base de dados de alunos, professores e funcionários", conta o dirigente da comissão Fernando Antunes. Cristina Silveira, do Agrupamento de Vila Real de Santo António, não ficou muito surpreendida com as dificuldades que encontrou quando em Agosto assumiu a CAP: "Cada uma das escolas tinha a sua organização própria e a fusão implicou alterar normas e hábitos administrativos ou relacionais." O primeiro puzzle passou por construir horários com professores que dão aulas em duas escolas diferentes.

A diminuição de horas de crédito também aqui não facilitou a distribuição dos cargos nem dos projectos aprovados em cada uma das cinco escolas reagrupadas. Foi preciso ainda importar os processos dos alunos, usando programas informáticos diferentes, reorganizar serviços e processos administrativos e departamentos curriculares tendo em conta a distância entre as escolas. Tudo feito contra a vontade da comunidade, mas que teve de ser feito "porque tem de ser".

Menos horas. Escolas vão despedir um quarto dos professores

ionline.pt
por Kátia Catulo e Marta F. Reis, Publicado em 03 de Fevereiro de 2011

O horário no currículo do ensino básico vai sofrer em média uma redução de 10%. A partir de Setembro, a carga horária semanal dos alunos do ensino básico vai ter entre menos 4h30 e 1h30. A redução dos tempos lectivos é para todas crianças do 5.o ao 9.o ano, mas enquanto os bons alunos terão de ficar em média menos 3 horas e meia (13%) na escola, os que têm dificuldades de aprendizagem perdem apenas 1h50 minutos (6,9%). No final de um ano lectivo com o calendário semelhante ao de 2010/11 (37 semanas de aulas), a redução representa uma diferença de 53 horas de aulas entre os alunos bons e os fracos.

O corte resulta da eliminação de duas disciplinas e da reestruturação de outra: a Área de Projecto e a oferta de escola - uma cadeira ou ateliê que cada estabelecimento de ensino oferece aos alunos - desaparecem e o Estudo Acompanhado será só para os alunos com dificuldades de aprendizagem. Para as escolas, contudo, essa redução vai implicar até 13 horas retiradas aos horários dos professores. Se um agrupamanto tiver, por exemplo, 10 turmas, essa diminuição poderá atingir as 150 horas.

Esta é apenas uma das alterações curriculares que consta do decreto-lei publicado ontem em Diário da República e que atribuiu também às escolas a responsabilidade de organizar as disciplinas em tempos lectivos de 45 ou 90 minutos. No total e incluindo a redução em cerca de 70% do crédito de horas previsto na reorganização do próximo ano lectivo, as escolas poderão perder em média cerca de um quarto dos professores que leccionam actualmente. Os cálculos são da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), que teme não conseguir manter os alunos a tempo inteiro nas escolas. "A diminuição da carga horária coloca--nos um sério problema - os alunos terão mais tempos livres e as escolas menos recursos para mantê-los ocupados", alerta o presidente da ANDE, Manuel Pereira.

Das duas uma - ou os alunos ficam nos ATL, no caso das escolas conseguirem aumentar a oferta, ou então "vão para casa", adverte o director do Agrupamento Ferreira de Castro (Sintra), António Castel-Branco.

Há ainda uma terceira via que só os mais optimistas conseguem equacionar. "Quero acreditar que o Ministério da Educação vai voltar atrás e perceber que será preciso dar o mínimo para cumprirmos a nossa função de assegurar a escola a tempo inteiro", acrescenta o dirigente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

No próximo ano lectivo, a redução da carga horária para os alunos do básico vai variar de acordo com o rendimento escolar de cada um. Significa que os que tem dificuldades de aprendizagem vão ficar mais tempo na escola - entre 24 e 26 horas semanais - uma vez que terão de frequentar a disciplina de Estudo Acompanhado. Em contrapartida, os bons alunos passam a ter um horário entre as 21 e as 24 horas e 45 minutos.

E serão os conselhos de turma de cada escola a decidir quais os alunos que vão precisar do Estudo Acompanhado, uma disciplina não curricular dirigida aos alunos que precisam de apoio para melhorar os seus resultados, sobretudo nas disciplinas de Português e Matemática.

Escolas vão poder organizar aulas de 45 ou 90 minutos no próximo ano lectivo

por Agência Lusa, Publicado em 02 de Fevereiro de 2011


As escolas vão poder organizar, a partir de 01 de setembro, as disciplinas dos 2.º e 3.º ciclos em aulas de 45 ou 90 minutos, exceto Educação Física, segundo um diploma publicado hoje em Diário da República (DR).
O decreto-lei permite que "as escolas, no âmbito da respetiva autonomia, expressa no seu projeto curricular de escola e de turma, possam organizar os tempos letivos em períodos de 45 ou 90 minutos".
Por outro lado, procede ainda à reorganização dos desenhos curriculares dos 2.º e 3.º ciclos. "Procura-se, deste modo, a otimização dos recursos, e simultaneamente a diminuição da carga horária letiva semanal dos alunos", refere o diploma.
As opções devem ser discutidas com os professores, pais e alunos, através do Conselho Geral e do Conselho Pedagógico, onde estão reunidos os seus representantes.
Também a partir do próximo ano letivo, será eliminada a disciplina de Área de Projeto. Esta disciplina servia para o aluno aprender a organizar-se, a trabalhar sozinho e em grupo. A eliminação desta disciplina permite reduzir a carga horária semanal dos alunos.
Por outro lado, mantém-se a disciplina não curricular de Estudo Acompanhado, dirigida aos alunos que precisam de apoio para melhorar os seus resultados, sobretudo nas disciplinas de Português e Matemática.
Estes alunos são indicados pelo professor responsável pela turma ou pelo Conselho de Turma (formado por todos os professores da turma).
A 20 de dezembro, o Conselho Nacional de Educação (CNE) manifestou-se "contra as alterações pontuais" que o Governo pretendia introduzir na organização curricular do ensino básico, criticando medidas em "sequência direta de restrições orçamentais".
"Trata-se de uma alteração curricular que, na sua essência, é determinada por critérios económicos e não por questões educativas e pedagógicas", afirmava o CNE num parecer a que a agência Lusa teve acesso.
No documento, este órgão consultivo criticava a ausência no projeto do Governo dos motivos da eliminação da Área de Projeto e da limitação do Estudo Acompanhado aos alunos com dificuldades de aprendizagem, instando a tutela a tomar medidas "devidamente sustentadas por estudos de avaliação das práticas de decisão curricular".
Manifestando-se "contra as alterações pontuais na organização curricular do ensino básico", o CNE considera que a supressão da Área de Projeto não deveria ser materializada sem que as suas valências sejam desenvolvidas noutros espaços escolares.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Bullying: Diploma foi votado no Parlamento

A violência escolar passa a ser crime público. A proposta de lei do Governo para criminalização da violência nas escolas foi ontem aprovada com os votos do PS, a abstenção do PSD e do CDS e com os Verdes, Bloco de Esquerda e PCP a votarem contra.
Os deputados Vera Jardim e Sérgio Sousa Pinto votaram contra a proposta do executivo socialista. Este último, na véspera da votação em plenário, chegou mesmo a apelidar o diploma de "absolutamente desnecessário", considerando que "faz tanta falta às escolas como uma gaita num funeral". Os deputados que quebraram a disciplina de voto não serão penalizados, segundo o líder parlamentar do PS, Francisco Assis.
Mais de uma dezena de socialistas, co-mo Filipe Neto Brandão, Maria Antónia Almeida Santos, Maria José Gamboa, Anabela Freitas, Isabel Oneto, Marques Júnior, Odete João e José Miguel Medeiros, apresentaram declarações de voto. Exemplo que também foi seguido por alguns deputados sociais-democratas. Com a definição deste crime, os jovens dos 12 aos 16 anos, inimputáveis para efeitos da lei penal, podem ser penalizados com a aplicação de medidas tutelares educativas e os mais velhos podem sofrer, em caso de morte da vítima, prisão até dez anos. O diploma vai ser discutido na Comissão de Assuntos Constitucionais.
Já a proposta do CDS, que também consagrava o crime da violência escolar, foi rejeitada. Porém, as recomendações ao Governo para reforçar os meios da ‘Escola Segura' e apresentar no Parlamento relatórios semestrais sobre segurança e violência escolar foram aprovados.

22 Janeiro 2011 
Ana Carvalho Vacas

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Como sei que o meu filho está a ser vítima de maus-tratos psicológicos?

Sempre que notar alterações no humor do seu filho, abatimento físico e psicológico, sem paciência para nada, mais alheado da família do que de costume, mais introspectivo, com piores resultados na escola, com queixas físicas permanentes (dor de cabeça, de estômago, fadiga), irritabilidade extrema, inércia. Se bem que muitos destes sintomas possam ser confundidos com a adolescência, é necessária uma atenção redobrada…

Sinais de alerta da violência infantil
:


Ira intensa

Ataques de fúria
Irritabilidade extrema
Frustrar-se com frequência
Impulsividade
Auto-agressão
Poucos amigos
Dificuldade para prestar atenção
Inquietude física

Para mais informações, consulte o Portal do Bullying em : http://www.portalbullying.com.pt/

Sítio da Biblioteca Escolar

 No link abaixo pode ter acesso ao sítio da Biblioteca Escolar e ter acesso a toda a informação sobre a Biblioteca do seu educando.  Lá, poderá encontrar sugestões de leitura em família, jogos e até o top de leitores. Informe-se, actualize-se e colabore na educação do seu educando.

Biblioteca Escolar

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Agrupamento adere à campanha Geração Depositrão 2011

Deu-se inicio à recolha de pequenos electrodomésticos para o concurso Geração Depositrão 2011 a nível nacional que irá Decorrer até 15 de Junho  de 2011.

Aceitam-se:
Resíduos eléctricos e electrónicos da categoria pequenos domésticos
(Ex: Pequenos REEE= secadores de cabelo, brinquedos, máquinas de café, ferros de engomar, telefones/telemóveis, torradeiras/tostadeiras, facas eléctricas, varinhas mágicas, relógios, balanças, máquinas fotográficas, televisões, computadores, monitores, impressoras, rádios ou consolas)
E Resíduos de Pilhas e Aculmuladores: Ex. Pilhas e baterias de diferentes tipos

 
Estes materiais deverão ser depositados no Depositrão situado no átrio da nova escola de Vidigueira.

A avaliação desta actividade será efectuada em função do peso  de REEE e RP&A recolhidos por cada escola, sendo premiadas as 10 escolas que a nível nacional apresentarem maior peso de recolha (Kg /aluno) .

Ajude e colabore com os seus educandos a participar nesta campanha.

Lutar pelo Sucesso Escolar do seu filho

Uma das principais preocupações da maioria dos Pais, é a possibilidade da vida escolar dos seus filhos não tomar os contornos desejados. Com a impressionante taxa de insucesso escolar com que Portugal conta, é indispensável que os Pais redobrem a importância com que encaram o sucesso escolar dos seus filhos, de forma a evitar que estes venham a fazer parte do crescente grupo de jovens que se revela incapaz de atingir um bom nível aproveitamento escolar.
Infelizmente, uma grande percentagem dos Pais não faz ideia de qual possa ser a melhor forma de lidar com os problemas escolares apresentados pelos seus filhos, acabando, assim, presenciando o fracasso dos mesmos na escola e, consequentemente, na vida.
De seguida, serão apresentadas 4 dicas que, quando bem interpretadas, poderão ajudá-lo a lutar eficazmente pelo sucesso escolar do seu filho:

1- Torne-se num encarregado de educação mais activo

Não deixe o dia-a-dia escolar do seu filho passar como se nada fosse: desenvolva um papel o mais activo possível na sua rotina escolar. Este é um ponto em que muitos Pais falham, ao sucumbirem à comodidade de um papel mais passivo na vida dos seus filhos. Um bom exemplo de um Pai activo nos assuntos escolares do seu filho é aquele que procura, com frequência, obter informação junto dos professores, a respeito do desempenho do seu filho. Ao manter-se bem informada poderá, de forma mais eficaz, antecipar possíveis dificuldades que o seu filho possa encontrar-se prestes a demonstrar.

2- Aceite ajuda exterior

Deixe de lado o estigma de que só você sabe o que é melhor para o seu filho, e que mais ninguém tem o direito de lhe dizer como o educar. Os Pais, por mais amor que sintam pelo seus filhos, não se encontram, na grande maioria das vezes, preparados para lidar com os factores comportamentais associados ao desenvolvimento do seu  filho, acabando, por vezes, por tomar decisões contraproducentes e insensatas, que nada farão para ajudar a ultrapassar os problemas que possam vir a experienciar.
Por ajuda exterior, podemos entender, não só o parecer dos profissionais encarregados pela formação escolar do seu filho, como também, caso se justifique, a ajuda de um profissional habilitado a lidar com esses géneros de situações, como é o caso de um psicólogo. Quanto mais realistas e receptíveis as ajudas exteriores aos Pais forem, mais aptos se encontrarão a lidar com problemas que os seus educandos possam vir a apresentar.

3- Aprenda a conversar com o seu filho

Não deixe que o seu filho olhe para si como uma entidade autoritária, a quem apenas deve satisfações e agrado. É importante que eles compreendam que, um comportamento adequado, dentro do ambiente escolar, não deve ser adoptado em prol da satisfação dos Pais, mas sim do seu futuro. A maioria das crianças tenta ter boas notas, não por consciência de que tal é de vital importância para o seu futuro, mas sim para evitar desagradar os Pais, e com isso ser castigado. Desta forma, é importante que tente, com a maior frequência possível, dialogar com ele sobre os diferentes aspectos inerentes à importância da sua dedicação escolar, de forma a conseguir desenvolver nele uma consciência própria da relevância que tal poderá vir ter na sua vida.

4- Crie regras e acompanhe o cumprimento das mesmas

Faça com que o cumprimento das obrigações escolares se torne parte integrante da sua rotina, mesmo fora da escola. Crie horários de estudo, e certifique-se que os mesmos serão, a qualquer custo, cumpridos. Faça-o compreender que a dedicação e o sentido de responsabilidade compensam, ao recompensá-lo aquando o cumprimento das regras, e castigando-o, caso as mesmas não sejam cumpridas. Por castigo, não se deve entender violência, nem física nem verbal, mas sim impedimento de acesso a determinadas coisas que o possam cativar, como é o caso de jogos, televisão, brinquedos, ou saída com os amigos. Ensine-o a reconhecer a importância da recompensa advinda do esforço, e verá que conseguirá encaminhá-lo na direcção mais correcta.

Fonte: Sítio da Mulher, 26 de Abril de 2010

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Programa visa melhor alimentação nas escolas

Fonte: iol.pt 18/01/2011

As escolas portuguesas podem a partir de hoje aderir a um programa de planeamento das ementas escolares e formação de cozinheiros que visa melhorar a alimentação nos estabelecimentos de ensino, noticia a Lusa.


«A ideia é ajudar a melhorar a alimentação escolar em Portugal e combater a obesidade infantil», resumiu em declarações à agência Lusa Domingos Lopes, responsável do «Programa 100%», lançado por uma empresa e que conta com o apoio dos ministérios da Educação e da Saúde.

O projecto está focado, numa fase inicial, para as escolas básicas de segundo e terceiro ciclo que tenham confecção de refeições própria e não recorram a empresas externas.
As escolas podem inscrever-se no site http://www.programa100porcento.com/  e os responsáveis garantem que não haverá qualquer custo para os estabelecimentos de ensino.

«Foi criado um receituário a nível nacional e todas as receitas têm os valores nutricionais», explicou Domingos Lopes, adiantando que haverá cozinheiros profissionais a dar formação a quem trabalha nas cantinas. Para isso, a Associação de Cozinheiros Profissionais de Portugal associou-se ao programa e pretende transmitir aos funcionários das cantinas pequenos truques para melhorar a qualidade nutricional das ementas e para evitar desperdícios. «A associação vai tentar passar para as cozinheiras e cozinheiros tecnologias e confecções diferentes a que estão habituados. Muitas destas pessoas não tiveram formação. Vamos explicar-lhes coisas pequenas para que abordem os produtos de maneira diferente», afirmou à Lusa Paulo Pinto, vice-presidente da associação.

Outra das vertentes é o «combate ao desperdício»: «Há várias formas de aproveitar melhor os alimentos, como usar as cascas dos legumes para fazer um caldo, evitando colocar tanto sal, por exemplo».

O «Programa 100%» conta ainda com o apoio da Plataforma Contra a Obesidade, que ajudou no planeamento das ementas a nível nutricional. «Analisámos a composição das ementas, para que sejam saudáveis, seguras e completas», declarou Anabela Lopes, da Plataforma Contra a Obesidade. A responsável lembrou ainda a importância da «atractividade dos alimentos»: «O aspecto, a cor e a aparência também contam. Os olhos também comem e nas crianças isso funciona lindamente».

Inauguração da nova escola




A nova Escola Básica Integrada Frei António das Chagas de Vidigueira vai ser hoje inaugurada pela Ministra da Educação, Dra. Isabel Alçada. 


  slideshow

A maravilha da Net...

Através do blogue anexado, pode conhecer melhor as actividades desenvolvidas pela turma E do 2º ano, da escola de Vidigueira. Vasculhe e conheça melhor os trabalhos dos seus filho/as e o empenho da Professora Lurdes Féria.

Blogue do 2ºano Turma E da Escola de Vidigueira

Contributo Voluntário do Encarregado de Educação Jorge Vieira

Por motivos alheios à APEE, têm-se verificado algumas dificuldades no alargamento do projecto eco-escolas às escolas das freguesias do agrupamento, principalmente à escola do Pedrógão.

Como tal, o Encarregado de Educação Jorge Vieira decidiu comprar e oferecer alguns sacos para eco-pontos à escola de Pedrógão, contribuindo assim voluntariamente para uma melhor eficiência na separação do lixo produzido naquela escola, facilitando o seu encaminhamento para a reciclagem. Muito obrigado!

São atitudes como esta que resolvem pequenos problemas no funcionamento das escolas. Inspire-se nesta contribuição voluntária e faça também algo de construtivo na escola do/a seu/ua educando/a.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Reunião aberta a toda a comunidade escolar

No próximo dia 17 (segunda-feira), pelas 18h, realizar-se-á uma reuninão na escola de Vidigueira, aberta a toda a comunidade escolar. Entre outros assuntos pendentes, discutir-se-á também as avaliações do 1º Perído e o sucesso escolar dos nossos filhos/as e educando/as. Agradece-se a participação de todos os pais e encarregados de educação interessados em colaborar com a APEE.
Até breve.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Auditoria Ambiental 2010/11

Este questionário tem como objectivo compreender melhor os hábitos e conhecer as opiniões dos Pais e Encarregados de Educação, nas questões relacionadas com o ambiente na escola e em casa. Desta forma, permitirá detectar situações desajustadas ou insatisfatórias, cujo resultado servirá de base à elaboração de um plano de melhorias na escola. A sua participação é imprescindível e agradecemos a sua colaboração.  Para responder basta enviar as respostas para apee.agrupa.vidigueira@gmal.com com a identificação do ano escolar do seu/ua educando/a. Obrigado!

Resíduos

1. Pode observar-se lixo no chão da escola?
    (0) Sempre            (1) Quase sempre          (2) Às vezes         (3) Raramente          (4) Nunca

12. Em casa pratica-se a separação de resíduos?
     (0) Não     (1) Sim

13. Conhecem o significado dos 3 R’s?
     (0) Não     (1) Sim

Água

5. Existe desperdício de água em rega na escola?
    (0) Muito    (1) Algum      (2) Muito pouco       (3) Nenhum

7. Realizam-se na escola campanhas relacionadas com a água?
    (0) Não/Não se sabe                                          1) A última foi há mais de 3 anos                       
    (2) A última foi há menos de 3 anos               (3)Todos os anos

10. Lá em casa, todos lavam os dentes com a torneira aberta?
     (0) Quase Sempre                     (1) Com frequência                         (2) Nunca

11. A sua família conhece bem um rio/ribeiro perto da escola?
     (0) Não     (1) Sim. Qual?__________________________

Energia

14. Realizam-se na escola campanhas relacionadas com a energia?
      (0) Não/Não se sabe                                      (1) A última foi há mais de 3 anos
      (2) A última foi há menos de 3 anos             (3) Todos os anos

15. Afirma ter o hábito de desligar a luz ao abandonar uma sala em sua casa?
       (0) Não               (1) Às vezes             (2) Quase sempre               (3) Sempre

16. Afirma ter o hábito de deixar a TV em stand by?
       (0) Não               (1) Às vezes             (2) Quase sempre               (3) Sempre


Transportes

4. A regularidade dos transportes públicos que servem a escola é:
    (0) Má        (1) Fraca        (2)Razoável              (3)Boa

5. A qualidade dos transportes públicos que servem a escola é
    (0) Má        (1) Fraca        (2)Razoável              (3)Boa

7. Existe entre os alunos e pais o hábito de partilhar o transporte privado?
    (0) Nunca    (1) Raramente    (2) Às vezes    (3) Com frequência    (4) Quase sempre

8. Os alunos deslocam-se para a escola:
     Em viaturas privadas                            com frequência                   quase sempre
     de transportes públicos                        com frequência                   quase sempre
     de bicicleta                                             com frequência                   quase sempre
     a pé                                                          com frequência                   quase sempre

Espaços exteriores

1. O aspecto geral dos recreios da escola é:
    (0) Mau      (1) Pouco agradável           (2) Razoável agradável      (3) Muito agradável

3. O número de plantas de médio e grande porte (arbustos e árvores) é suficiente?
    (0) Não      (1) Sim

12. Se for lançada uma campanha de limpeza ou embelezamento dos recreios da escola, está disposto a colaborar na melhoria e manutenção dos espaços exteriores?
    (0) Não      (1) Sim


Que acções sugerias para tornar os recreios da escola mais interessantes e agradáveis?
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Vamos votar na Árvore de Natal mais Amarela de Portugal...

O Agrupamento de Escolas de Vidigueira tem a concurso a sua Árvore de Natal Amarela, no âmbito do Concurso Nacional da Tetrapack "Natal - Sim, É no Amarelo!"
A votação decorre de 21 de Dezembro a 21 de Janeiro de 2011 
O trabalho vencedor é o que obter mais votos através do site:
Bom Ano Novo,

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Hábitos Alimentares dos alunos do 2º ciclo

No dia 22 de Dezembro, às 14h30, no bar da escola de Vidigueira, foi apresentado os resultados de um trabalho da Enfª. Rosário, do Centro de Saúde de Vidigueira, sobre os hábitos alimentares dos alunos que frequentam o 2º ciclo deste estabelecimento.

Este relatório ficará disponível em breve, neste sitio.

Contudo, pode-se dizer que, a conclusão deste trabalho passa por ser o espelho dos hábitos alimentares dos Pais e Encarregados de Educação destes alunos. O relatório merece reflexão e, se possível, servirá como impulsionador de algumas mudança nos alguns hábitos alimentares desta comunidade escolar.

O princípio é simples, menos açúcares, corantes e conservantes e, mais legumes e fruta. Dentro do agregado familiar, todos podem beneficiar com bons hábitos alimentares, e a práctica de exercício físico é complementar na prevenção de obesidade.    

Mensagem de Natal


          
Natal é uma época de dádiva, mas também de muito desperdício, queremos aproveitar esta época natalícia para lembrar que a problemática dos resíduos sólidos urbanos começa, essencialmente, pelo consumo responsável. A redução de produção de resíduos pode ser feita com pequenos gestos. Simplifique!

        Votos de um Natal mais solidário e menos consumista.

2º Eco Natal: Troca de Prendas "Usadas"

       No ano lectivo de 2009/2010, dentro do projecto Limpar Portugal, a Associação de Pais e Encarregados de Educação desenvolveu numa das salas do pré-escolar da escola da Vidigueira uma experiência  para comemorar o Natal de uma forma distinta com uma troca de brinquedos usados. Pretendeu-se destacar valores importantes do espírito natalício, por um lado valorizar o espírito da dádiva e por outro, chamar a atenção para o consumo responsável. A adesão  das crianças foi magnífica e a cooperação entre pais, encarregados de educação, professores e funcionários foi muito importante para o sucesso desta iniciativa.
      Consequentemente, este ano a Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Vidigueira propôs dar continuidade a este projecto de Natal, alargando-o a todo o pré-escolar e 1º ciclo do agrupamento. 
      Apesar de ainda não se conhecer os resultados das escolas das freguesias, na escola sede (Vidigueira), sabe-se que os resultados foram muito surpreendentes.  A adesão foi maior do que esperada e até os professores e funcionários aderiram à iniciativa. Para todos eles um muito obrigado.
       As fotos a seguir são de 1 das salas do pré-escolar. Para quem tem mais fotos, agradece-se o seu envio para apee.agrupa.vidigueira@gmail.com.