No Sociedade Civil de 6 de Junho, “Bullying: punir ou prevenir?”
Nunca esteve fora da ordem do dia, mas o tema regressa com o vídeo de uma agressão a uma jovem aluna veiculado nas redes sociais Não é caso isolado. Segundo a Procuradoria Geral da República, desde o inicio do ano foram apresentadas duas queixas-crime por semana relacionadas com violência entre jovens.
Em Novembro de 2010 o bullying passou a ser crime, punível com uma pena de um a cinco anos de prisão. Por que é que o facto de ter passado a crime não inibe comportamentos violentos? Até que ponto escolas, professores e alunos têm difundido esta informação? Promovem o debate? Como lidar com este tipo de comportamento? Como denunciar? Como prevenir? Sociedade Civil chama a sociedade civil a discutir novamente a temática.
Convidados
Melanie Tavares, Responsável Mediação Escolar IAC
Albino Almeida, CONFAP - Confederação Nacional das Associações de Pais
António Ponces de Carvalho, Diretor ESEJD
Henrique Salinas, Prof. Fac. de DireIto UCP
O programa Sociedade Civil é conduzido e apresentado pela jornalista Fernanda Freitas.
Pode rever o programa na RTP Multimédia
Mostrar mensagens com a etiqueta Notícias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Notícias. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 7 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Plano de Actividades da APEE para 2011/12
A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Vidigueira já está a planear o Plano de Actividades para o ano de 2011/12. Por conseguinte, vimos por este meio pedir a vossa colaboração e gostaríamos de receber as vossas sugestões de iniciativas a realizar. Caso tenham ideias para as actividades e disponibilidade para realizarem algumas, por favor, deixem aqui as vossas sugestões.
Agradecíamos que nos enviassem as sugestões até dia 15 de Junho para podermos integrar na proposta de Plano de Actividade a debater na Assembleia Geral que está planeada para o dia 16 de Junho.
Como somos uma associação que representa todos os pais e encarregados de educação de todo o agrupamento, precisamos das vossas sugestões! Por favor, colabore porque estamos a contar convosco.
Obrigado
Agradecíamos que nos enviassem as sugestões até dia 15 de Junho para podermos integrar na proposta de Plano de Actividade a debater na Assembleia Geral que está planeada para o dia 16 de Junho.
Como somos uma associação que representa todos os pais e encarregados de educação de todo o agrupamento, precisamos das vossas sugestões! Por favor, colabore porque estamos a contar convosco.
Obrigado
domingo, 22 de maio de 2011
No Condado dos Gamas
A Rota “No Condado dos Gamas” consiste numa visita guiada e comentada ao património histórico e cultural das terras de Vasco da Gama, que actualmente abrangem a extensão das freguesias de Vidigueira e de Vila de Frades.
Por carta régia de 29 de Dezembro de 1519, o rei D. Manuel concedeu a Vasco da Gama o título de Conde da Vidigueira, tendo o Almirante residido nesta vila com a família durante alguns anos e deixado aqui testemunhos da sua passagem e permanência.
A visita, que terá a duração de 1 dia, realizar-se-á no primeiro sábado de cada mês, durante todo o ano. Tendo como ponto de partida o Museu Municipal de Vidigueira, incluirá os vários monumentos ligados à memória de Vasco da Gama e seus descendentes, bem como outros locais de interesse. Assim, será obrigatória a passagem pela Ermida de S. Rafael, Quinta do Carmo, Castelo, Torre do Relógio, terminando o período da manhã num almoça típico em que a gastronomia local estará presente.
A tarde será preenchida com uma passagem pelo exterior da casa do escritor Fialho de Almeida, villa romana de S. Cucufate e Museu da Casa do Arco, terminando a visita na Adega Cooperativa de Vidigueira.
Os comentários e dados históricos da visita serão prestados por funcionários do Museu Municipal de Vidigueira, preparados para o evento.
Objectivos gerais
A Rota “No Condado dos Gamas” tem como objectivo principal destacar a figura histórica de Vasco da Gama enquanto Conde da Vidigueira, dando a conhecer ao público os vários locais e monumentos que testemunham a sua permanência nesta vila, bem como dos seus descendentes e herdeiros da Casa da Vidigueira.
É igualmente objectivo do promotor do projecto, a Câmara Municipal de Vidigueira, que a Rota “ No Condado dos Gamas” funcione como um produto turístico atractivo que possibilite o aumento de visitas turísticas ao concelho.
LOCAIS A VISITAR:
Museu Municipal de Vidigueira
Ermida de S. Rafael
Quinta do Carmo – Antigo Convento Carmelita
Torre de Menagem
Torre do Relógio
Casa de Fialho de Almeida (exterior)
Villa Romana de S. Cucufate
Visita a Adegas
NOTA:
Preço por pessoa: 25 €
Almoço e prova de produtos incluídos
Transporte Incluído
A realizar no Primeiro Sábado de cada mês
Marcações com uma semana de antecedência
Mínimo de 8 participantes/marcações
INFORMAÇÕES | MARCAÇÕES
284 437 260 [Museu Municipal]
284 434 492 [Posto de Turismo]
Fonte: Município da Vidigueira
Terras sem Sombra
Integrado no Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo – Terras sem Sombra – vai realizar-se, a 28 de Maio, pelas 21h30, na Igreja Matriz de Vila de Frades, o Concerto Diálogos, com os pianistas Marta Zabaleta e Miguel Borges Coelho.
Uma iniciativa do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja com o apoio da Câmara Municipal de Vidigueira e da Junta de Freguesia de Vila de Frades.
Mais informações:http://www.patrimoniodiocesebeja.com/
Câmara leva o Banco à Escola
No âmbito do Serviço de Apoio e Prevenção ao Endividamento e Sobreendividamento, a Câmara Municipal de Vidigueira organizou, entre 16 e 19 de Maio, em todas as escolas do concelho, a actividade no Banco da Escola.
Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Banco Espírito Santo em parceria com a Sociedade Portuguesa de Matemática, destinada aos alunos dos terceiros e quartos anos do Ensino Básico, com o objectivo de, através de sessões ludico-pedagógicas no âmbito da actividade financeira, formar jovens cada vez mais informados, explicando alguns conceitos fundamentais da sua relação com o dinheiro, bem como a importância e aplicação da matemática no seu dia-a-dia.
Fonte: Município de Vidigueira
Serviço na área Psicosocial criado pela autarquia
A autarquia de Vidigueira criou um serviço na área Psicosocial, destinado a crianças e pais do concelho.
A Câmara Municipal de Vidigueira tem ao dispor dos seus munícipes um Serviço de Apoio Psicossocial, que prevê o aconselhamento, acompanhamento psicológico e/ou encaminhamento, destinado a crianças e pais do concelho.
Este serviço tem como objectivo, de acordo com a vereadora da Câmara de Vidigueira, Helena de Aguilar, “prestar apoio na resolução de problemas de ordem emocional, relacional, de comunicação, apoio parental, entre outros, através de atendimento individualizado”.
Segundo a autarquia o serviço da área Psicossocial, tem dia e horário específicos, em articulação com outras equipas de intervenção, através da sinalização da situação-problema.
SEMANA DA LEITURA : Escola e família na promoção de leitura
No Auditório da Escola Nova de Vidigueira
27 DE MAIO - 16:00 - 18:00
JOSÉ FANHA
(José Manuel Krusse Fanha Vicente)
Nascido em Lisboa a 19/2/51
Pai oficial do exército
Mãe professora de música
É pai de 3 filhos: João (80), Sara (95), Matilde (97)
Estudos liceais no Colégio Militar de Lisboa entre 1961 e 1968.
Frequenta o Curso de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas-Artes em 1968/69.
Entre 69 e 76 tem experiências profissionais como jornalista (Record e Diário de Lisboa – Suplemento “A Mosca” -), desenhador de Arquitectura (Ministério das Obras Públicas, Ateliers dos arquitectos Maurício de Vasconcelos, Frederico Georges, Manuel Vicente) e copy de publicidade.
Licenciado em Arquitectura pela ESBAL (76).
Trabalha brevemente na empresa ESTIL como arquitecto.
É co-autor do projecto de arquitectura do Centro Cultural da Embaixada de Portugal na Guiné-Bissau (1978).
Professor efectivo do Ensino Secundário (78/09), onde leccionou diversas disciplinas, entre as quais "História das Artes Visuais", "História da Arte em Portugal", "Teoria do Design", "Geometria Descritiva", "Técnicas de Expressão e Práticas de Representação”, “Educação Visual”, Atelier de Artes”, “Arte e Design”, etc.
Orientador pedagógico na formação de professores da Área de Estudos Artísticos na Escola Superior de Educação de Lisboa (86/89).
Tem o estatuto de formador de formadores, concedido pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho.
Mestre na área de Educação e Leitura pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (2007).
Doutorando na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa na ária de História da Educação e da Cultura Escrita.
Poeta, divulgador de poesia e declamador. Como tal, desde 69, participou em milhares de sessões de animação cultural, acompanhando o grupo dos chamados baladeiros ou cantores de protesto, entre os quais José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Francisco Fanhais, Manuel Freire, José Jorge Letria, Carlos Alberto Moniz, etc, etc.
Dramaturgo e dramaturgista, autor de letras para canções e textos para rádio, guionista de televisão e cinema.
Participações pontuais como actor em teatro, televisão e cinema.
Sócio da Associação Portuguesa de Escritores e da Sociedade Portuguesa de Autores.
Fonte: http://www.josefanha.com/
BIBLIOTECA ESCOLAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIDIGUEIRA
quarta-feira, 18 de maio de 2011
A factura da Parque Escolar na Bioesfera...
Todas as escolas reabilitadas pela Parque Escolar mais do que triplicaram os consumos energéticos. Em declarações ao Biosfera, muitas revelaram temer não ter dinheiro para manter os sistemas de ar condicionado e ventilação mecânica a funcionar. Se tal vier a acontecer, a qualidade do ar interior pode ficar pior do que estava antes das obras. Tudo por culpa de um conceito de escola em função dos sistemas mecânicos e de leis desajustadas à realidade.
Fonte: Bioesfera - Video
Fonte: Bioesfera - Video
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Palestra para os Pais “Educar a criança no século XXI”
Horário: 18:00 às 19:30
Local: Anfiteatro Escola Martim Fernandes (Albufeira, Algarve)
Para mais informações ou inscrições consulte a nossa página do nosso site em http://criaroutraescola. com/2011/05/11/palestra-para- os-pais-educar-a-crianca-no- seculo-xxi/
Atenciosamente,
--
--
Marta Gonçalves
Secretariado do COE
Site/Blog: www. criaroutraescola.com
Youtube: projectocoe Projecto COE - Soluções concretas ... para uma Educação Motivante!
Site/Blog: www.
Youtube: projectocoe
"Não partilhamos só ideias … proporcionamos resultados!"
CRIAR OUTRA ESCOLA

A/C da Associação/Federação de Pais,
Nós, Projecto Criar Outra Escola® (COE), já nosso 5º ano de existência, somos um grupo de diversos profissionais descontentes com o sistema tradicional de Educação e de Ensino nas Escolas e nas Famílias.
Existimos porque estamos profundamente motivados em dar o nosso contributo para gerar mudanças positivas!
QUAIS AS PRINCIPAIS DIFICULDADES OU PROBLEMAS QUE OS PAIS SE CONFRONTAM HOJE EM DIA?
Nas famílias cada vez mais os pais têm dificuldade em lidar com as crianças e com os jovens de forma adequada relativamente à idade, às mentiras, às frustrações, aos medos, à sexualidade, ao insucesso e ao desinteresse escolar, às birras/oposições, aos conflitos diversos, aos desafios, às manipulações, ao desrespeito, aos interesses, entre outros…
QUAL A NOSSO CONTRIBUTO JUNTO DAS FAMÍLIAS?
O nosso contributo para com as famílias assenta em apoiar os pais, através do desenvolvimento ou melhoramento de competências parentais, no processo educativo dos seus educandos. E porquê?
Porque o mundo da criança é, como todos nós sabemos, complexo, existindo numerosas situações que poderão parecer muito complicadas para qualquer pai…
Para dificultar mais a situação acrescentam-se, ainda, as mudanças que ocorreram na sociedade e na família… e que nada ajudam!
DE QUE FORMA PRESTAMOS O NOSSO CONTRIBUTO JUNTO DOS PAIS/FAMÍLIAS?
Apoiamos os pais e as famílias com diversos serviços: consultadoria, acompanhamento, coaching, conferências, sessões de informações e esclarecimento e cursos/workshops.
Para mais informações sobre os nossos serviços (objectivos, conteúdos, resultados esperados, metodologias, …) convidamo-lo a consultar o nosso site, especialmente as seguintes páginas:
Neste sentido, vimos dar-lhe conhecimento do próximo Workshop para Pais, previsto para dia 21 de Maio e 4 de Junho, que terá lugar no Hotel Riviera, em Carcavelos (a 20 kms de Lisboa). Para mais informações consulte o nosso site em http://criaroutraescola. com/2011/04/04/workshop- coaching-para-pais-como- educar-a-crianca-no-seculo- xxi-lisboa/
Se desejar mais informações ou solicitar os nossos serviços (conferências, cursos/workshops, sessões de esclarecimento, …) não hesite em contactar-nos.
Atenciosamente,
--
Psicólogo Clínico do COE
António Valentim
Site/Blog COE: http://www.
Blog pessoal: http://criancasepais.blogspot.
Youtube: projectocoe
Facebook: antonio.valentim
T: (+351) 962 464 056
Projecto COE - Soluções concretas ... para uma Educação Motivante!
"Não partilhamos só ideias … proporcionamos resultados!"
quarta-feira, 11 de maio de 2011
"Pais pouco exigem dos filhos e da escola"
Os portugueses não são exigentes, os pais não exigem das escolas nem dos filhos e os estudantes não exigem de si próprios nem dos estabelecimentos de ensino, defendeu, esta terça-feira, o ex-ministro da Educação Eduardo Marçal Grilo.
O ex-ministro da Educação, que falava no seminário "Participação dos Pais na Escola", a decorrer, esta terça-feira, no Conselho Nacional de Educação (CNE), em Lisboa, afirmou que o povo português "protesta, mas não é verdadeiramente exigente nos locais próprios".
"Os pais não são exigentes em relação aos filhos, os pais e filhos não são exigentes em relação à escola e não há exigência dos estudantes em relação a si próprios", disse o actual administrador da Fundação Calouste Gulbenkian. Marçal Grilo, como outros especialistas que participam no seminário, salientou a importância e necessidade de envolver os pais na vida da escola e dos alunos.
Apesar de reconhecer "a vida infernal de muitos pais", Marçal Grilo não deixou de referir que "há muitos que não têm problemas de horários e não estão disponíveis" e, neste contexto, a escola "tem um papel importante na mobilização dos pais".
E, quando existem problemas, o diálogo continuado entre pais e professores é fundamental para enfrentar as situações, apontou. Para o ex-ministro, "os exemplos têm de vir de cima e pais e professores devem ser referência" para os mais jovens. "Os professores têm de assumir-se como referência" para os alunos, disse ainda o especialista.
Fonte: Jornal de Notícias
"Os pais não são exigentes em relação aos filhos, os pais e filhos não são exigentes em relação à escola e não há exigência dos estudantes em relação a si próprios", disse o actual administrador da Fundação Calouste Gulbenkian. Marçal Grilo, como outros especialistas que participam no seminário, salientou a importância e necessidade de envolver os pais na vida da escola e dos alunos.
Apesar de reconhecer "a vida infernal de muitos pais", Marçal Grilo não deixou de referir que "há muitos que não têm problemas de horários e não estão disponíveis" e, neste contexto, a escola "tem um papel importante na mobilização dos pais".
E, quando existem problemas, o diálogo continuado entre pais e professores é fundamental para enfrentar as situações, apontou. Para o ex-ministro, "os exemplos têm de vir de cima e pais e professores devem ser referência" para os mais jovens. "Os professores têm de assumir-se como referência" para os alunos, disse ainda o especialista.
Fonte: Jornal de Notícias
Escolas portuguesas ainda não sabem comunicar com os pais
Estudo europeu mostra que em Portugal os pais têm dificuldade em entender o jargão usado pelos professores.
Entender o que os professores ou directores dizem sobre os seus filhos é a principal dificuldade dos encarregados de educação nas escolas portuguesas. Esta é uma das conclusões do estudo europeu denominado Indicadores de Participação dos Pais na Escola, ontem apresentado no auditório do Conselho Nacional de Educação, em Lisboa. O relatório avaliou o papel dos pais nas escolas de 12 países ou regiões e, quando se tratou de medir o direito dos encarregados de educação a serem bem informados, Portugal ficou nos últimos lugares.
Ao nosso lado, com 75 pontos (numa escala de zero a 100), encontram-se também a Espanha, a Itália e a Roménia. Abaixo dos portugueses, apenas a região francófona da Bélgica (70 pontos) e o cantão suíço de Vaud (60). Portugal está a cinco pontos de distância da média e isso acontece sobretudo porque as escolas ainda não sabem traduzir a informação para que possa ser correctamente entendida pelos pais, defende Conceição Reis, do Conselho Nacional de Educação (CNE), um dos parceiros portugueses do estudo, juntamente com a Fundação Pro Dignitate.
"Embora os direitos estejam globalmente assegurados e as estruturas de comunicação existam, a linguagem, os códigos, o jargão utilizados nas escolas não são acessíveis a uma boa parte dos encarregados de educação, principalmente quando estamos perante uma população imigrante", defende a especialista do CNE, alertando igualmente para a necessidade de se adequar a legislação para permitir a participação dos pais na actividade da escola sem penalizações profissionais.
Neste indicador, Portugal é o país que mais se afasta da pontuação máxima segundo os resultados dos relatórios nacionais. Por outro lado, o País de Gales, a Inglaterra e os cinco cantões suíços são os únicos casos em que a informação é "unicamente adaptada" às características dos pais. Escolher a escola do seu filho é igualmente um direito limitado entre os pais portugueses, também quase no fundo desta tabela, ao lado dos italianos e dos suíços de Berna (60 pontos) e acima de Genebra, que ocupa a última posição, com 50 pontos. Optar pelo ensino privado ainda é "muito condicionado" pelos apoios que o Estado dá às famílias e às escolas, esclarece Carmo Gregório, do CNE, defendendo mais medidas fiscais e meios financeiros para facilitar o acesso às escolas particulares dos alunos com recursos económicos baixos.
A liberdade de escolher a escola que consideram mais adequada para os seus filhos para além do ensino público é aliás uma das recomendações do estudo europeu. O relatório mostra, porém, que apenas na Inglaterra, na região francófona da Bélgica e no País de Gales, a frequência no ensino privado não implica despesa suplementar para as famílias. Nos outros países ou regiões, as propinas têm de ser asseguradas pelos pais e pelos estados.
É no direito dos pais de recorrer contra as decisões da escola que Portugal assume o melhor desempenho, igualando os outros oito países ou regiões. Neste capítulo, Genebra, Zurique (Suíça) e Roménia são os únicos a não atingir a pontuação máxima, fixando-se nos 80 pontos. No que toca à participação nos órgãos da escola, os pais portugueses estão bem posicionados. Embora a pontuação não ultrapasse os 50 pontos, Portugal encontra-se entre os três melhores classificados, apesar da distância que regista em relação ao País de Gales e à Inglaterra, com 73 pontos. São aliás estes últimos dois indicadores que fazem aproximar a média global portuguesa (71) da média europeia (72 pontos).
fonte: Ionline
Entender o que os professores ou directores dizem sobre os seus filhos é a principal dificuldade dos encarregados de educação nas escolas portuguesas. Esta é uma das conclusões do estudo europeu denominado Indicadores de Participação dos Pais na Escola, ontem apresentado no auditório do Conselho Nacional de Educação, em Lisboa. O relatório avaliou o papel dos pais nas escolas de 12 países ou regiões e, quando se tratou de medir o direito dos encarregados de educação a serem bem informados, Portugal ficou nos últimos lugares.
Ao nosso lado, com 75 pontos (numa escala de zero a 100), encontram-se também a Espanha, a Itália e a Roménia. Abaixo dos portugueses, apenas a região francófona da Bélgica (70 pontos) e o cantão suíço de Vaud (60). Portugal está a cinco pontos de distância da média e isso acontece sobretudo porque as escolas ainda não sabem traduzir a informação para que possa ser correctamente entendida pelos pais, defende Conceição Reis, do Conselho Nacional de Educação (CNE), um dos parceiros portugueses do estudo, juntamente com a Fundação Pro Dignitate.
"Embora os direitos estejam globalmente assegurados e as estruturas de comunicação existam, a linguagem, os códigos, o jargão utilizados nas escolas não são acessíveis a uma boa parte dos encarregados de educação, principalmente quando estamos perante uma população imigrante", defende a especialista do CNE, alertando igualmente para a necessidade de se adequar a legislação para permitir a participação dos pais na actividade da escola sem penalizações profissionais.
Neste indicador, Portugal é o país que mais se afasta da pontuação máxima segundo os resultados dos relatórios nacionais. Por outro lado, o País de Gales, a Inglaterra e os cinco cantões suíços são os únicos casos em que a informação é "unicamente adaptada" às características dos pais. Escolher a escola do seu filho é igualmente um direito limitado entre os pais portugueses, também quase no fundo desta tabela, ao lado dos italianos e dos suíços de Berna (60 pontos) e acima de Genebra, que ocupa a última posição, com 50 pontos. Optar pelo ensino privado ainda é "muito condicionado" pelos apoios que o Estado dá às famílias e às escolas, esclarece Carmo Gregório, do CNE, defendendo mais medidas fiscais e meios financeiros para facilitar o acesso às escolas particulares dos alunos com recursos económicos baixos.
A liberdade de escolher a escola que consideram mais adequada para os seus filhos para além do ensino público é aliás uma das recomendações do estudo europeu. O relatório mostra, porém, que apenas na Inglaterra, na região francófona da Bélgica e no País de Gales, a frequência no ensino privado não implica despesa suplementar para as famílias. Nos outros países ou regiões, as propinas têm de ser asseguradas pelos pais e pelos estados.
É no direito dos pais de recorrer contra as decisões da escola que Portugal assume o melhor desempenho, igualando os outros oito países ou regiões. Neste capítulo, Genebra, Zurique (Suíça) e Roménia são os únicos a não atingir a pontuação máxima, fixando-se nos 80 pontos. No que toca à participação nos órgãos da escola, os pais portugueses estão bem posicionados. Embora a pontuação não ultrapasse os 50 pontos, Portugal encontra-se entre os três melhores classificados, apesar da distância que regista em relação ao País de Gales e à Inglaterra, com 73 pontos. São aliás estes últimos dois indicadores que fazem aproximar a média global portuguesa (71) da média europeia (72 pontos).
fonte: Ionline
Pais devem poder escolher escola além do público
É o que defende um estudo desenvolvido em vários países europeus.
Os pais devem poder escolher a escola que consideram mais adequada para os seus filhos para além do sistema público, defende um estudo europeu apresentado esta terça-feira, que aponta igualmente a «efectiva gratuitidade» do ensino obrigatório.
O projecto Indicadores de Participação dos Pais na Escola (IPPE), desenvolvido em vários países europeus, reflecte uma imagem que «não é negativa» para Portugal, já que os resultados colocam o país na média europeia.
O objectivo do projecto era avaliar a participação dos pais na vida escolar e Portugal obteve 71 pontos (num total de 100) quando a média europeia é de 72 pontos.
O projecto está a ser apresentado e debatido num seminário organizado em Lisboa pelo Conselho Nacional de Educação, que desenvolveu o trabalho em Portugal em parceria com a Fundação Pró-Dignitate.
A presidente do Conselho Nacional de Educação, Ana Maria Bettencourt, disse à agência Lusa que este trabalho «abre caminho para algumas reflexões pertinentes» relacionadas com a gestão das escolas e a participação dos pais na vida escolar dos seus filhos. Aponta ainda áreas em que é necessário melhorar, como a forma de informar os pais, que muitas vezes não é a mais adequada.
No indicador global, Portugal obteve a mesma pontuação que Espanha, muito perto da média europeia, tendo sido ultrapassado pela Bélgica, Inglaterra e País de Gales.
Portugal ficou acima da média europeia no indicador relativo ao direito de participação, tendo-se situado abaixo da média europeia nas restantes questões, relativas ao direito de escolha do estabelecimento de ensino e ao direito à informação.
Portugal obteve uma boa pontuação no que respeita ao direito de recurso dos pais face a decisões dos estabelecimentos de ensino.
Fonte: TVI24
segunda-feira, 9 de maio de 2011
“ Um Leitor é um Sonhador” - VENCEDORES DA 2ª ELIMINATÓRIA
Já temos os representantes do Agrupamento para o concurso “Um leitor é um sonhador”. Consulte aqui a grelha com os nomes dos vencedores.
| Ano | Aluno | Livro |
| 1º ano (vencedor) | Carolina Tanguenho | A designar |
| 1º ano (suplente) | Clara Martins Parreira | |
| | | |
| 2º ano (vencedor) | Ana França | “Rimas perfeitas, imperfeitas e mais que perfeitas” |
| 2º ano (suplente) | Inês Janeiro | |
| | | |
| 3º ano (vencedor) | Cristiana Romano | A designar |
| 3º ano (suplente) | Matilde Sardinha | |
| | | |
| 4º ano (vencedor) | Diogo Galinha | “Uma aventura no palácio da pena” |
| | | |
| 4º ano (suplente) | Beatriz Apolónia | |
| 5º ano vencedor) | Carlos Palma | “Primeiro livro de poesia” |
| 5º ano (suplente) | Beatriz Carrujo | |
| | | |
| 6º ano (vencedor) | Luís Raposo | “Primeiro livro de poesia” |
| 6º ano (suplente) | Catarina Coelho | |
Os alunos do 1º, 2º e 3º anos irão à final, no auditório da Direcção Regional de Educação do Alentejo, em Évora, no dia 10 de Maio; e os alunos do 4º, 5º e 6º anos no dia 19 de Maio.
Parabéns a todos os alunos que integraram a 2ª eliminatória. A vossa prestação foi fantástica.
Subscrever:
Mensagens (Atom)







